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Brasil

Grupo queima máscaras de proteção durante protesto contra a Covid-19 e diz que “Jesus é a cura para a doença”


Cerca de 300 pessoas participaram de um protesto, comandado por um pastor evangélico ligado à Assembleia de Deus, contra a pandemia do novo coronavírus. A manifestação ocorreu no último domingo (31/5), em Santa Helena e Turilândia, no Maranhão.

O grupo foi às ruas para queimar máscaras de proteção individual usadas para evitar a disseminação da Covid-19, sob a alegação de que Jesus seria o remédio para a doença. Crianças e idosos participaram da carreata e muitos não usaram o equipamento, assim como desrespeitaram a regra de distanciamento social imposta pelo governo maranhense. 

Durante a aglomeração, um dos participantes reforçou a ideia de não adotar medidas protetivas. “Jesus não quer ver ninguém máscara, Deus não se agrada de medrosos”. Durante o trajeto, o lider religioso, que não teve a identidade divulgada, utilizava um carro de som para convidar as pessoas a participarem do evento e pedia que estas tirassem as máscaras e as queimassem.

VEJA VÍDEOS 

Tanto a prefeitura das cidades envolvidas, quanto a Igreja Evangélica Assembleia de Deus, em Santa Helena, negaram ter envolvimento com o ato. O Maranhão tem 35.297 casos e 976 óbitos. Dos 217 municípios do estado, 211 registraram a doença. Fonte: AratuOn.

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Brasil

“Sem Rumo”, diz ex-ministro da saúde, Henrique Mandetta, sobre o Brasil no combate à pandemia


O ex-ministro da Saúde, Luiz Henrique Mandetta, utilizou seu perfil no Twitter para fazer comentários sobre o governo, com relação ao enfrentamento da pandemia do novo coronavírus (Covid-19). Em uma publicação na rede social, ele afirmou que o Brasil está “sem rumo” e exaltou o uso da ciência.

“Mais de 60.000 pessoas perdidas. Nau sem rumo. Força SUS. Força Minas, Região Centro Oeste e Regiao Sul. Governos passam. Quem preserva A VIDA pode ter a chance de comemorar o que a CIÊNCIA trará!”, escreveu o médico, que deixou o cargo de titular da pasta no dia 16 de abril, após ser demitido pelo presidente Jair Bolsonaro (sem partido).

No início desta semana, o também ex-ministro da Saúde, Nelson Teich, comentou sobre o momento pelo qual o Brasil está passando e defendeu uma reforma completa nas ações de combate ao vírus.

“Não temos um aprendizado com o que está acontecendo. O isolamento vai e volta, mas não vejo ninguém explicando porque deu certo ou errado. A discussão do lockdown é pobre, cada vez mais difícil de conseguir. A reação é cada vez mais difícil. Todo mundo deveria tentar criar um programa único (de medidas de distanciamento) e recomeçar do zero. Essa situação da pandemia não tem hora para acabar”, declarou Teich, durante entrevista à Rádio Eldorado.

Após deixar a pasta, ambos os ex-ministros alegaram que tiveram algumas divergências com o presidente sobre a maneira de conduzir as ações de combate na pandemia. (Varela)

Confira a publicação de Mandetta:

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Brasil

OMS vê sinais de estabilização dos contágios de Covid-19 no Brasil


O diretor de operações da Organização Mundial de Saúde (OMS), Michael Ryan, afirmou hoje (3) em coletiva de imprensa, que vê “sinais de estabilização” do crescimento da curva de pessoas contaminadas no Brasil pelo coronavírus, mas pediu cautela. A informação foi divulgada pelo jornal O Globo.

Ryan reforçou que a percepção não significa que o país esteja chegando ao fim da crise e nem que os números não possam voltar a subir.

Sobre a abertura da economia em tempos de contaminação, o diretor afirmou que há o desafio de garantir a renda de trabalhadores no período, mas que é preciso ficar atento a dados científicos na hora de governos tomarem as “escolhas difíceis” que precisam fazer. (Metro1)

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Brasil

Brasil tem 1290 novas mortes nas últimas 24 horas


O Brasil bateu a marca de 1,5 milhão de casos confirmados acumulados desde o início da pandemia de covid-19. O número foi divulgado na atualização diária do Ministério da Saúde. Com 42.223 novos casos, o total hoje (3) chegou a 1.539.081, um aumento de 2,8% em relação a ontem(2), quando eram contabilizados 1.496.858 casos.

O balanço também registrou 1.290 novas mortes nas últimas 24 horas, chegando ao total de 63.174. O aumento no número de mortes cresceu 3,7% em relação a ontem, quando o painel do Ministério da Saúde trazia 61.884 óbitos.

Do total de infectados até o momento, 868.372 já se recuperaram e 607.535 pacientes estão em acompanhamento. Ainda há 3.968 mortes em investigação. (AgênciaBrasil)

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