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Tecnologia

O futuro chega em duas rodas, nos modelos elétricos


A eletrificação, a conectividade e o aporte de tecnologia apontam caminhos não apenas para os fabricantes de automóveis. A evolução em duas rodas é materializada em modelos elétricos, leves, tecnológicos e com design futurista. Essa tendência está chegando ao mercado baiano e, ao que parece, a pandemia da Covid-19 deve acelerar o desejo do consumidor por modelos com essa pegada.

Apaixonados por motos, que costumam acompanhar experiências futuristas, já devem ter ouvido falar no modelo conceito R 1200 GS Adventure, da BMW Motorrad, uma versão que parece coisa de cinema. Sem rodas, é a própria personificação da moto voadora. Foi inspirada em um dos modelos da série Technic da Lego e se tornou um conceito. Na origem, as peças criaram a R 1200 GS normal, um modelo com duas rodas. Mais tarde, os engenheiros da marca colocaram pimenta no protótipo, e daí surgiu uma versão flutuante e mega futurista.

Ficção à parte, nós, nordestinos, temos um pé na tecnologia e em novas tendências do mundo de duas rodas. A startup pernambucana Voltz Motors lançou, no Recife, uma moto tipo scooter 100% elétrica. Resultado de um investimento de R$ 8 milhões e três anos de pesquisa, a Voltz EV1 está chegando ao mercado baiano.

A empresa já tem cinco showrooms (lojas parceiras e franquias) negociados e mais seis em negociação, todos no interior. O valor da EV1 é de R$ 9 mil. E você encontra mais detalhes na matéria de capa.

A venda de scooters teve crescimento em 2019 e, segundo especialistas, deve aumentar no pós-pandemia. As vendas totais de motos registraram, em média, crescimento de 14,8%, no acumulado até outubro, ao passo que o segmento de scooters teve expansão de 39,6%, saltando de 56,5 mil unidades para 78,9 mil. Os dados foram divulgados durante o Salão Duas Rodas 2019, no São Paulo Expo, na capital paulista.

O scooter ocupa hoje a quarta colocação no ranking das dez categorias de motos comercializadas no país. O modelo agrada tanto ao público masculino quanto ao feminino. Uma alternativa de transporte capaz de driblar o estresse do trânsito urbano. Os scooters elétricos têm todas essas vantagens, além do benefício de fazer parte da categoria de veículos sustentáveis, com zero emissão. Fonte: ATarde.

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Tecnologia

Whatsapp prepara série de novidades no app; veja possíveis mudanças


O Whatsapp está preparando um pacotão de novidades para o aplicativo. O WaBetaInfo, site que costuma a dar spoilers dos testes feitos pelo app – e que acerta com frequência -, revelou a série de novas funcionalidades que estão aparecendo nas versões beta recentes. Ou seja, são alterações que já estão em um nível avançado de desenvolvimento.

Uma das mudanças está relacionada ao uso do armazenamento, problema comum para usuários do app em aparelhos Android – que ficam constantemente irritados com o celular lotado por causa do Whatsapp. A área “uso do armazenamento” deve por uma boa alteração, que permitirá que a pessoa gerencie melhor. Por exemplo, será possível er apenas “arquivos grandes” ou “arquivos encaminhados”, o que facilita a limpeza.

Dentro das opções de uso de armazenamento em uma conversa específica, também haverá mudança. Um filtro para o usuário gerenciar as fotos trocadas naquela conversa está em testes. Será parecido com o que acontece no computador, quando, ao clicar com o botão direito dentro de alguma pasta, é possível ordenar as imagens por tamanho, além de mais novas e mais velhas.

Também na área do armazenamento, o Whatsapp pode liberar um recurso que permite que o usuário limpe todas as mensagens, exceto as favoritadas na conversa. Isso já é possível, mas somente na janela principal do serviço.

Outra mudança é relacionada à busca por um dia específico. Está em testes a busca pela data em que a conversa aconteceu, que será adicionada à função atual de pesquisar mensagens em uma conversa. No campo do teclado, será incluído um ícone de um calendário, no topo superior direito. Ao clicar nele, o usuário poderá escolher um dia e ver as mensagens trocadas naquela ocasião. Esse recurso foi visto em testes no iOS, mas deve ser levado ao Android também.

Segundo o WaBetaInfo, o Whatsapp também está trabalhando em uma busca por imagens na internet. Ao receber uma foto encaminhada, haverá um botão com lupa ao lado, que permitirá fazer a pesquisa por ela no Google. Isso estará disponível apenas para mensagens que são encaminhadas, ao menos, quatro vezes dentro do aplicativo. 

O modo escuro na janela de conversas também passará por alteração. A ‘bolha’ de cor verde, na troca de mensagens, terá um tom mais leve. Isso abre a possibilidade para que os usuários possam personalizar suas conversas.

Apesar desses recursos já estarem em um estágio avançado, ainda não há data para que sejam lançados ao público geral. (Correio)

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Tecnologia

Como não ser vítima de fraudes na internet? Saiba se proteger


A internet é um prato cheio para golpistas. Compras online, preenchimentos de formulários… tudo que for feito de maneira inadequada, ou em sites maliciosos, pode acabar na mão de criminosos e gerar prejuízo para as pessoas.

Na última semana, o presidente Jair Bolsonaro, seu filhos e membros do staff foram alvo de vazamentos de seus dados pessoais e financeiro. Antes, o apresentador do Jornal Nacional, da TV Globo, William Bonner havia vindo a público revelar que criminosos estavam usando dados se seu filho para receber o auxílio emergencial de R$ 600 destinado a pessoas de baixa renda por conta da pandemia de coronavírus, algo que o jogador Neymar também acabou sendo vítima mais recentemente.

Se, por muitas vezes, o vazamento é um trabalho de hackers profissionais, inteligentes e capacitados para furar a segurança de sites, em outras tantas vezes, os problemas acontecem com pessoas mais comuns, que podem ser descuidadas com seus dados na rede ou sofrer com o descuido de empresas.

Há cerca de uma semana, o professor Wellington Malaïka, de 39 anos recebeu a mensagem de uma compra no valor de R$ 399,90 em nome da Sky em seu cartão de crédito. Tomou um susto. Conseguiu estornar a compra e bloquear o cartão.
“Isso aconteceu depois de uma compra na Wish (site/app de compras). Mas não descarto o vazamento de dados da Zoom (app de videochamada). O centro universitário que dou aula tá usando o sistema. E recentemente teve um vazamento divulgado pela imprensa”, conta o professor.

Após o ocorrido, ele revela ter começa a tomar mais cuidados nas compras. “Coloco o número do cartão físico, mas também uso o virtual, que pode ser usado somente uma vez”, confessa ele, que tem costume de adquirir livros, artigos de vestuário e de tecnologia pela internet. “Os sites alegam segurança na compra, mas isso não é 100% verdade”, crê.

De fato, algumas empresas ainda carecem de maior cuidado com os dados de seus clientes. É o que também acredita Rogério Soares, especialista em segurança da informação e diretor de Pre-Sales & Professional Services da Quest Software.

“Muitas empresas registram e armazenam informações cadastrais e confidenciais das pessoas como se fosse um dado qualquer, e sem camadas extras de segurança que requer este tipo de informação. Essa fonte de armazenamento de dados cadastrais de clientes é a verdadeiro mina de ouro para hackers, que buscam invadir empresas descuidadas visando roubar esse tipo de informação. De posse destes dados, os hackers podem explorar e vender esta informação para divulgação na deep web (parte da internet desconhecida e inacessível ao grande público)”, analisa.

É o que o assistente administrativo Gabriel Brito, 25, acha que aconteceu com o pai, o representante comercial Roberto Brito, 54. Ambos moram em Vitória da Conquista, no Sudoeste da Bahia. “Ele teve os documentos usados na emissão de uma linha móvel da Oi em Lauro de Freitas. Percebemos porque a conta que já tínhamos parou de chegar e o endereço cadastrado era o de lá. As contas não eram pagas e as cobranças começaram”, revela.

Para o assistente, algum funcionário pegou os dados do pai em um banco de dados de uma empresa, que tinha uma segurança deficiente: “Até o momento ele já foi cobrado dezenas de vezes e de diversas formas, mas nunca foi negativado, por isso não vale a pena entrar na justiça. Ele recebe cobranças da TIM, da Claro e da Natura”.

Em 2018, o próprio Gabriel teve o cartão roubado num assalto e a internet facilitou o uso de seu cartão, no que ele acredita que tenha sido uma falta de segurança da empresa. “Quando consegui acesso a fatura, notei que compraram vários serviços com meu cartão, como Uber e iFood, que nem existiam na cidade na época”, diz.

Privacidade
Além do roubo de compra indevidas, os dados podem valer na internet também para que empresas anunciem produtos diretamente aos clientes, invadindo a privacidade deles. A funcionária pública Frida* já teve que cancelar três cartões de crédito por compra indevidas, mas se irrita mesmo com a invasão a sua caixa de email.

“Nada me deixa mais irada do que receber oferta de crédito no e-mail institucional!”, reclama ela que tem o emal de trabalho com final ‘@gov.br’. “Me sinto impotente, preocupada, não sei o que fazer… tudo! Eu SEI que muitos bancos de dados VENDEM nossos dados…”, crê ela, que não quis se identificar.

De acordo com Soares, não existe 100% de segurança na internet e a venda de dados é uma realidade, sim. “Já há muitos brasileiros com seus dados expostos, como, por exemplo, recentemente foi divulgado por um site de segurança internacional a descoberta de venda na deep web de uma lista contendo dados pessoais de mais de 500 mil brasileiros”, reforça.

O engenheiro civil José Siqueira, 47, aprendeu a lição depois de ter o cartão enchido de compras indevidas. Agora, olha o extrato do dele, da esposa e do da filha todos os dias. “Eu normalmente identifico as fraudes no mesmo dia, ou no dia posterior, a partir daí já tomo a providência de bloquear o cartão, solicitar o estorno e pedir a emissão de novo cartão. Sempre deu certo”, explica.

O acompanhamento de perto do extrato, em aplicativos ou por meio de mensagens SMS confirmando cada compra, é um dos métodos para tentar evitar maiores transtornos com fraudes na internet. O especialista em segurança Rogério Soares dá outras dicas:

  • Analisar atentamente se as informações solicitadas são realmente necessárias – “Há muitos hackers que enviam mensagens ofertando prêmios, descontos e outras maravilhas bastando apenas que as pessoas informem seus dados. O número de pessoas que preenchem este tipo de informação é altíssimo”, diz.
  • Utilizar o aplicativo de sua operadora de cartão de credito para gerar um cartão virtual – “O cartão virtual é a disponibilidade de criar um número de cartão exclusivamente para só um compra online e após efetuada a compra este número não é mais válido”, explica
  • Há também a opção de uso de sites de pagamento como PayPal e PagSeguro – “Estes sites com alta segurança podem intermediar compras em outros sites sem divulgar os dados de cartão de crédito”, avisa.
  • Cobrar mais segurança às empresas – “As empresas são responsáveis por todos os dados que solicitam e devem utilizar das tecnologias disponíveis para armazenar estes dados de forma segura. Hoje, existe tecnologia disponível para que dados pessoais, chamados de dados sensíveis, sejam criptografados e armazenados de forma segura. É também de responsabilidade das empresas saber exatamente quem tem acesso a esses dados, onde estão sendo armazenados e impedir que sejam compartilhados de forma indiscriminada”, crê.

Fui lesado e aí?
De acordo com pesquisa feita pela Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) e o Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil), divulgada em agosto do ano passado, 46% dos internautas brasileiros haviam vítimas de algum tipo de fraude financeira nos últimos 12 meses. O número equivale a cerca de 12 milhões de pessoas. 

Mas como proceder no caso de ser vítima de uma compra indevida ou uma fraude de documentos na internet? Quem responde é Genival Souza, advogado especialista em Direito Digital da Assis & Mendes Advogados. Confira:

1- Em caso de ser vítima de fraude digital, qual a primeira medida que a pessoa deve tomar?

Primeiramente, é necessário ter uma visão geral e clara do fato, certificar-se do ocorrido, constatar se foi algo pontual ou se continua a ocorrer, bem como compreender os prejuízos que foram e ainda podem ser gerados.

 2-  É necessário registrar boletim de ocorrência? E em casos de fraude com cartão, basta cancelar e acionar a operadora do cartão?

Se a fraude for de natureza econômica, é importante fazer contato com a instituição financeira ou administradora de cartões de crédito, solicitar o imediato bloqueio dos cartões fraudados e a contestação das operações não reconhecidas. Geralmente essas instituições abrem chamado interno que resulta no cancelamento das compras realizadas pelo fraudador.

Atualmente, quase todas as grandes cidades possuem delegacias especializadas em crimes cibernéticos e essas (assim como qualquer delegacia) podem ser requisitadas para o registro do Boletim de Ocorrência. Havendo indícios suficientes será instaurado o Inquérito Policial, daí a necessidade de se juntar a maior quantidade de informações possíveis sobre o ilícito tão logo se tenha conhecimento de sua ocorrência.

3- Como se portar diante de um site que exibe meus dados, como CPF/CNPJ, telefones e/ou endereços?

A remoção de dados da internet que geram constrangimento ou de qualquer outra forma exponham seu titular a uma situação indesejada está amparada no direito fundamental à privacidade, estabelecido pela Constituição Federal de 1988. Outros direitos reconhecidos pelo nosso judiciário, como o direito ao esquecimento, direitos de personalidade estabelecidos pelo Código Civil, direitos de ordem consumerista, regulados pelo Código de Defesa do Consumidor, bem como os que constam do Marco Civil da Internet (Lei n. 12.965/14), também podem ser conclamados em caso de lesão.

Mesmo sem a entrada em vigor da Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD, Lei 13.709/18), o que deve ocorrer entre este e o próximo ano, a publicação de dados pessoais precisa ser lícita e estar embasada em uma finalidade clara, sendo importante destacar que mesmo não estando ainda vigente, a LGPD vem sendo utilizada para embasar diversas decisões e adoção de medidas em casos de vazamento, compartilhamento e utilização indevida de dados pessoais. Assim, a vítima deve sempre consultar um advogado especializado na matéria para interromper a utilização indevida dos seus dados, tanto através de procedimentos extrajudiciais, como pela adoção das medidas judiciais cabíveis a cada caso.

Fonte: Correio24horas.

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Tecnologia

WhatsApp agora faz chamadas em vídeo e áudio com até 8 pessoas


A partir de agora, é possível realizar videochamadas e ligações em áudio no WhatsApp com até oito pessoas simultaneamente. A novidade já está em funcionamento, mas até agora só foi implementada no Beta do mensageiro, disponível para download tanto para Android quanto no iOS para usuários interessados. Entretanto, a função logo deve chegar à versão estável do aplicativo.

A ideia do WhatsApp é concorrer contra outros serviços de chamadas em grupo, como Zoom, Skype e Google Meet. Afinal, com o novo coronavírus obrigando as pessoas a tomarem medidas de isolamento social para evitar a contaminação, houve um enorme crescimento em conferências em áudio e vídeo — seja uma reunião de trabalho ou apenas uma forma de rever os amigos e parentes.

Anteriormente, apenas quatro participantes (sendo um deles você) podiam entrar ao mesmo tempo nessas ligações. A novidade foi implementada uma semana depois de o WhatsApp iniciar os testes, o que confirmar a pressa da companhia em disponibilizar logo a novidade.

Vale lembrar que, para testar o recurso, tanto você quanto os demais participantes precisam ter a última versão Beta instalada (2.20.50.25 na App Store e 2.20.133 na Google Play) e a função liberada na sua região. O recurso deve ser liberado em ondas e logo ficar disponível para todos os usuários. As ligações via WhatsApp são criptografadas de ponta a ponta, assim como a troca de mensagens, o que significa que a companhia não armazena conteúdos em seus servidores. (TecMundo)

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