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Política

Após revelações de fraudes, governo adia posse de ministro da Educação

O governo do presidente Jair Bolsonaro adiou a posse do ministro da Educação, Carlos Decotelli. 

De acordo com O Globo, a cerimônia estava marcada para amanhã (30), mas agora não tem data definida. 

A publicação aponta que o descobrimento de fraudes na vida acadêmica de Decotelli, como doutarado inexistente na Argentina e pós-doutorado na Alemanha, é o motivo. Fonte: Metro1

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Política

TSE pode tornar Bolsonaro inelegível por ataque às eleições, diz jornal

Foto: Marcos Correa/Presidência da República

Magistrados do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) avaliam tomar medidas mais duras contra o presidente Jair Bolsonaro (sem partido), se ele continuar a questionar a segurança das urnas eletrônicas. De acordo com a jornalista Mônica Bergamo, do jornal Folha de São Paulo, membros da corte falam até em toná-lo inelegível e impossibilitado de disputar a reeleição.

Segundo a publicação, membros da corte acreditam que é necessário um recado mais duro ao presidente indicando que ele poderá enfrentar problemas sérios na Justiça se continuar a questionar o sistema eleitoral brasileiro. Bolsonaro afirma ter provas de que ganhou as eleições de 2018 no primeiro turno, mas nunca apresentou.

O corregedor do TSE, Felipe Salomão, deu o prazo de 15 dias para que Bolsonaro apresente evidências da suposta fraude no sistema eletrônico de votações de 2018.

Leia a matéria original em bahia.ba

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Política

Após caso Lázaro, Câmara pode votar com urgência projeto que limita direito a saída temporária

Diante do caso do assassino Lázaro Barbosa, que empreende uma fuga que já dura 14 dias nos estados de Goiás e Distrito Federal, a Câmara dos Deputados incluiu na pauta desta quinta-feira, 24, um requerimento que propõe alterações na Lei de Execução Penal.

O objetivo do Projeto de Lei é restringir o direito à saída temporária e progressão de pena, sem que o detento seja submetido a um exame criminológico.

Autor da proposta, o deputado federal Alex Mamete (Cidadania-SP) lista os requisitos que devem ser cumpridos pelo detento para que possa ter os direitos. Em uma das suas manifestações, o parlamentar indica que o caso de Lázaro Barbosa motivou a proposição.

“À época, os psicólogos que ficaram responsáveis pela avaliação descartaram a hipótese de que Lázaro ganhasse o benefício da progressão de regime. Em 2014, o Ministério Público do Distrito Federal e Territórios manifestou pela progressão de regime de Lázaro, mas sem benefícios externos, como saídas temporárias”, escreveu o parlamentar, que rememorou a linha do tempo dos fatos. “Em 2016, Lázaro fugiu da penitenciária, após não retornar do benefício do ‘saidão’ da Páscoa. Ele foi recapturado e cumpriu pena entre 7 de março de 2018 e 23 de julho de 2018, quando novamente cometeu fuga do presídio de Águas Lindas de Goiás”, disse, relembrando o histórico do criminoso violento.

Ele defende que haja uma “avaliação criteriosa” para tentar evitar que aquela pessoa reincida no crime após deixar a prisão. As informações são do Congresso em Foco, do UOL.

A expectativa é que o texto seja pautado em caráter de urgência e logo possa ser votado pelo Plenário.

Leia a matéria original em A Tarde

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Política

TSE dá 15 dias para Bolsonaro apresentar provas sobre fraudes em urnas

Foto: Agência Brasil

O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) determinou nesta segunda-feira, 21, que o presidente Jair Bolsonaro (sem partido), e outras autoridades, têm 15 dias para apresentarem evidências e informações que comprovem as acusações de fraudes nas urnas eletrônicas. 

 Assinada pelo ministro Luís Felipe Salomão, foi instaurado ainda procedimento administrativo para apurar a existência ou não de elementos concretos que possam ter comprometido o pleito de 2018.

O presidente Jair Bolsonaro voltou a defender, na última quinta-feira, 17, o voto impresso, e disse, sem apresentar provas, ter informações de que houve fraude na eleição presidencial de 2014, vencida por Dilma Rousseff (PT), e na de 2018, na qual se elegeu. 

“O Aécio [Neves] ganhou em 2014. Em 2018, eu ganhei em primeiro turno. Alguns falam: ‘eu nunca vi ganhador reclamar’. Eu tô reclamando, porque eu quero transparência. ‘Ah, vai custar R$ 2 bilhões.’ Eu sempre ouvi que a democracia não tem preço. A gente arranja esse dinheiro aqui”, disse o presidente. 

Leia a matéria original em A Tarde

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