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Mundo

China confina meio milhão de pessoas perto de Pequim, após novo surto de coronavírus


As autoridades chinesas anunciaram hoje (28) o confinamento de quase meio milhão de pessoas que vivem nos arredores de Pequim, em decorrência de um novo surto de covid-19 na cidade, qualificado como “sério e complexo” pelo governo.

O país asiático havia praticamente contido a epidemia, entretanto, em pouco mais de duas semanas, cerca de 300 novos casos apareceram no município.

Neste domingo, as autoridades locais anunciaram que, a partir de agora no cantão de Anxin, a 60 km ao sul de Pequim, na província de Hebei, apenas uma pessoa por família poderá sair, uma vez por dia, para comprar alimentos e remédios.

Segundo o Estadão, cerca de um terço dos novos casos relatados até agora está relacionado à seção de carne bovina e de cordeiro do mercado atacadista de Xinfadi, no sul da cidade, que fornece produtos frescos, principalmente para supermercados e restaurantes. (Metro1)

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Mundo

Enchentes no Japão deixam dezenas de mortos e desaparecidos


Pelo menos 34 pessoas morreram e outras 14 estão desaparecidas no Japão devido às inundações e deslizamentos de terra provocados pelas chuvas torrenciais no Oeste do país. A informação foi divulgada pelo jornal O Globo, tendo como fonte o comunicado de autoridades hoje (5).

O governo da região de Kumamoto, localizada na ilha de Kyushu, Sudoeste do país, confirmou 18 mortos, enquanto outros 16 estão em “parada cardiorrespiratória”, termo utilizado no Japão para anunciar a morte de uma pessoa antes que seja oficialmente confirmada pelos médicos.

Uma dezena de pessoas está desaparecida devido a esses desastres que levaram as autoridades a dar a ordem de evacuação para mais de 200 mil pessoas. As chuvas haviam diminuído hoje em Kumamoto mas muitos habitantes da região continuam isolados pelos danos provocados pelas chuvas torrenciais. (Metro1)

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Mundo

Teste de vacina de covid-19 funciona e Pfizer pode produzir 1 bilhão de doses


A vacina experimental contra o novo coronavírus produzida pela gigante farmacêutica Pfizer em parceria com a empresa de biotecnologia BioNTech teve bons resultados em testes com humanos. Segundo a revista Exame, a novidade foi divulgada no site Medrxiv, principal distribuidor de descobertas científicas que ainda não foram revisadas por pares. Os resultados ainda não foram publicados em um jornal científico.

Segundo a publicação, a vacina foi aplicada em 45 voluntários. Ela estimulou a resposta imune dos pacientes saudáveis, mas também causou efeitos colaterais, como febre, em doses mais altas. O imunobiológico foi capaz de gerar anticorpos contra a covid-19 e alguns deles neutralizaram o vírus, o que pode significar que é capaz de parar o funcionamento dele.

Ainda não se sabe, porém, se esse nível mais alto de anticorpos é realmente capaz de gerar imunidade à doença. A Pfizer irá conduzir novos estudos em breve para provar que quem tomou a vacina é 50% menos vulnerável ao vírus.

As próximas fases do teste também serão focadas nos Estados Unidos. Caso tudo corra bem, a expectativa da companhia é produzir até 100 milhões de doses da vacina até o final deste ano e mais 1,2 bilhão até o final de 2021.

O resultado positivo dos testes fez com que as ações da Pfizer subissem mais de 4% na bolsa americana. (Metro1)

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Mundo

OMS diz que pandemia não está perto do fim: ‘Pior ainda está por vir’


Já passados seis meses do início da crise do coronavírus, com mais de 100 dias de isolamento social no Brasil, a Organização Mundial da Saúde (OMS) alerta que o mundo está ainda distante de ver o final da pandemia e que a atual crise política, falta de unidade nacional e divisão global estão aprofundando o caos.

“A dura realidade é que não está nem perto de acabar”, afirmou Tedros Ghebreyesus, diretor-geral da OMS. Segundo ele, se o mundo continuar dividido e não houver união nacional, “o pior está ainda por vir”.

“Lamentamos dizer isso. Mas tememos o pior com esse tipo de condições”, disse.

“Globalmente, a pandemia se acelera. Todos estamos nessa juntos. E por um longo tempo”, disse. “Vamos precisar de mais paciência, resiliência e humildade”, disse.

Para Tedros, esse é o momento de “liderança moral e política”. “Perdemos muito. Mas não podemos perder esperança”, disse.

No dia 31 de dezembro de 2019, a agência receberia o primeiro alerta oficial de um surto na China. Um mês depois, a emergência global seria declarada, quando existiam apenas doze casos fora da China.

Hoje, são 10 milhões de infectados e mais de 500 mil mortes. Mas a maior preocupação da OMS é a alta no número de casos em países que, depois de obter um certo controle da doença, voltaram a registrar importantes aumentos de novas infecções.

No Brasil, são 1,3 milhão de casos e 57 mil mortes. Nos últimos 30 dias, o país foi o local que mais registrou novos casos no mundo. Em média, nos últimos dias, 20% de novos infectados no mundo estão no Brasil.

Guerra política
Sem citar nomes, Tedros criticou governos e lideranças que têm “politizado” a pandemia e insistiu que o vírus pode ser barrado, mesmo sem a vacina. Para isso, porém, governos precisam investir em testes, isolamento e rastreamento de casos.

“Há como parar o vírus”, disse. “O governo precisa assumir sua responsabilidade e a comunidade precisa fazer seu papel”, afirmou.

Na avaliação de Tedros, a Coreia do Sul é um exemplo de um país que conseguiu, sem a vacina, romper a cadeia de contaminação. (Correio)

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