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Economia

Governo prorroga auxílio emergencial de R$ 600 por mais dois meses


O governo federal confirmou hoje (30) a prorrogação do auxílio emergencial de R$ 600 a trabalhadores informais, autônomos, desempregados e microempreendedores individuais (MEIs), cuja renda foi reduzida durante as medidas de isolamento social para tentar conter a transmissão do coronavírus. Serão liberados mais R$ 1.200 nos próximos dois meses.

O governo vinha sendo pressionado pelo Congresso a prorrogar o benefício, apesar do custo do programa emergencial. A estratégia adotada nesta terça foi estender o auxílio com o mesmo valor atual (R$ 600), sem precisar enviar um novo projeto para o Congresso.

A decisão de manter o valor por mais dois meses é diferente daquela anunciada pelo presidente Jair Bolsonaro ao lado do ministro Paulo Guedes (Economia) na última quinta-feira (25). Eles informaram em live que deveria haver uma prorrogação do auxílio por mais três meses em parcelas de R$ 500, R$ 400 e R$ 300. (Metro1)

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Economia

Auxílio Emergencial: Caixa libera saques e transferências para mais 1,2 milhão de beneficiários


A Caixa Econômica Federal libera a partir desta segunda-feira (13) os saques e transferências da primeira parcela do Auxílio Emergencial para os aprovados inscritos no aplicativo e site dentro do terceiro lote, e que aniversariam entre julho e setembro – um total de 1,2 milhão de trabalhadores. Ao todo, o lote inclui 5,9 milhões de beneficiários.

Os saques e transferências serão realizados conforme o mês de nascimento do trabalhador e vão até o dia 14 de julho. Esses trabalhadores já tiveram o dinheiro liberado na poupança social digital entre os dias 16 e 17 de junho. Veja calendário abaixo:

INSCRITOS VIA APP E SITE – TERCEIRO LOTE — Foto: Economia G1

De acordo com o calendário inicial, nesta segunda, somente os 400 mil inscritos no programa que nasceram em julho teriam direito ao saque. No entanto, um novo calendário garantiu o saque também para quem nasceu nos meses de agosto e setembro, que só teriam acesso ao benefício a partir de terça e quarta-feira, respectivamente.

Além disso, os nascidos em outubro, novembro e dezembro, que receberiam os benefícios quinta (16), sexta-feira e sábado, respectivamente, poderão todos fazer os saques já a partir de terça-feira (14). Em vez dos 400 mil nascidos em agosto que poderiam fazer o saque a partir de terça, serão liberados os saques e transferências para mais 1,2 milhão de beneficiários.

Já a segunda parcela para os aprovados do terceiro lote ainda não tem data definida. (G1)

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Economia

Caixa libera mais um saque do auxílio de R$ 600; veja quem tem direito


A Caixa libera neste sábado (11) o saque da primeira parcela do auxílio emergencial de R$ 600 para mais um grupo de beneficiários. Poderão retirar o dinheiro agora os nascidos em junho do 3º lote de aprovados que não estão inscritos no Bolsa Família.

O pagamento do auxílio emergencial segue dois calendários diferentes. Primeiro, os depósitos são feitos em poupança digital, e o dinheiro só pode ser usado para pagamento de boletos e compras online, por exemplo (não pode ser sacado diretamente). Para esse lote de beneficiários, os depósitos ocorreram nos dias 16 ou 17 de junho. Em um segundo calendário, o dinheiro é liberado para saque e transferência de acordo com o mês de aniversário.

A regra não vale para quem é do Bolsa Família e tem direito ao auxílio. Essas pessoas não acumulam os dois pagamentos (recebem apenas o que for mais vantajoso) e o saque é autorizado conforme o calendário do Bolsa Família, que leva em conta o dígito final do NIS (Número de Identificação Social).

O governo alterou o calendário de saques do 3º lote de aprovados. Quem pode retirar e transferir o dinheiro a partir de hoje são os aniversariantes de junho. Na segunda-feira (13), será a vez dos nascidos entre julho e setembro.

Veja a seguir o calendário completo atualizado:

Auxílio emergencial de R$ 600
3º lote de aprovados

Mês de aniversárioDepósitoSaques e transferências
Janeiro16/jun6/jul
Fevereiro16/jun7/jul
Março16/jun8/jul
Abril16/jun9/jul
Maio16/jun10/jul
Junho16/jun11/jul
Julho17/jun13/jul
Agosto17/jun13/jul
Setembro17/jun13/jul
Outubro17/jun14/jul
Novembro17/jun14/jul
Dezembro17/jun14/jul

Fonte: Caixa Econômica Federal

O governo ainda não divulgou quando as demais parcelas serão pagas para esse grupo. Ao todo, são 4,9 milhões de beneficiários neste lote. Só os nascidos em junho representam 400 mil trabalhadores com direito ao auxílio. (UOL)

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Economia

Maia cobra governo para enviar projeto do Renda Brasil ao Congresso


O presidente da Câmara, deputado Rodrigo Maia (DEM-RJ), cobrou nesta quinta-feira (9) o governo do presidente Jair Bolsonaro (sem partido) o envio da proposta do anunciado programa “Renda Brasil”.

Anunciado pela equipe econômica como um substituto ao Bolsa Família há cerca de um mês, até o momento, o governo ainda não apresentou as bases para o programa.

Em transmissão ao vivo com o banco de investimentos BTG Pactual, Maia cobrou o envio de uma proposta, em vez de discurso, para que o Congresso inicie o debate.

“O governo precisa parar de fazer discurso sobre o tal Renda Brasil e apresentar o programa ao Congresso. O Congresso tendo espaço, tendo a proposta do governo, vai organizar de forma rápida esse debate e vai, claro, avançar, dentro da realidade fiscal brasileira”.

O presidente da Câmara alertou também que o governo tem cerca de 60 dias para fazer o debate do novo programa, ou será pressionado a renovar o benefício de R$ 600 do auxílio emergencial.

Maia disse não ser a favor da prorrogação do auxílio emergencial até o fim do ano, mas ponderou que se o governo não entrar logo no debate, será pressionado a manter o benefício pela sociedade e por parlamentares.

“Se o governo deixar tudo para a última hora, é claro que a pressão da sociedade e dos deputados e deputadas e senadores e senadoras será grande por mais algum período de R$ 600”.

No início de junho, o ministro Paulo Guedes (Economia) se reuniu com deputados federais e anunciou a intenção de criar o chamado Renda Brasil para substituir o atual Bolsa Família.

A intenção é incluir os informais identificados pelo governo e que hoje são beneficiados pelo auxílio emergencial de R$ 600. Guedes, entretanto, não deu mais detalhes sobre a iniciativa na reunião com deputados no início de junho e ainda não apresentou as diretrizes do programa.

A ideia surgiu no ano passado, com a equipe do governo Bolsonaro trabalhando em uma transformação do Bolsa Família. Já havia a previsão de mudar o nome do programa para Renda Brasil.

Segundo integrantes da equipe econômica disseram à reportagem, diversas áreas do ministério estão fazendo estudos para aprimorar o desenho de programas sociais e usar melhor os recursos destinados a eles. Fonte: Yahoo.

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