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Política

Após Facebook derrubar contas de aliados, Carlos Bolsonaro fala em novo ‘movimento pessoal’


O vereador Carlos Bolsonaro (Republicanos-RJ) anunciou hoje (9) em rede social que poderá viver o que chamou de “novo movimento pessoal”. A declaração é feita um dia após o Facebook derrubar perfis falsos ligados a um dos seus aliados no chamado “gabinete do ódio” do Palácio do Planalto.

“Totalmente ciente das consequências e variações. Aos poucos vou me retirando do que sempre explicitamente defendi. Creio que possa ter chegado o momento de um novo movimento pessoal. Estou cagando pra esse lixo de fakenews [sic] e demais narrativas. Precisamos viver e nos respeitar”, escreveu Carlos Bolsonaro.

“Ninguém é insubstituível e jamais seria pedante de me colocar nesse patamar! Todos queremos o melhor para o Brasil e que ele vença! Apenas uma escolha pessoal pois todos somos seres humanos! Seguimos! E surpresas virão! Não comemorem, escória!”, disse o filho do presidente.

O Facebook derrubou ontem (8) uma rede com 88 contas, páginas e grupos ligados a funcionários dos gabinetes do presidente Jair Bolsonaro e aliados. Entre eles, a conta no Instagram @bolsonaronewsss, que é anônima, foi registrada por Tércio Arnaud Tomaz, assessor especial do presidente.

Tércio é apontado como o líder do chamado “gabinete do ódio”, estrutura do Palácio do Planalto que seria usada para mensagens de difamação. A existência deste gabinete foi revelada pelo jornal Folha de S.Paulo ano passado. (Metro1)

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Política

Gabinete de Jair Bolsonaro abasteceu ‘rachadinha’ por meio da filha de Queiroz, indicam extratos bancários

Foto : Reprodução

Mesmo quando empregada no antigo gabinete do presidente Jair Bolsonaro na Câmara dos Deputados, a personal trainer Nathália Queiroz continuou repassando a maior parte de seu salário ao pai, Fabrício Queiroz, ex-assessor de Flávio Bolsonaro (Republicanos-RJ). A informação é da Folha.

Dados da quebra de sigilo bancário de Nathália autorizada pela Justiça apontam que ela transferiu R$ 150.539,41 para a conta do policial militar aposentado no período entre janeiro de 2017 e setembro de 2018, quando esteve lotada no gabinete de Bolsonaro. O valor representa 77% dos recursos recebidos pela personal trainer recebeu da Câmara dos Deputados.

A dinâmica dos repasses é igual à descrita pelo Ministério Público do Rio de Janeiro sobre a suposta “rachadinha” no antigo gabinete de Flávio na Assembleia Legislativa fluminense. Enquanto esteve lotada na Assembleia do Rio, de dezembro de 2007 a dezembro de 2016, promotores identificaram que Nathalia repassou ao menos 82% de seus vencimentos para o pai. As transferências ou depósitos ocorriam sempre em até uma semana após o recebimento do salário.

A defesa de Queiroz afirmou, em nota, que os repasses se basearam na lógica de “centralização das despesas familiares na figura do pai”. Procurada pela reportagem da Folha, a Presidência da República afirmou que não comentaria o caso. (Metro1)

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Política

Bolsonaro defende privatizações e responsabilidade fiscal do Estado


 O presidente Jair Bolsonaro defendeu hoje (12) a privatização de empresas públicas e disse que “os desafios burocráticos do estado brasileiro são enormes”. As informações são da Agência Brasil.

 “O Estado está inchado e deve se desfazer de suas empresas deficitárias, bem como daquelas que podem ser melhor administradas pela iniciativa privada”, escreveu, em publicação nas redes sociais. “Num orçamento cada vez mais curto”, é normal os ministros buscarem recursos em outras fontes para obras essenciais. “Contudo, nosso norte continua sendo a responsabilidade fiscal e o teto de gastos”, afirmou.

Bolsonaro afirmou ainda que privatizar uma empresa “está longe de ser, simplesmente, pegar uma estatal e colocá-la numa prateleira para aquele que der mais ‘levá-la para casa’”. “Para agravar o STF [Supremo Tribunal Federal] decidiu, em 2019, que as privatizações das empresas ‘mães’ devem passar pelo crivo do Congresso”, escreveu. Fonte: Metro1

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Política

Governo Bolsonaro quer Teich em investigação da OMS


O governo de Jair Bolsonaro quer o ex-ministro da Saúde, Nelson Teich, como um dos membros de uma comissão independente que irá examinar a agência e propor uma reforma do organismo. 

A candidatura, no entanto, enfrenta a concorrência de outros nomes da região, já que países como Chile, Peru ou México também apresentaram candidatos e existe entre grupos latino-americanos uma resistência contra nomes propostos pelo Brasil.

De acordo com reportagem de Jamil Chade para o UOL, uma investigação sobre o comportamento da OMS diante da pandemia foi uma das exigências dos governo norte-americano. 

A entidade escolheu, há um mês, as personalidades que irão liderar o processo independente: Helen Clark, ex-primeira-ministra da Nova Zelândia, e Ellen Johnson Sirleaf, ex-presidente da Libéria. Elas, porém, contarão com uma espécie de comissão e é para esse grupo que Teich foi indicado. 

Teich é ex-ministro da saúde e permaneceu por apenas alguns dias no cargo, onde acenou para recomendações da agência internacional.

Mas o diretor-geral da OMS, Tedros Ghebreyesus, deixou claro que a avaliação não será apenas limitado à agência. A meta é também de avaliar até que ponto governos seguiram ou não as recomendações da agência. Fonte: Bahia Notícias

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