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Brasil

Assessor de Bolsonaro é identificado como administrador de páginas de fake news removidas no Facebook


Tercio Arnaud Tomaz, assessor do presidente Jair Bolsonaro, foi identificado como administrador de algumas das páginas removidas ontem (8) pelo Facebook na investigação que resultou na derrubada de uma rede de contas falsas relacionadas ao PSL e a gabinetes da família do chefe do Executivo. 

A investigação do Atlantic Council’s Digital Forensic Research Lab, que realiza análises desde 2018 no Facebook de remoções feitas pela rede social por comportamento inautêntico coordenado. As exclusões de posts foram feitas também no Instagram. 

Tomaz foi o único responsável pelos perfis identificado na investigação que trabalha diretamente com Bolsonaro. Ele chegou a administrar as redes sociais do presidente, quando ainda era candidato, em 2018. Também já trabalhou com o vereador Carlos Bolsonaro e hoje trabalha no Palácio do Planalto, em sala próxima à do chefe do Executivo tem um salário de R$ 14 mil por mês. (Metro1)

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Brasil

Brasil passa dos 100 mil mortos por Covid-19, aponta consórcio


O Brasil superou hoje (8) a marca de 100 mil mortes provocadas pela Covid-19, de acordo com o consórcio de veículos de imprensa divulgado nesta tarde.

O país tem agora 100.240 mortos pelo coronavírus. O levantamento, que é feito com os dados das secretarias de saúde estaduais, indicou 538 novos registros de mortes nas últimas 24 horas e 2.998.796 milhões de casos confirmados. (Metro1)

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Brasil

Brasil terá fábrica para produção de vacina contra a covid-19


 As empresas e fundações Ambev, Americanas, Itaú Unibanco (Todos pela Saúde), Stone, Instituto Votorantim, Fundação Lemann, Fundação Brava e a Behring Family Foundation anunciaram nesta sexta-feira (7) que vão equipar e financiar toda a infraestrutura de uma fábrica para produção de vacina contra a covid-19. O equipamento, que será montado em São Paulo, será doado à Fiocruz e tem capacidade para produção de 30 milhões de doses por mês.

A fábrica deve ser entregue em dezembro. No primeiro momento, o local vai envazar a vacina produzida pela Universidade de Oxford, junto ao laboratório farmacêutico britânico AstraZeneca. A partir de março, a produção deve ser própria.

De acordo com informações divulgadas pela Ambev, inicialmente será construído um laboratório de controle de qualidade, para a realização dos testes desde a primeira fase de incorporação do imunizante pelo Instituto de Tecnologia em Imunobiológicos (Bio-Manguinhos /Fiocruz), que consiste no recebimento de 100 milhões de doses do ingrediente farmacêutico ativo (IFA) para processamento final (formulação, envase, rotulagem e embalagem), dentro de um acordo de encomenda tecnológica respaldado pelo governo. 

A vacina desenvolvida por Oxford se encontra na fase III de testes no Brasil e outros países, como África do Sul, UK e EUA. A expectativa é de que esta vacina tenha a submissão do seu dossiê de registro à agência regulatória nacional ainda neste ano. A partir desse deferimento, as doses produzidas serão disponibilizadas ao Programa Nacional de Imunizações (PNI)/ Ministério da Saúde, para imunização da população de acordo com a sua estratégia.

Além disso, o grupo anunciou que vai investir em adequações do parque fabril de Bio-Manguinhos/Fiocruz, assim como na aquisição dos equipamentos necessários à absorção total da tecnologia para produção do IFA. A previsão é que a infraestrutura esteja pronta até o começo de 2021. Quando concluídos todos os investimentos, Bio-Manguinhos/Fiocruz terá também capacidade para produzir outras vacinas no futuro, incluindo outros tipos contra a covid-19 que sejam aprovados. A unidade produtora será um legado do grupo de empresas e fundações para a sociedade civil e as comunidades científica e médica, que terão acesso a uma infraestrutura que pode acelerar a solução para doenças futuras.

A preparação destas instalações fabris terá um custo de cerca de R$ 100 milhões, recurso viabilizado pela coalizão formada pelas empresas e fundações, responsáveis por 100% desses investimentos, incluindo todos os equipamentos laboratoriais e industriais de ponta necessários à sua operação.

A Ambev será corresponsável, junto com a Fiocruz, pela gestão e execução do projeto, sob supervisão técnica de Bio-Manguinhos/Fiocruz. O escritório Barbosa, Mussnich e Aragão Advogados atuará como consultor jurídico do projeto, pró bono. Um comitê composto por todas as empresas e fundações será formado para acompanhar o andamento das obras e aquisições dos equipamentos. 

Parte dos integrantes da coalizão também apoiará a construção de uma fábrica similar no Instituto Butantan, em São Paulo. As duas iniciativas, que unem esforços dos setores público e privado, lideradas por brasileiros de ponta a ponta, trarão ao Brasil uma autonomia inédita para o abastecimento de vacinas contra a covid-19, e serão também as primeiras fábricas capazes de produzir este tipo de vacina na América do Sul.

Fonte: Correio.

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Brasil

Deputado federal cria petição para colocar vira-lata caramelo em nota de R$ 200


O deputado federal Fred Costa (Patriota-MG), criou uma petição para que seja colocado um cachorro vira-lata caramelo como ilustração da nota de R$ 200, ao invés de um lobo-guará, animal escolhido para representar a cédula. O pedido foi lançado no dia 30 de julho, quando se reuniu com o presidente do Banco Central, Roberto Campos Neto.

A petição chegou a mais de 60 mil assinaturas, e o que parecia ser apenas uma ideia inusitada, se tornou algo a ser pensando pelo Banco Central (BC). A diretora de administração do BC, Carolina de Assis Barros, afirmou que a instituição estuda uma ação relacionada ao animal, já que, na petição, foi usada a justificativa de combate aos maus-tratos”.

“Não descartamos a relevância do Lobo-guará na história e na fauna brasileiras, porém o cachorro vira-lata está mais relacionado ao cotidiano dos brasileiros e, além disso, é presente em todas as regiões do país”, diz.

“Infelizmente, todo ano, milhares de animais domésticos sofrem maus-tratos. Há pesquisas que apontam que há cerca de 30 milhões de animais abandonados no Brasil. Outra pesquisa mais recente, do instituto PetBrasil, mostra 3,9 milhões de animais domésticos em condições de vulnerabilidade”, continuou.

A petição ainda diz que o ‘sem raça definida’ é um símbolo da sociedade brasileira e o animal mais popular do país. Além disso, a inclusão do cão poderia estimular à adoção e o controle da espécie. (VN)

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