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Economia

Caixa libera mais um saque do auxílio de R$ 600; veja quem tem direito


A Caixa libera neste sábado (11) o saque da primeira parcela do auxílio emergencial de R$ 600 para mais um grupo de beneficiários. Poderão retirar o dinheiro agora os nascidos em junho do 3º lote de aprovados que não estão inscritos no Bolsa Família.

O pagamento do auxílio emergencial segue dois calendários diferentes. Primeiro, os depósitos são feitos em poupança digital, e o dinheiro só pode ser usado para pagamento de boletos e compras online, por exemplo (não pode ser sacado diretamente). Para esse lote de beneficiários, os depósitos ocorreram nos dias 16 ou 17 de junho. Em um segundo calendário, o dinheiro é liberado para saque e transferência de acordo com o mês de aniversário.

A regra não vale para quem é do Bolsa Família e tem direito ao auxílio. Essas pessoas não acumulam os dois pagamentos (recebem apenas o que for mais vantajoso) e o saque é autorizado conforme o calendário do Bolsa Família, que leva em conta o dígito final do NIS (Número de Identificação Social).

O governo alterou o calendário de saques do 3º lote de aprovados. Quem pode retirar e transferir o dinheiro a partir de hoje são os aniversariantes de junho. Na segunda-feira (13), será a vez dos nascidos entre julho e setembro.

Veja a seguir o calendário completo atualizado:

Auxílio emergencial de R$ 600
3º lote de aprovados

Mês de aniversárioDepósitoSaques e transferências
Janeiro16/jun6/jul
Fevereiro16/jun7/jul
Março16/jun8/jul
Abril16/jun9/jul
Maio16/jun10/jul
Junho16/jun11/jul
Julho17/jun13/jul
Agosto17/jun13/jul
Setembro17/jun13/jul
Outubro17/jun14/jul
Novembro17/jun14/jul
Dezembro17/jun14/jul

Fonte: Caixa Econômica Federal

O governo ainda não divulgou quando as demais parcelas serão pagas para esse grupo. Ao todo, são 4,9 milhões de beneficiários neste lote. Só os nascidos em junho representam 400 mil trabalhadores com direito ao auxílio. (UOL)

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Economia

Custo da pandemia chega a R$ 700 bilhões no Brasil, diz jornal

Foto; Marcello Casal Jr/Agência Brasil

A pandemia do novo coronavírus vai custar ao Brasil pelo menos R$ 700 bilhões apenas em 2020. Segundo um levantamento feito pelo jornal Estadão, o valor equivale a 10% do Produto Interno Bruto (PIB) do país e a R$ 3,3 mil para cada brasileiro. Os dados foram coletados com base em estimativas do governo e dos bancos.

Ainda conforme a publicação, o “orçamento de guerra” aprovado pela Câmara de Deputados daria para pagar o Bolsa Família por 21 anos, já levando em consideração o aumento de beneficiários. O valor representa quase seis vezes o déficit esperado para este ano, que era de R$ 124,1 bilhões antes da pandemia. (VN)

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Economia

Veja quem recebe o auxílio emergencial nesta semana


Caixa Econômica Federal (CEF) retoma o pagamento do auxílio emergencial do governo federal na quarta-feira (12). No dia, recebem a ajuda de R$ 600 na poupança digital todos os cadastrados via site/aplicativo e inscritos no CadÚnico, nascidos em julho. Cada beneficiário receberá a parcela correspondente a data em que foi aprovado, ou seja, basta ficar ligado em quantas parcelas você já recebeu para entender qual será a próxima.

Na quinta (13), os aprovados nascidos em maio, que tiveram acesso ao dinheiro através de suas contas digitais em 5 de agosto, poderão sacar a quantia e realizar transferências, e na sexta-feira (14), nascidos em agosto recebem o dinheiro na poupança digital.

Primeiro ciclo

Com a mudança no pagamento do benefício, ele passou a ser dividido em quatro ciclos. A primeira etapa do Ciclo 1, que é o atual, é de 22 de julho e 26 de agosto, quando os beneficiários recebem o crédito em conta. Já a segunda etapa do mesmo ciclo é entre os dias 25 de julho e 17 de setembro, quando há a liberação para saques e transferências.

O beneficiário receberá a 1ª, 2ª, 3ª ou 4ª parcela, conforme a data em que teve o cadastro aprovado. Nesta quarta (12), poe exemplo, todos os aprovados nascidos em julho recebem a quantia na poupança digital e terão liberdade para sacar o dinheiro e realizar transferências a partir de 22 de agosto.

Confira o calendário completo deste primeiro ciclo

Beneficiários que receberam a primeira parcela em abril, receberão a quarta parcela; os que receberam a primeira parcela em maio, receberão a terceira parcela; os que receberam a primeira parcela de 1º de junho a 4 de julho receberão a segunda parcela. Já os cadastrados entre 17 de junho e 2 de julho receberão a primeira parcela, assim como os trabalhadores aprovados no último lote, que são os que tiveram o benefício inicialmente negado, mas recorreram entre os dias 24 de abril e 19 de julho, e foram considerados elegíveis. 

Nascidos em janeiro: depósito em 22/07 e saque em 25/07
Nascidos em fevereiro: depósito em 24/07 e saque em 1/08
Nascidos em março: depósito em 29/07 e saque em 1/08
Nascidos em abril: depósito em 31/07 e saque em 8/08
Nascidos em maio: depósito em 5/08 e saque em 13/08
Nascidos em junho: depósito em 07/08 e saque em 22/08
Nascidos em julho: depósito em 12/08 e saque em 27/08
Nascidos em agosto: depósito em 14/08 e saque em 1/9
Nascidos em setembro: depósito em 17/08 e saque em 05/09
Nascidos em outubro: depósito em 19/08 e saque em 12/09
Nascidos em novembro: depósito em 21/08 e saque em 12/09
Nascidos em dezembro: depósito em 26/08 e saque em 17/09. Fonte: UOL.

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Economia

Governo estuda manter auxílio emergencial com valor menor até março


A ala política do governo estuda prorrogar o pagamento do auxílio emergencial até março de 2021, segundo reportagem do portal UOL. De acordo com a publicação, a ideia é que o benefício, atualmente em R$ 600, seja reduzido para um valor entre R$ 200 e R$ 300. A medida, entretanto, é vista com ressalvas pelo Ministério da Economia e precisa ser votada pelo Congresso.

O pagamento do auxílio emergencial está garantido até agosto, e o governo avalia eventuais consequências políticas na popularidade do presidente Jair Bolsonaro (sem partido) caso ele seja extinto, sem uma alternativa viável. Sem a clareza sobre a duração da pandemia, estudos para definir a extensão do auxílio já estão em curso.

Ainda segundo o po UOL, a extensão do auxílio emergencial seria uma forma de compensar um atraso no Renda Brasil, o grande programa social do governo Bolsonaro. O governo não deve concluir tão rapidamente quanto gostaria os projetos e adequações de sistemas para criar o Renda Brasil, que deve unificar o Bolsa-Família, o abono salarial, o salário-família e o seguro defeso. A ideia é criar uma marca social para Bolsonaro porque o Bolsa-Família é uma herança do PT.

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