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Política

Se houver segurança e seguindo recomendações da saúde, diz Neto sobre adiar Carnaval 2021



O prefeito de Salvador, ACM Neto, falou hoje (12) sobre a possibilidade de adiamento do Carnaval 2021, em razão da pandemia do coronavírus. O comentário foi feito após um seguidor, em sua conta no Instagram, questionar se a festa poderia acontecer em maio.

“Ainda não temos como saber, amigo. O que eu disse foi o seguinte: vou me reunir com prefeitos das cidades que fazem Carnaval para pensar em alternativas viáveis. Uma das possibilidades é o adiamento conjunto da festa. Isso só será feito se houver segurança e, é claro, seguindo as indicações de médicos, cientistas e organizações de saúde. Abraço!”, escreveu o prefeito. Fonte: Metro1

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Política

Brejões e outros cinco municípios têm contas rejeitadas pelo TCM


Os conselheiros do Tribunal de Contas dos Municípios rejeitaram as contas do prefeito de Brejões, Alessandro Brandão Correia, relativas ao exercício de 2019. O gestor municipal, além de extrapolar o limite para gastos com pessoal, não aplicou o percentual mínimo exigido na manutenção e desenvolvimento do ensino municipal, nem pagou multas da sua responsabilidade. A decisão foi proferida na sessão desta terça-feira, 1º, realizada por meio eletrônico. Outras cinco prefeituras também tiveram suas contas de 2019 rejeitadas.

O conselheiro Fernando Vita, relator do parecer de Brejões, imputou ao prefeito multa no valor de R$64.800,00 – que corresponde a 30% dos seus subsídios anuais – pela não recondução dessas despesas ao limite previsto na Lei de Responsabilidade Fiscal. Foi aplicada ainda uma segunda multa, no valor de R$12 mil, pelas demais irregularidades apuradas pela equipe técnica. Os conselheiros aprovaram também a formulação de representação ao Ministério Público Estadual, para apuração de ato que pode configurar crime de improbidade administrativa.

O município apresentou no exercício uma receita arrecadada no montante de R$37.538.233,27 e promoveu despesas no valor total de R$39.463.853,30, o que revelou um déficit orçamentário de R$1.925.620,03, configurando o desequilíbrio das contas públicas.

Outras rejeições – Na mesma sessão, as prefeituras de Canarana, da responsabilidade do prefeito Ezenivaldo Alves Dourado; de Gongogi, Edvaldo dos Santos; de São Felipe, Rozalio Souza da Hora (01/01 a 13/08) e Antônio Jorge Macedo da Silva (14/08 a 31/12); de Jussari, Antônio Carlos Bandeira Valete; e de São Domingos, Izaque Rios da Costa Júnior tiveram suas contas de 2019 rejeitadas pelo TCM. Todos os gestores foram penalizados com multas proporcionais à gravidade das irregularidades praticadas.

O prefeito de Canarana, Ezenivaldo Alves Dourado, também sofreu a determinação de representação ao Ministério Público Estadual, em razão do descumprimento dos percentuais mínimos de investimento nas áreas de Educação e na aplicação de recursos do Fundeb na remuneração dos profissionais do magistério.

As decisões cabem recursos.

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Política

Jaques Wagner avalia possibilidade de concorrer ao governo em 2022: ‘Meu nome está posto’

Foto : João Ramos/PT

Ex-governador da Bahia entre 2007 e 2014, Jaques Wagner (PT) não descarta ser novamente o candidato do PT para disputar as eleições do Governo do Estado em 2022. Em entrevista a Mário Kertész hoje (30), no Jornal da Bahia no Ar da Rádio Metrópole, ele comentou que pode concorrer à disputa da sucessão estadual após o fim do mandato do correligionário, o atual governador Rui Costa (PT). No entanto, ele diz que é necessário aguardar desdobramentos das eleições municipais deste ano.

“Meu nome está posto, tanto na cena nacional como na cena estadual. Tenho responsabilidade, me lembro que você me perguntou se eu seria candidato a prefeito. Eu disse que de jeito nenhum. Você me perguntou se eu seria candidato a governador e eu disse que vai depender exatamente se for para manter a unidade do grupo, eu colocarei meu nome”, relembrou o petista.

Ainda segundo Wagner, as discussões terão início nesta semana. Nesta segunda-feira (30), o tema será conversado com o governador Rui Costa. Também está prevista uma conversa com o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva sobre o resultado do PT no país após o segundo turno.

Wagner destacou a necessidade de renovar quadros políticos para o bloco governista num futuro próximo. “Para 2022, tem que esperar um pouco essa cena ir se arrumando. Mas meu nome está colocado, vou conversar isso com Rui e o grupo. Continuo pregando e uma coisa que me alegrou nessa eleição foi de que, no segundo turno, tinha muita garotada, como Manuela, Boulos, tanto João quanto Marília em Pernambuco. Aqui teve Zé Neto e Zé Raimundo não é a mesma coisa porque têm a minha idade. Mas apareceu muita gente nova na cena política e com desempenho que considero positivo. Na minha opinião, o PT tem que fazer isso, uma mudança de conteúdo para atualizar seu conteúdo e uma mudança geracional para colocar gente mais nova. Nada contra a gente, desempenhamos uma coisa boa, mas é preciso trazer uma outra geração para ocupar espaço”, avaliou.

Leia a matéria original em Metro1

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Política

Neto comemora sucesso do DEM e aponta enfraquecimento da esquerda no país


O sucesso do DEM nas últimas eleições municipais, onde conseguiu 198 prefeituras a mais do que em 2016, foi comemorado pelo prefeito de Salvador e presidente nacional do Democratas, ACM Neto. Em entrevista para a Folha de S.Paulo, o cacique democrata falou sobre as perspectivas do partido, agora com 464 gestores escolhidos e falou sobre seu futuro.

“Foi feito todo um trabalho de planejamento desde 2018. Nós estabelecemos como prioridade o trabalho nas bases, a estratégia de crescimento ia ser de baixo para cima. É claro que o bom momento político vivido pelo partido também acabou ajudando. Conseguimos nos colocar no centro de decisões nacionais, especialmente por ter Rodrigo Maia e Davi Alcolumbre presidindo as Casas, e o resultado está aí: o partido saiu muito maior do que entrou. Tivemos aumento de 55% de candidatos. Trouxemos novos quadros e fizemos um trabalho para focar as capitais. Esperamos consolidar e coroar isso em 2022”, avaliou.

Com o seu sucessor garantido após a eleição de Bruno Reis (DEM) na capital soteropolitana, Neto sugeriu que seu futuro deve mesmo ser a disputa pelo governo do estado mas não descartou outras opções como uma possível candidatura à presidência.

“O mais provável é ser governador do estado da Bahia, porém neste momento eu ainda não posso e não vou descartar outras opções. Existem muitas pessoas de dentro e fora que desejariam que eu fosse candidato a presidente. Não sei se é o momento, e não existe candidatura a presidente séria de si próprio, ainda mais num quadro complicado como a gente vive hoje”, afirmou o presidente da sigla que apontou ainda o governador de Goiás, Ronaldo Caiado, o ex-ministro da Saúde, Luiz Henrique Mandetta, e o deputado federal, Rodrigo Maia, como outros nomes do partido que seriam presidenciáveis.

Caso não tenha candidato próprio, a única certeza de Neto é de que o partido não apoiará “extremos e radicais” incluindo o presidente da República, Jair Bolsonaro (Sem Partido), caso o mesmo siga esse caminho. Neto ainda avaliou positivamente os nomes de Luciano Huck, que na sua visão “pode ajudar muito o país por ter espírito público e sensibilidade” e do ex-ministro da Justiça Sérgio Moro, “que teve uma importante trajetória e deve ser respeitado” mas afirmou que ainda não pode especular nomes de candidatos.

Velha política e esquerda

Um dos discursos altamente difundidos, e que tiveram sucesso na eleição de 2018, o discurso da antipolítica, perdeu espaço nessas eleições municipais de acordo com Neto. Para ele, o contexto dos quadros formados sugeriu uma “preferência do eleitor por pessoas com capacidade de gestão” e enfraqueceu a chamada “nova política” além de mostrar uma rejeição aos negacionistas da pandemia do COVID-19.

“A tal da nova política ficou velha muito rápido. E ficou mais velha do que a chamada velha política pelo insucesso de governadores como Wilson Witzel (RJ) o do Amazonas e o de Santa Catarina, que foram afastados do cargo. Houve ainda na eleição um posicionamento do eleitor confirmando a sua preferência por aqueles que defenderam a vida. O resultado está aí: ninguém que se arvorou a defender o “liberou geral”, o vale tudo, o negacionismo da pandemia foi premiado nas urnas”, ponderou.

Ainda de acordo com Neto, quem também sai derrotada nas urnas é a esquerda. Com as derrotas em todas as capitais, além de polos importantes como Feira de Santana e Vitória da Conquista nesse segundo turno, o democrata vê um enfraquecimento do espectro político apesar de reconhecer que a votação expressiva de Guilherme Boulos (PSOL) em São Paulo o coloca como um novo nome importante no campo da esquerda.

“O resultado das urnas é um recado das ruas mostrando que a esquerda perdeu completamente o discurso e está carente de lideranças no país. O segundo turno confirma isso e é claro que dá ainda mais ânimo numa perspectiva futura de um projeto que não passe por um retorno às esquerdas”.

Leia a matéria original em A Tarde

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