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Bahia

Ao menos seis cidades do interior utilizam remédios sem eficácia comprovada no combate à covid-19


O prefeito de Vitória da Conquista, Herzem Gusmão (MDB), foi a Brasília e se reuniu com o Ministério da Saúde com um documento em mãos: um abaixo-assinado com 124 assinaturas de médicos da cidade que solicitam o envio, pelo Governo Federal, de medicamentos para o suposto tratamento precoce e até preventivo ao coronavírus. Dentre as drogas defendidas pelo grupo, estão a cloroquina ou hidroxicloroquina, azitromicina e ivermectina.

A cidade no Sudoeste da Bahia não está só. O CORREIO identificou outros cinco municípios do estado onde o tratamento precoce é adotado com algum apoio do poder municipal: Itaberaba, Itagi, Lençóis, Jequié e Porto Seguro. 

Gusmão apoia a demanda desses médicos, que desenvolveram o protocolo de tratamento com base nas “experiências positivas divulgadas por diversos profissionais em várias partes do mundo, inclusive no Brasil”, como diz um trecho do abaixo-assinado. 
 
“O que a gente vê é que é uma doença nova. Nenhum médico tem experiência com ela. Quando você tá numa guerra, você deve usar a arma que você tem”, explicou o médico Péricles Melo Prado, integrante do grupo e consultor sobre efeitos colaterais das drogas usadas.  

A prefeitura de Conquista não adotou nenhum protocolo de tratamento da doença com o uso desses medicamentos. Os médicos, no entanto, possuem autonomia para receitar as drogas, caso os pacientes aceitem. Péricles, por exemplo, é contra ao uso dos remédios sem prescrição. “O médico tem que autorizar e o paciente também”, destacou.  

Fonte: Correio.

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Bahia

Parada do Orgulho LGBTQIA+ será vitual este ano por conta do coronavírus

Foto : Paulo Pinto/FotosPublicas

Com a pandemia do coronavírus, a Parada do Orgulho LGBTQIA+ da Bahia não terá trios e muita cor passando pelas ruas do estado. Este ano, a 19ª edição do evento acontecerá virtualmente no sábado (5), a partir das 18h. O tema é “Racismo na comunidade LGBTQIA+”.

O evento será transmitido ao vivo pelo canal @me_salte, do jornal Correio. A programação contará com mesas de debate, espaços para militância e apresentações artísticas.

O tema escolhido para este ano surge após relatório do Grupo Gay da Bahia (GGB), “Mortes Violentas de LGBT+ no Brasil”, finalizado ano passado, que mostra que os homicídios contra pessoas LGBTQIA+ pardas e pretas são 37,08% dos casos, enquanto brancos correspondem a 36,78%.

O estudo relata que os casos de violência cresceram exponencialmente entre 2010 a 2019, ficando com, em média, 250 mortes a cada ano. A Bahia é o segundo estado que mais mata LGBTs no Brasil.

Leia a matéria original em Metro1

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Bahia

Bahia registra 21 óbitos e 1.652 novos casos de Covid-19 nas últimas 24h

Foto : Diego Vara / Agência Brasil

A Bahia registrou nas últimas 24 horas 1.652 novos casos de Covid-19 e mais 21 óbitos pela doença, segundo dados divulgados hoje (30) pela Secretaria de Saúde do Estado.

Dos 403.071 casos confirmados desde o início da pandemia, 383.774 já são considerados recuperados e 11.029 encontram-se ativos. O número total de óbitos por Covid-19 na Bahia desde o início da pandemia é de 8.268.

Na Bahia, 31.881 profissionais da saúde foram diagnosticados com a Covid-19. Dos 1.855 leitos disponíveis para a Covid-19, 1.061 possuem pacientes internados. A taxa de ocupação de leitos de UTI adulto no estado para pacientes com coronavírus é de 68%.

Leia a matéria original em Metro1

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Bahia

‘Sistema de saúde está mais pressionado do que no começo do ano’, alerta secretário


O secretário de Saúde da Bahia, Fábio Vilas-Boas, fez um alerta sobre a pressão que o sistema de saúde do estado tem sofrido com a alta no número de infectados pelo coronavírus. Segundo o titular da pasta, os hospitais estão mais cheios do que o observado no início da pandemia.

“Estamos com números que remontam ao início da pandemia. Essa elevação era previsível, estávamos enxergando diariamente uma flexibilização fora de controle em todo o país, com festas, carreatas. A população não se mobilizou”, disse em entrevista à TV Bahia, ao apontar que as pessoas estão retomando uma vida normal e negligenciando os cuidados básicos, como distanciamento social e uso de máscaras.

De acordo com o secretário, os leitos de UTI estão ainda mais cheios porque, ao retomar uma vida normal, a população volta a sofrer com problemas que haviam sido reduzidos, como os acidentes de trânsito, que voltaram a crescer.

“O sistema de saúde está duplamente pressionado pela volta da quase normalidade que as pessoas estão encarando. Estamos mais pressionados do que no começo do ano. Estamos em plena pandemia, a coisa não acabou, de forma alguma. Estamos vivendo uma retomada clara de tudo e temos uma elevação do número de casos, de pessoas internadas em todas as regiões do estado, e de forma mais grave do que ocorreu no começo. E estaos vendo a necessidade de UTI aumentando tanto pra covid, quanto pra casos como doenças de infarto, AVC, acidentes, o que aumenta essa sobrecarga”.

De acordo com Vilas-Boas, o cenário tem obrigado a secretaria a se mobilizar. Leitos que foram abertos no começo da pandemia, para dar conta do alto número de casos, e que já havia sido fechados, serão reabertos em todo o estado. “Vários hospitais que tinham leito temporário para covid, na capital e no interior, precisão reabrir. As UTIs covid e não covid estão cada vez mais cheias”.

Eleições fazem casos dispararem
Fábo Vilas-Boas alertou ainda que os baianos têm sofrido com um aumento significativo no número de casos há pelo menos dus semanas, graças às aglomerações provocadas por carreatas e comícios políticos.

“Esses fenômenos pré-eleitorais foram responsáveis por alavancar esse aumento de casos em todo o país, como no Paraná, Espírito Santo, Rio de Janeiro. Aqui na Bahia, tem duas semanas que estamos enfrentando aumentos sucessivos no número de casos ativos, de notificação e de testagens pelo Lacen”.

Outro alerta dado pelo secretário é que a Bahia terá, provavelmente, uma alta o registro de mortes pela doenças no próximo mês. “Embora não tenhamos até esse momento uma elevação na taxa de letalidade por covid, é possível que isso venha a acontecer nas próximas semanas, porque a covid é uma doença que não mata nos primeiros dias. Quando ela mata, geralmente isso ocorre em um mês, então é possível que a gente veja sim, um aumento no número de mortos”.

Leia a matéria original em Correio

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