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Saúde

Fiocruz aposta em vacinação contra Covid-19 em fevereiro de 2021


Pesquisadores da Fiocruz apostam em vacinação inicial contra a Covid-19 em fevereiro de 2021 para um público específico. A partir daí, a produção nacional das doses poderá garantir imunização à população em geral, afirma a vice-diretora de Qualidade da Bio-Manguinhos (Fiocruz), Rosane Cuber Guimarães. A informação foi divulgada pela Agência Brasil.

Os recentes resultados de pesquisas da Universidade de Oxford, no Reino Unido, sobre a segurança da vacina contra a Covid-19 elevaram o nível de otimismo em todo o mundo. As pesquisas das fases 1 e 2, exigidas pelo procedimento científico, descartaram efeitos adversos graves provocados pela vacina. 

O Brasil foi um dos países escolhidos para participar da Fase 3 dos estudos, que testa a eficácia da vacina. Os testes, que estão a cargo da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp) e outras instituições parceiras, envolvem 5 mil voluntários de São Paulo, Rio de Janeiro e Salvador. Fonte: Metro1

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Saúde

Segunda vacina contra Covid-19 é aprovada na Rússia após testes preliminares


Uma segunda vacina desenvolvida contra Covid-19 obteve aprovação regulatória da Rússia. No mês de agosto o país registrou a primeira imunização contra a doença que gerou uma pandemia e vem causando mortes em todo o mundo. O registro de medicamentos autorizados do país foi atualizado nesta quarta-feira (14). O presidente Vladimir Putin deu a notícia em uma reunião de governo, traz o G1.

O Instituto Vector, da Sibéria, foi o responsável pelo desenvolvimento dessa segunda vacina. O estágio inicial de testes em humanos foi concluído no mês de setembro. De acordo com reportagem do G1, o estudo de Fase I injetou a imunização em cinco voluntários, com a possibilidade de ampliação dos testes em até 100 voluntários com idades entre 18 e 60 anos.

“Precisamos aumentar a produção da primeira e da segunda vacina”, disse Putin em comentários transmitidos pela televisão estatal.

A vacina do Instituto Vector foi desenvolvida a partir de uma tecnologia criada inicialmente para o Ebola. O imunizante é composto por fragmentos de proteínas (peptídeos) do vírus que são capazes de estimular o sistema imune a induzir uma resposta protetora, traz a matéria. (BN)

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Saúde

Novo tipo de coronavírus que afeta suínos pode infectar humanos, diz estudo

Foto: Divulgação / Jonas Oliveira / AEN

Um estudo publicado na revista científica PNAS mostrou que um tipo de coronavírus que afeta suínos pode infectar humanos.

De acordo com informações do portal Viva Bem, do Uol, os pesquisadores afirmam que a saúde pública e a economia global podem ser afetadas pela síndrome da diarreia aguda em suínos (SADS-CoV).

O resultado é baseado na conclusão de testes de laboratório, que indicaram que o vírus se reproduz eficentemente em células dos pulmões e dos intestinos grosso e delgado.

De acordo com os pesquisadores, esse tipo de coronavírus surgiu em morcegos e infectou porcos na China e em outros países.

Leia a matéria original em Bahia Notícias

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Saúde

OMS: Brasil não terá vacinação em massa em 2021 pois “não vai ter vacina suficiente”

Foto: ilustrativa/Pexels

A vice-diretora-geral da Organização Mundial da Saúde (OMS), Mariângela Simão, disse nesta terça-feira (13/10) que “tem certeza” de que o Brasil não terá uma vacinação em massa contra o novo coronavírus em 2021. Ela afirmou que provavelmente apenas aqueles na área de risco sejam vacinados.

“Não vai ter vacina suficiente no ano que vem para vacinar toda a população, então o que a OMS está orientando é que haja uma priorização de vacinar profissionais de saúde e pessoas acima de 65 anos ou que tenham alguma doença associada”, afirmou, em entrevista à CNN Brasil.

Para ela, no final de 2021, “com tudo correndo bem”, novas vacinas devem ser aprovadas e mais empresas possam fabricar as substâncias, para que sejam liberadas mais rápido. “Eu diria que 2022 é um ano que vamos ter mais vacinas porque a gente está com tanta vacina em desenvolvimento… É provável que a gente tenha ainda outras vacinas que cheguem no ano que vem provando serem seguras e eficazes”, pontuou.

A premissa seria válida não apenas para o Brasil, mas para todos os outros países. “O importante agora não é imunizar todo mundo no país, o que é impossível: é imunizar aqueles que precisam em todos os países”, concluiu.

Leia a matéria original em AratuOn

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