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Bahia

Ocupação de leitos de UTI em Salvador cai para 68%


A taxa de ocupação dos leitos de UTI exclusivos para pacientes com a Covid-19 caiu para 68% em Salvador nesta quinta-feira. É a primeira vez que o percentual fica abaixo dos 70% desde o dia 24 de maio, quando a taxa foi de 69%. A informação foi anunciada pelo prefeito ACM Neto, via twitter.

“Esse percentual demonstra que as ações da Prefeitura e do governo do Estado estão corretas. Vamos continuar trabalhando muito para que possamos implantar fase dois da retomada o mais rápido possível”, disse ACM Neto. O percentual divulgado nesta quinta abre caminho para a fase 2 da reabertura.

Para esta nova etapa, em que academias, barbearias, salões de beleza e centros culturais podem reabrir,é preciso um intervalo de 14 dias da primeira fase, que começou na última sexta-feira (24). Além disso, dentro desses 14 dias, a taxa de ocupação dos leitos precisa ficar por cinco dias no patamar de até 70%. (Bahia.Ba)

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Bahia

PF cumpre mandados na Bahia em operação contra tráfico internacional de drogas

Foto: Divulgação / PF

A Polícia Federal cumpre na manhã desta quarta-feira (12) mandados de busca e apreensão em Salvador, Conceição do Coité e Lauro de Freitas, na segunda fase da Operação Olossá, que investiga uma organização criminosa especializada no tráfico internacional de drogas.

Além da Bahia, a ação ocorre também nos estados de Sergipe, Maranhão, Pará, São Paulo e Santa Catarina. Ao todo, são 22 mandados, 12 de prisão – destes, três estão sendo cumpridos no exterior, com o auxílio da Interpol; dois na Espanha e um na Tailândia – e 10 de busca e apreensão.

A operação desta manhã é um desdobramento da primeira fase, deflagrada em 10 de março deste ano, que cumpriu quatro mandados de busca e cinco mandados de prisão nas cidades de Salvador e Ipiaú, na Bahia, e Ananindeua, no Pará.

As investigações apontam que a droga era transportada por avião, especialmente para países da Europa e da Ásia. Os traficantes usavam mulas, que levavam os entorpecentes escondidos em suas bagagens. A Polícia Federal estima que cada transporte realizado poderia gerar lucro de quase R$ 500 mil para a organização criminosa.

A partir da análise do material apreendido na primeira fase, conseguiu-se identificar a liderança e integrantes do primeiro escalão da organização criminosa investigada, inclusive de pessoas que iniciaram como “mulas” e assumiram outros postos no esquema criminoso, mudando-se para o exterior para recepcionar os viajantes que chegavam do Brasil transportando a droga.

A apuração começou em maio de 2019, a partir do aprofundamento de informações recebidas pelo serviço de Disque Denúncia da Secretária de Segurança Pública da Bahia (SSP-BA).

À época, a Polícia Federal levantou que o proprietário de uma barraca de praia em Lauro de Freitas usava o estabelecimento para aliciar as “mulas”, sendo ele o principal integrante da organização criminosa nessa função. Ele também providenciava as passagens, documentos e dinheiro para o custeio da viagem. Cada pessoa que realizava a viagem recebia em torno de R$ 20.000,00 no caso de êxito no transporte da droga. (Bahia Notícias)

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Bahia

Volume de chuvas acima da média leva Bahia a safra recorde de milho

Foto: Divulgação/Aiba

A Bahia tem previsão de produzir uma safra recorde de grãos em 2020. A estimativa é do  Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), que divulgou nesta terça-feira (11) a atualização do Levantamento Sistemático da Produção Agrícola (LSPA).

O milho é o grande responsável por esse aumento. A tendência é que 1,8 milhão de toneladas sejam produzidas neste ano e isso representa um aumento de quase 32% em relação ao ano passado. Em julho, a estimativa para o estado é de uma produção de 9.534.331 toneladas de grãos neste ano, a maior da série histórica do acompanhamento de safra do IBGE, iniciado em 1972.

Analista de dados do IBGE, Mariana Viveiros explica que apesar de puxar a estimativa para cima, o milho não é o principal grão produzido pela Bahia, que tem na soja o seu artista principal. Municípios da região Oeste como Barreiras e Luís Eduardo Magalhães são os destaques nesse tipo de colheita.

No entanto, aqui não estamos falando daquele milho de São João, que nós, humanos comemos e utilizamos para uma série de receitas como bolos, pamonha e similares. Mariana Viveiros explica que aqui a produção é das chamadas commodities, produtos que são produzidos em larga escala e podem ser estocados sem perda de qualidade.

Mas a que se deve esse aumento? A especialista conta que houve um ganho de produtividade. Ou seja, investiu-se mais em tecnologia para o plantio dos milhos porque o valor de exportação está vantajoso, leia-se mais caro, para os produtores.

No Oeste da Bahia há a plantação de milho com mais tecnologia e por isso a produtividade não aumentou tanto. Conselheiro técnico da Associação de Agricultores e Irrigantes da Bahia (Aiba), Luiz Sthalke explica que o Oeste aiano é responsável por 160 mil hectares de produção no estado e tem produtividade girando em torno de 150 sacas por hectare.

O conselheiro aponta que um fator fundamental para que essa safra aumentasse, principalmente para os pequenos produtores, foi o volume de chuvas que caiu em abundância no território baiano durante os seis primeiros meses do ano.

“A produtividade média geral é baixa. Aqui em nossa região há um maior investimento em tecnologia e por isso devemos ter um salto de 140 para 150 sacos por hectares. Mas esse não é o cenário de todo o Estado. Esses milhos que não são plantados com alta tecnologia têm produtividade de 50 a 80 sacos por hectare. Ou seja, com o aumento das chuvas foram os produtores de pequenos porte quem tiveram esse grande aumento no rendimento”, explicou.

Cerca de 75% da produção de milho tem como destino a alimentação animal e serve de insumo para a indústria da carne. Neste caso, o milho é cultivado em grande escala, na versão seca, colhido em 120 dias já com o grão duro, no ponto ideal para a ser triturado e transformado em ração.

Cerca de 60% deste volume vira matéria prima para ração de aves. Outros 32% vão para as granjas de suínos. Aproximadamente 5% são reservados para as indústrias de sementes, e 3% vão para a pecuária, de acordo com dados da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp), onde se concentram muitas indústrias moageiras.

Uma outra pequena parcela da produção nacional de milho, menos de 10%, é direcionada para fabricação de produtos variados que vão desde cosméticos, talcos, chicletes, biodiesel, até produtos farmacêuticos.

De acordo com a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), a venda para o mercado externo também será favorecida por causa do valor de câmbio elevado e a quantidade de negociações antecipadas que estão ocorrendo. Ou seja, com medo de uma alta ainda maior, há países que estão comprando produtos braisleiros de forma antecipada.

Ainda segundo a Conab, a produção nacional de grãos deve chegar a 253,7 milhões de toneladas em 2020. Cerca de 90% de toda a produção no país é composta por soja e milho. No caso da soja, “o mercado indica uma estimativa de exportações sem igual este ano, com 82 milhões de toneladas”. E a projeção é de preço elevado ao longo de todo o período de comercialização da safra.

“O aumento na previsão do milho se deveu a ganho de produtividade, uma vez que a área plantada com a cultura se manteve estável entre junho e julho, em 363.500 hectares”, explica Mariana Viveiros.

O Levantamento Sistemático da Produção Agrícola (LSPA) é realizado mensalmente pelo IBGE. O grupo de cereais, leguminosas e oleaginosas (grãos) engloba os seguintes produtos: arroz, milho, aveia, centeio, cevada, sorgo, trigo, triticale, amendoim, feijão, caroço de algodão, mamona, soja e girassol.

A partir das informações desta sétima estimativa, a Bahia deve se manter, em 2020, com a oitava maior produção de grãos do país, respondendo por 3,8% do total nacional. Mato Grosso deverá continuar na liderança, respondendo por 28,7% do total, seguido, mais uma vez, por Paraná (16,3%) e Rio Grande do Sul (10,8%). (Correio)

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Bahia

Policiais civis acatam decisão do TJ-BA e suspendem paralisação

Foto: Caroline Araújo/Polícia Civil

Após a decisão do Tribunal de Justiça da Bahia que decretou ilegalidade na greve dos policiais civis prevista para acontecer nesta terça-feira (11), o sindicato que representa a categoria informou ao CORREIO que resolveu acatar a determinação e suspendeu a paralisação, que duraria 24h. O tribunal havia imposto pena de multa diária de R$ 30 mil em caso de descumprimento. A greve pedia melhores condições de trabalho para os policiais durante este período de pandemia.

De acordo com o Sindicato dos Policiais Civis da Bahia (Sindpoc), um ofício foi enviado ao governador Rui Costa cobrando a implantação de um protocolo de segurança voltado para a categoria. “A Polícia Civil até hoje, apesar de diversos ofícios e denúncia no Ministério Público do Trabalho, continua sendo negligenciada. As delegacias vivem sucateadas, falta até água e material de limpeza”, declarou o presidente do sindicato, Eustácio Lopes. 

Segundo ele, não há aferição de temperatura nas delegacias e reclama de não haver testes para os policiais em atuação. O sindicato disse ainda que tinha feito uma parceria com um plano de saúde para promover a testagem dos agentes públicos, mas o gabinete do delegado-geral teria proibido porque muitos policiais estavam apresentando resultados positivos de covid-19 e solicitando afastamento do trabalho. 

Conforme levantamento do próprio Sindpoc, 486 policiais já foram infectados pelo novo coronavírus e seis morreram vítimas da covid-19, segundo dados coletados até a última sexta-feira (7). A maior parte dos casos foi registrada em Salvador, Região Metropolitana (RMS) e Feira de Santana. Os números são reunidos a partir de informações espontâneas dos próprio policiais ao sindicato, que acredita que pode existir mais casos. 

A entidade diz que existem mais de 5,4 mil policiais no estado e, deste total, cerca de 700 estão afastados por se enquadrarem no grupo de risco da doença. 

“Os policiais estão tendo contato com os presos, então se eles vêm contaminados, os policiais acabam se contaminando e contaminando as suas famílias e até o cidadão que vai na delegacia registrar um B.O [Boletim de Ocorrência]. Estamos pedindo que façam a testagem a cada 15 dias para que os policiais que tiverem resultado positivo sejam afastados”, continua o presidente do Sindpoc. 

(correio)

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