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Política

Alckmin vira réu por corrupção passiva, caixa 2 e lavagem de dinheiro


O ex-governador de São Paulo Geraldo Alckmin (PSDB) se tornou réu por caixa dois, corrupção passiva e lavagem de dinheiro. A denúncia, aceita pela Justiça Eleitoral de São Paulo, tinha sido protocolada pelo Ministério Público. 

Alckmin é investigado por ter supostamente recebido R$ 11,5 milhões da Odebrecht nas campanhas eleitorais ao Governo de SP em 2010 e 2014. Três delatores chegaram a citar o tucano e dizer que ele atendia por diversos codinomes, como “pastel”, “pudim” e “bolero”.

Em resposta, a defesa de Alckmin afirmou que “a denúncia ora recebida pelo Poder Judiciário dará a oportunidade que foi até agora negada ao ex-governador Geraldo Alckmin de se defender e de contraditar as falsas e injustas acusações de que está sendo vítima e, principalmente, de provar a sua improcedência”. Já o PSDB estadual disse que “reitera sua confiança na idoneidade do ex-governador”.  Metro1.

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Política

Bolsonaro defende privatizações e responsabilidade fiscal do Estado


 O presidente Jair Bolsonaro defendeu hoje (12) a privatização de empresas públicas e disse que “os desafios burocráticos do estado brasileiro são enormes”. As informações são da Agência Brasil.

 “O Estado está inchado e deve se desfazer de suas empresas deficitárias, bem como daquelas que podem ser melhor administradas pela iniciativa privada”, escreveu, em publicação nas redes sociais. “Num orçamento cada vez mais curto”, é normal os ministros buscarem recursos em outras fontes para obras essenciais. “Contudo, nosso norte continua sendo a responsabilidade fiscal e o teto de gastos”, afirmou.

Bolsonaro afirmou ainda que privatizar uma empresa “está longe de ser, simplesmente, pegar uma estatal e colocá-la numa prateleira para aquele que der mais ‘levá-la para casa’”. “Para agravar o STF [Supremo Tribunal Federal] decidiu, em 2019, que as privatizações das empresas ‘mães’ devem passar pelo crivo do Congresso”, escreveu. Fonte: Metro1

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Política

Governo Bolsonaro quer Teich em investigação da OMS


O governo de Jair Bolsonaro quer o ex-ministro da Saúde, Nelson Teich, como um dos membros de uma comissão independente que irá examinar a agência e propor uma reforma do organismo. 

A candidatura, no entanto, enfrenta a concorrência de outros nomes da região, já que países como Chile, Peru ou México também apresentaram candidatos e existe entre grupos latino-americanos uma resistência contra nomes propostos pelo Brasil.

De acordo com reportagem de Jamil Chade para o UOL, uma investigação sobre o comportamento da OMS diante da pandemia foi uma das exigências dos governo norte-americano. 

A entidade escolheu, há um mês, as personalidades que irão liderar o processo independente: Helen Clark, ex-primeira-ministra da Nova Zelândia, e Ellen Johnson Sirleaf, ex-presidente da Libéria. Elas, porém, contarão com uma espécie de comissão e é para esse grupo que Teich foi indicado. 

Teich é ex-ministro da saúde e permaneceu por apenas alguns dias no cargo, onde acenou para recomendações da agência internacional.

Mas o diretor-geral da OMS, Tedros Ghebreyesus, deixou claro que a avaliação não será apenas limitado à agência. A meta é também de avaliar até que ponto governos seguiram ou não as recomendações da agência. Fonte: Bahia Notícias

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Política

‘Presidente tem comportamento tripolar’, diz Major Olímpio sobre Bolsonaro


Senador e ex-aliado político do presidente Jair Bolsonaro (Sem partido), Major Olímpio (PSL-SP) comentou a aproximação do chefe do Executivo com medidas autoritárias. Uma reportagem publicada na edição de agosto da revista Piauí deu detalhes sobre uma reunião em que o presidente Jair Bolsonaro teria falado em intervenção no Supremo Tribunal Federal (STF). Questionado por Mário Kertész hoje (11), durante o Jornal da Bahia no Ar da Rádio Metrópole, o parlamentar afirmou que o risco disso ocorrer é “zero”.

“Muita coisa que o presidente se expressa, que diz ‘chega, porra’, ‘não aceito mais isso’ e ‘a partir de hoje, isso não acontece mais’. Isso na minha terra, eu que sou caipira de Presidente Venceslau, se chama embuste. É bravata. Ele adora dar esses arroubos de valentia que não tem nas palavras a menor concretude. Ninguém acredita mais nisso. Digo hoje ao povo baiano e brasileiro, não existe o menor interesse e possibilidade das Forças Armadas se subelevarem aos poderes constituídos com ação de força”, disse Olímpio.

“Se ele for dar cumprimento a uma bravata dessa, vai ficar falando sozinho. Não arruma nem um jipe e dois soldados para pegar uma carona ao aeroporto. O Brasil, como estrutura do estado brasileiro, está consolidado. As Forças Armadas sabem o papel constitucional dela”, acrescentou. 

Ainda de acordo com o senador Olímpio, Bolsonaro não cumpre o que promete ao ameaçar ministros do STF. “Gostando ou não, os poderes constituídos estão funcionando. O Congresso e o STF, que não gosto da maioria das coisas, estão funcionando. O presidente tem esse comportamento, não diria nem bipolar, é tripolar. Oito horas da manhã, ele xinga os ministros do Supremo. Quando é dez horas, ele tá dando posse ao ministro das Comunicações, junto com o presidente do Supremo, fazendo discurso e chamando de ‘meu irmão’, juntos pelo país”, disse Major Olímpio. Fonte: Metro1

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