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Brasil

Senado aprova auxílio financeiro para agricultores familiares


O Senado aprovou hoje (5) o Projeto de Lei 735/2020, que estabelece medidas de socorro financeiro aos agricultores familiares. O projeto passou primeiro pela Câmara e foi aprovado pelo Senado sem alterações. Ele segue para sanção do presidente da República, que pode sancionar o projeto ou vetá-lo, todo ou em parte.

O projeto traz, entre seus principais dispositivos, a previsão do pagamento de cinco parcelas de R$ 600 a título de auxílio aos agricultores familiares. Além disso, o projeto também prevê um fomento emergencial de inclusão produtiva rural, um pagamento de R$ 2,5 mil, em parcela única, por unidade familiar. Para a mulher agricultora familiar, a transferência será de R$ 3 mil.

O auxílio de R$ 600 só será pago àqueles que não tenham sido beneficiados pelo auxílio emergencial do governo. O agricultor familiar não pode ter emprego formal, nem receber outro benefício previdenciário, exceto Bolsa Família ou seguro-defeso, e deve ter renda familiar de até meio salário mínimo (R$ 522,50) ou renda familiar total de até três salários mínimos.

Outro ponto do projeto concede o auxílio Garantia-Safra, automaticamente, a todos os agricultores familiares aptos a receber o benefício durante o período de calamidade pública, condicionado à apresentação de laudo técnico de vistoria municipal comprovando a perda de safra. O Garantia-Safra assegura ao agricultor familiar o recebimento de um auxílio pecuniário, por tempo determinado, caso perca sua safra em razão de seca ou excesso de chuvas.

O texto também institui linhas de crédito rural no âmbito do Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar (Pronaf). Podem se beneficiar das medidas agricultores com renda familiar mensal de até três salários mínimos. (Agência Brasil)

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Brasil

Desemprego na pandemia bate recorde e atinge 13,7 milhões, aponta IBGE

Foto : Divulgação

A taxa de desemprego no Brasil subiu de 13,2% na terceira semana de agosto para 14,3% na quarta semana do mês, segundo dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Covid (Pnad Covid-19) divulgados hoje (18) pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística). Esse foi o resultado mais alto da série histórica da pesquisa, iniciada em maio.
    
Em uma semana,  o estimado é que 1,1 milhão a mais de pessoas saiu a procura de trabalho no país, o que totaliza o número de 13,7 milhões de desempregados. O total de ocupados também apresentou decréscimo, cerca de 500 mil pessoas a menos em relação à terceira semana de agosto. 

Ainda segundo dados da pesquisa, a Bahia está entre os estados com maior taxa de desocupação (15,9%). Os outros estados são Alagoas, Rio Grande do Norte, Maranhão, Amazonas e Roraima, todos com taxas de desemprego entre 14,7% e 17%. (Metro1)

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Brasil

Brasil terá maior fábrica de vacinas da América Latina

Foto : Itamar Crispim/Fiocruz

A Fundação Oswaldo Cruz e a Companhia de Desenvolvimento Industrial do Estado do Rio de Janeiro (Codin) assinaram ontem (17) acordo para instalação da maior fábrica de vacinas da América Latina. As informações são da Agência Brasil.

As vacinas contra meningite, hepatite e tríplice bacteriana, que atualmente são importadas, vão passar a sair do polo. O acordo prevê a construção de nove prédios e a inauguração está prevista para 2023 e deverá gerar 5 mil empregos diretos.

O complexo será responsável por toda produção de vacinas da Fiocruz, inclusive a de covid-19, quando for aprovada. (Metro1)

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Brasil

Auxílio emergencial é endividamento, não dinheiro do povo, diz Bolsonaro


Em sua live semanal, o presidente Jair Bolsonaro voltou a falar sobre o auxílio emergencial. Segundo ele, o benefício está chegando perto do fim e que, agora, é “a hora da verdade”. E sobre aqueles que reclamaram nas redes sociais de que se trata de dinheiro do povo, Bolsonaro discordou ao falar que o governo não tem esse dinheiro para custear tantas pessoas.

“Muitos estavam falando que é dinheiro do povo, mas não é. É endividamento que está indo para as contas de todo mundo. O governo não tinha dinheiro em caixa. E é muito pesado para gente e para o Brasil”, disse o presidente, acompanhado do presidente da Caixa, Pedro Guimarães.

Bolsonaro admitiu que o dinheiro não é muito para as pessoas, mas para as contas do governo pesam: são cerca de R$ 50 bilhões por mês. “Não é muito, mas não é desprezível”, diz ele. “Não vi ninguém recusando o benefício.”

De acordo com o presidente da Caixa, já foram transferindo mais de R$ 197 bilhões para mais de 67,2 milhões de pessoas.

Sobre o arroz, o presidente disse que entende que a alta incomoda, mas está confiante de que a produção de arroz irá aumentar no ano que vem e o problema deverá ser solucionado. Para o curto prazo, voltou a falar sobre a isenção da importação de 400 mil toneladas de arroz, vindos diretos dos Estados Unidos. (CNN)

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