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Brasil

Universidade e hospital de Brasília iniciam teste de vacina contra Covid-19


Começa a ser testada nesta quarta-feira, 5, pela Universidade de Brasília (UnB) e pelo Hospital Universitário de Brasília (HUB) a vacina contra o novo coronavírus (Covid-19), desenvolvida pela farmacêutica Sinovac Biotech.

Os primeiros que vão participar do estudo-teste são cinco profissionais da saúde que atuam no atendimento de infectados, mas não tiveram ainda a doença.

A vacina que eles receberão é inativada e será aplicada em duas doses, com intervalo de 14 dias. De acordo com a UnB e o HUB, os resultados apresentados na fase 2 de desenvolvimento “foram considerados promissores e demonstraram a produção de anticorpos neutralizantes em 90% dos participantes que receberam a imunização”.

O HUB é um dos 12 centros no Brasil que participam da fase 3 do ensaio clínico nacional, coordenado pelo Instituto Butantan, de São Paulo, e autorizado pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa).

Infraestrutura de acolhimento

A equipe multiprofissional que desenvolve a pesquisa é integrada por 25 pessoas e acompanhará 850 voluntários. Para isso, o HUB preparou uma infraestrutura de acolhimento para que o projeto seja desenvolvido “seguindo rigorosamente as normas nacionais e internacionais de boas práticas em pesquisa clínica”.

Segundo a UnB, apenas profissionais de saúde podem se candidatar a participar do estudo. No entanto, ressalta que, para isso, é necessário que os candidatos cumpram alguns critérios.

Entre eles, o de trabalhar em serviço de saúde atendendo pessoas com covid-19; ser maior de 18 anos; não ter sofrido infecção assintomática ou a doença causada pelo novo coronavírus; apresentar condição de saúde normal; e ter disponibilidade para realizar o acompanhamento periódico por um ano após a vacinação.

“Os profissionais de saúde interessados em participar da pesquisa poderão ter informações sobre os critérios de inclusão e a forma de registrar o interesse em participar por meio de uma página na internet, cujo endereço será disponibilizado nos próximos dias. O HUB não faz cadastro de candidatos”, informou, por meio de nota, a Universidade de Brasília. Fonte: Agência Brasil

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Brasil

Desemprego na pandemia bate recorde e atinge 13,7 milhões, aponta IBGE

Foto : Divulgação

A taxa de desemprego no Brasil subiu de 13,2% na terceira semana de agosto para 14,3% na quarta semana do mês, segundo dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Covid (Pnad Covid-19) divulgados hoje (18) pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística). Esse foi o resultado mais alto da série histórica da pesquisa, iniciada em maio.
    
Em uma semana,  o estimado é que 1,1 milhão a mais de pessoas saiu a procura de trabalho no país, o que totaliza o número de 13,7 milhões de desempregados. O total de ocupados também apresentou decréscimo, cerca de 500 mil pessoas a menos em relação à terceira semana de agosto. 

Ainda segundo dados da pesquisa, a Bahia está entre os estados com maior taxa de desocupação (15,9%). Os outros estados são Alagoas, Rio Grande do Norte, Maranhão, Amazonas e Roraima, todos com taxas de desemprego entre 14,7% e 17%. (Metro1)

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Brasil

Brasil terá maior fábrica de vacinas da América Latina

Foto : Itamar Crispim/Fiocruz

A Fundação Oswaldo Cruz e a Companhia de Desenvolvimento Industrial do Estado do Rio de Janeiro (Codin) assinaram ontem (17) acordo para instalação da maior fábrica de vacinas da América Latina. As informações são da Agência Brasil.

As vacinas contra meningite, hepatite e tríplice bacteriana, que atualmente são importadas, vão passar a sair do polo. O acordo prevê a construção de nove prédios e a inauguração está prevista para 2023 e deverá gerar 5 mil empregos diretos.

O complexo será responsável por toda produção de vacinas da Fiocruz, inclusive a de covid-19, quando for aprovada. (Metro1)

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Brasil

Auxílio emergencial é endividamento, não dinheiro do povo, diz Bolsonaro


Em sua live semanal, o presidente Jair Bolsonaro voltou a falar sobre o auxílio emergencial. Segundo ele, o benefício está chegando perto do fim e que, agora, é “a hora da verdade”. E sobre aqueles que reclamaram nas redes sociais de que se trata de dinheiro do povo, Bolsonaro discordou ao falar que o governo não tem esse dinheiro para custear tantas pessoas.

“Muitos estavam falando que é dinheiro do povo, mas não é. É endividamento que está indo para as contas de todo mundo. O governo não tinha dinheiro em caixa. E é muito pesado para gente e para o Brasil”, disse o presidente, acompanhado do presidente da Caixa, Pedro Guimarães.

Bolsonaro admitiu que o dinheiro não é muito para as pessoas, mas para as contas do governo pesam: são cerca de R$ 50 bilhões por mês. “Não é muito, mas não é desprezível”, diz ele. “Não vi ninguém recusando o benefício.”

De acordo com o presidente da Caixa, já foram transferindo mais de R$ 197 bilhões para mais de 67,2 milhões de pessoas.

Sobre o arroz, o presidente disse que entende que a alta incomoda, mas está confiante de que a produção de arroz irá aumentar no ano que vem e o problema deverá ser solucionado. Para o curto prazo, voltou a falar sobre a isenção da importação de 400 mil toneladas de arroz, vindos diretos dos Estados Unidos. (CNN)

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