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Política

Flávio Bolsonaro omitiu R$ 350 mil investidos em compra de loja de chocolates

Foto : Jefferson Rudy/Agência Senado

O Ministério Público do Rio (MP-RJ) constatou, em investigação no caso da “rachadinha”, que o senador Flávio Bolsonaro (Republicanos-RJ) e sua mulher, Fernanda Bolsonaro, omitiram de suas declarações de Imposto de Renda no valor de R$ 350 mil investidos na compra de uma loja de chocolates que o parlamentar possui em sociedade com o amigo Alexandre Santini desde 2014. A informação foi divulgada pelo jornal O Globo.

Os promotores identificaram a omissão depois de cruzar os dados bancários e fiscais de Flávio e Fernanda a partir das quebras de sigilo autorizadas pelo Tribunal de Justiça do Rio (TJ-RJ), em abril do ano passado. 

No contrato, assinado em 11 de dezembro de 2014, o valor acertado foi de R$ 800 mil.Em depoimento prestado ao MP-RJ, o senador caiu em contradição ao explicar a negociação, confundiu valores e, em muitos momentos, disse não recordar das operações. “Não sei se foi exatamente de R$ 800 mil”, disse Flávio em depoimento no mês passado.

“É, tá no contrato. Se não me engano, o que está lançado aí não é o que eu gastei com a Kopenhagen, mas o capital social da loja, alguma coisa assim. Nas retificadoras (do Imposto de Renda) que eu fiz tá direitinho como é que eu fiz o pagamento, em que momento, eu não sei agora de cabeça para te falar”, afirmou. (Metro1)

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Política

Ibope mostra aumento da avaliação negativa do governo Bolsonaro em 23 capitais


O apoio ao presidente da República, Jair Bolsonaro (Sem Partido), caiu em 23 capitais do Brasil entre outubro e novembro de 2020, segundo levantamento do Ibope divulgado nesta quinta-feira, (26).

Na avaliação de que o governo Bolsonaro é ruim ou péssimo aumentou nas seguintes capitais: Salvador (66%), São Luís (57%), Porto Alegre (56%), São Paulo (54%), Recife (52%), Aracajú (51%), Florianópolis (50%), Teresina (48%), Vitória (47%), Fortaleza (46%), Belo Horizonte (45%) Curitiba (44%), Belém (44%), Rio de Janeiro (43%), João Pessoa (43%), Maceió (39%), Natal (39%), Campo Grande (36%), Goiânia (35%), Rio Branco (35%), Manaus (32%), Cuiabá (32%), Palmas (32%), Porto Velho (31%), Macapá (30%), Boa Vista (18%).

O presidente da República teve um aumento na avaliação positiva desde que se iniciou o pagamento do Auxílio Emergencial, programa de transferência de renda para profissionasi afetados pela pandemia do novo coronavírus no país. O presidente Jair Bolsonaro (Sem Partido), mesmo contra o posicionamento do ministro da Economia, Paulo Guedes, não descarta prorrogar o auxílio emergencial em 2021 caso a pandemia se mantenha. 

Leia a matéria original em BNews

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Política

‘Pergunta para o vírus’, diz Bolsonaro sobre possibilidade de prorrogar auxílio emergencial

Foto : Agência Brasil

O presidente Jair Bolsonaro disse nesta terça (24), durante conversa com um grupo de apoiadores em frente ao Palácio da Alvorada, esperar que não seja necessário prorrogar o pagamento do auxílio emergencial e que o coronavírus esteja “de partida do Brasil”.

Questionado sobre se o governo pretende prorrogar o auxílio emergencial, o presidente deixou uma brecha para essa possibilidade, mas afirmou torcer para que isso não ocorra.

“Pergunta para o vírus”, respondeu a um apoiador. “A gente se prepara para tudo, mas tem que esperar certas coisas acontecerem. Esperamos que não seja necessário porque é sinal de que a economia vai pegar e não teremos novos confinamentos no Brasil”, continuou.

“Desde o começo, eu nunca fui a favor do confinamento. Sempre defendi a ideia do isolamento vertical, mas, infelizmente, a decisão coube aos governadores e prefeitos.”,  Em seguida, Bolsonaro afirmou que não fosse a concessão do auxílio emergencial e outras medidas tomdas pelo governo, “a economia tinha quebrado no Brasil”.

Leia a matéria original em Metro1

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Política

Eduardo Bolsonaro e Carla Zambelli são investigados por ataques à Justiça Eleitoral

Foto : (Reprodução/Youtube)

O deputado federal Eduardo Bolsonaro (PSL-SP), filho do presidente Jair Bolsonaro, e a deputada Carla Zambelli (PSL-SP) estão entre os alvos de investigação que apura ataques à Justiça Eleitoral, conforme divulgado hoje (22) pelo Estadão. O inquérito, que estava com o Ministério Público Federal (MPF), foi enviado à Procuradoria Geral da República (PGR), já que envolve deputados, sendo assim, o foro privilegiado. 

Além de Eduardo e Carla, de acordo com o jornal, Bia Kicis (PSL-DF) e Filipe Barros (PSL-PR) também fazem parte da apuração. A ação foi iniciada por representação feita pela ONG SaferNet Brasil. A entidade tem colaboração formal com o MPF para monitorar a desinformação nas eleições. Ao analisar os documentos enviados pela SaferNet, o vice-procurador-geral eleitoral, Renato Brill de Góes, encontrou publicações dos quatro deputados. O inquérito foi encaminhado nesta sexta-feira (20) ao procurador-geral da República, Augusto Aras, segundo o Estadão.

Leia a matéria original em Metro1

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