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Saúde

Bahia registra 2.691 casos e 51 mortes por Covid-19 em 24h

Foto : Divulgação/GOVBA

A Bahia registrou nas últimas 24 horas 2.691 casos de coronavírus e 51 mortes em decorrência da Covid-19, segundo boletim divulgado hoje (28) pela Secretaria de Saúde do Estado (Sesab). Ao todo, o estado tem 259.418 casos confirmados e 5.448 óbitos desde o início da pandemia.

Os casos confirmados ocorreram em 415 municípios baianos, com maior proporção em Salvador (30,06%). Os municípios com os maiores coeficientes de incidência por 100.000 habitantes foram: Ibirataia (5.760,19), Almadina (5.673,50), Itabuna (4.910,82), Dário Meira (4.873,95), Salinas da Margarida (4.685,01).

Ao todo, 243.876 pessoas já estão curadas da doença. Na Bahia, 22.806 profissionais da saúde foram confirmados para Covid-19.

No estado, dos 2.890 leitos disponíveis do Sistema Único de Saúde (SUS) exclusivos para coronavírus, 1.324 possuem pacientes internados, o que representa uma taxa de ocupação de UTI adulto de 53%. Vale lembrar que o número de leitos é flutuante, representando o quantitativo exato de vagas disponíveis no dia. (Metro1)

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Saúde

Após Índia negar envio imediato de doses da vacina de Oxford, governo federal requisita Coronavac


O Ministério da Saúde enviou hoje (15) um ofício ao Instituto Butantan, responsável pela produção da vacina Coronavac em São Paulo, requisitando a entrega imediata de 6 milhões de doses do imunizante contra a Covid-19. 

“Solicitamos os bons préstimos para disponibilizar a entrega imediata das 6 milhões de doses importadas e que foram objeto do pedido de autorização de uso emergencial perante a Anvisa. Ressaltamos a urgência na imediata entrega do quantitativo contratado e acima mencionado, tendo em vista que este Ministério precisa fazer o devido loteamento para iniciar a logística de distribuição para todos os estados da federação de maneira simultânea e equitativa, conforme cronograma previsto no Plano Nacional de Operacionalização da vacinação contra a Covid-19, tão logo seja concedido a autorização pela agência reguladora, cuja decisão está prevista para domingo”, diz a nota assinada pelo diretor do Departamento de Logística em Saúde, Roberto Ferreira Dias

Até o momento, a maior aposta do governo Bolsonaro para começar a vacinação na próxima semana eram as doses do imunizante de Oxford/AstraZeneca, que seria importado de um laboratório indiano.

O avião que buscaria 2 milhões de doses hoje com retorno previsto para domingo (17), no entanto, não obteve autorização da Índia para decolar. Em entrevista à rede Bandeirantes, Bolsonaro admitiu que a operação seria atrasada.  Fonte: Metro1

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Saúde

Avião que vai buscar vacinas na Índia decola hoje do Recife


Decola hoje (15) do Recife em direção a Mumbai, na Índia, o avião da companhia aérea Azul que deve buscar dois milhões de doses da vacina contra a covid-19 importadas do país asiático. A previsão é que a aeronave decole às 23h e chegue amanhã (16) à Índia. A informação é da Agência Brasil.

O voo estava previsto para decolar na noite de ontem (14), também às 23h, mas a viagem foi reprogramada em razão de questões logísticas internacionais. O voo com destino ao Recife partiu na tarde de ontem, por volta das 15h30, do Aeroporto de Viracopos, em Campinas (SP).

A volta da aeronave ao Brasil estava marcada para sábado (16), aterrissando no Aeroporto do Galeão, no Rio de Janeiro. Com a alteração no voo, porém, ainda não há informações sobre o retorno do avião. Fonte: Metro1

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Saúde

É errada interpretação de que vacina com 50% de eficácia gera anticorpos apenas em metade dos vacinados; entenda


O anúncio de que a vacina CoronaVac registrou 50,38% de eficácia global nos testes realizados no Brasil, levou a questionamentos em redes sociais sobre se isso significa que apenas metade das pessoas que a tomam desenvolvem proteção contra a Covid-19.

“É errada a interpretação de que uma vacina com 50% de eficácia gera anticorpos apenas em metade dos vacinados. O correto é que os vacinados têm metade do risco de desenvolver a doença em comparação aos não vacinados. No caso da CoronaVac, apenas 1,8% dos vacinados contraíram o vírus”, explica o epidemiologista e reitor da Universidade de Pelotas, Pedro Hallal.

Em relação à geração de anticorpos, uma fase anterior das pesquisa apontou que eles aparecem na imensa maioria dos vacinados.

Na fase 2 de testes, os voluntários que receberam o imunizante foram divididos em dois grupos. Um recebeu uma dose mais baixa e outro uma mais alta. A dose mais baixa mostrou-se ser a mais indicada, e 97% dos que a receberam tiveram a produção de resposta imune.

“Na prática, me parece, pelo gráfico, que essa eficácia global de 50,38% é menos relevante do que a eficácia altíssima que tem pra casos graves e mortes. Porque, na prática, o que a gente quer é evitar internação e óbito”, disse Hallal.

Hallal explicou que, pensando em imunidade coletiva, o índice pode ser considerado baixo. Mas utilizar uma vacina com eficácia de 50% é “infinitamente melhor” do que não usar nada. “Sem dúvidas, a vacina é capaz de reduzir a circulação do vírus”, completou.

Eficácia

Para chegar ao número de eficácia de uma vacina, que não se refere à resposta imune dos vacinados, os cientistas fazem o seguinte:

  • dão vacina a um grupo de voluntários e placebo (substância inerte, sem efeito algum) a outro grupo.
  • depois de algum tempo, contam quantos voluntários no grupo de placebo e quantos no grupo que tomou de fato a vacina pegaram a doença.
  • Ao verificar a proporção de pessoas a menos que pegaram a doença no grupo que tomou a vacina, os pesquisadores conseguem quantificar o quão efetivo é o imunizante, ou seja, chegam à sua taxa de eficácia.

O número mínimo recomendado pela Organização Mundial da Saúde (OMS) e também pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) é de 50%. A CoronaVac, portanto, está acima desse patamar.

  • PERGUNTAS E RESPOSTAS: Veja o que se sabe sobre a CoronaVac
  • Eficácia e mais 7 tópicos: entenda os conceitos em jogo

A microbiologista e pesquisadora da USP Natalia Pasternak lembrou que é necessário que muitas pessoas tomem a vacina, qualquer que seja, para que ela funcione na contenção da pandemia. “Uma vacina só é tão boa quanto a sua cobertura vacinal. A efetividade dessa vacina no mundo real vai depender da vacinação”, disse Pasternak.

Leia a matéria original em G1

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