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Brasil tem queda recorde de mortes por coronavírus; Óbitos na Bahia também caem

Foto: Arquivo BNews

Em média móvel de mortes por coronavírus no Brasil registrou queda de 26% na noite desta terça-feira (8), conforme dados do consórcio de veículos de imprensa brasileira. O país chegou a 127.517 mortes e 4.165.124 casos confirmados da Covid-19. Esta é a terceira vez que a média móvel de mortes aparece com tendência de queda desde 5 de junho, e a primeira em que a queda supera os 20%.

Ainda de acordo com o consórcio, o Brasil registrou 516 mortes pela Covid-19 confirmadas nas últimas 24 horas. Com isso, a média móvel de novas mortes nos últimos 7 dias foi de 691 óbitos, uma variação de -26% em relação aos dados registrados em 14 dias.

Outra notícia boa é que 19  estados apresentaram queda, dentre eles, a Bahia. Estão em queda: RS, SC, ES, RJ, SP, DF, GO, AP, RO, RR, TO, AL, BA, MA, PB, PE, PI, RN e SE.

Sete estados estão em estabilidade, ou seja, o número de mortes não caiu nem subiu significativamente, são eles: PR, MG, MS, MT, AC, PA e CE. O  Amapá é o único que os números cresceram. 

Segundo a Secretaria de Saúde da Bahia (Sesab), nas últimas 24 horas, foram registrados 851 casos de Covid-19 e 1.448 curados. Dos 272.814 casos confirmados desde o início da pandemia, 259.239 já são considerados curados e 7.841 encontram-se ativos. Os casos confirmados ocorreram em 416 municípios baianos, com maior proporção em Salvador (29,32%). Os municípios com os maiores coeficientes de incidência por 100.000 habitantes foram: Ibirataia (6.054,08), Almadina (5.893,12), Itabuna (5.221,29), Dário Meira (4.957,98), Salinas da Margarida (4.793,52).

O boletim epidemiológico contabiliza ainda 512.440 casos descartados e 84.124 em investigação. Estes dados representam notificações oficiais compiladas pelo Centro de Informações Estratégicas em Vigilância em Saúde da Bahia (Cievs-BA), em conjunto com os Cievs municipais e as bases de dados do Ministério da Saúde até as 17 horas desta terça-feira (8). (BNews)

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Brasil

Honda suspende temporariamente a produção de motos em Manaus


A montadora Honda anunciou ontem (22) a paralisação temporária da produção de motos no complexo fabril de Manaus, no Amazonas. Segundo comunicado, a decisão ocorreu em virtude dos impactos da covid-19 na cadeia de suprimentos e o agravamento da pandemia no estado. A linha de produção será suspensa do dia 25 de janeiro a 3 de fevereiro. Durante o período, os funcionários dos setores administrativos e produtivos entrarão em férias coletivas, com contingente mínimo para realização de atividades essenciais.

Procurada, a Honda Motos afirmou ter cerca de 7 mil colaboradores, sendo 5,5 mil deles diretamente ligados à produção. A companhia não especificou o número do contingente que continuará atuando durante o período de paralisação.“A retomada está prevista para 4 de fevereiro, desde que as condições necessárias sejam atendidas”, afirmou em nota.

A decisão da montadora ocorre no momento em que as indústrias têm enfrentado a escassez de insumos. A parada abrupta da cadeia produtiva por conta da pandemia dificulta a importação e faz aumentar os custos. Além da escassez de matéria-prima, que aumenta a pressão sobre os preços e custos com logística, a montadora viu as operações serem impactadas pelo recrudescimento da Covid-19. Fonte: Metro1

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Brasil

Fiocruz libera distribuição de vacina aos estados neste sábado; são dois milhões de dose no total

Foto: reprodução/Agência Brasil

As 2 milhões de doses da vacina Oxford-AstraZeneca, desenvolvida em parceria com a Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), começarão a seguir para os estados na tarde deste sábado (23/1). Depois de chegar em voo da Emirates no Aeroporto de Guarulhos, às 17h20 dessa sexta-feira (22), a carga foi transportada em um avião da Azul até a Base Aérea do Galeão, onde chegou às 22h.

O avião foi recebido na pista por um batismo simbólico, com jatos de água lançados em forma de arco pelos bombeiros do Aeroporto Rio-Galeão.

As vacinas prontas foram fabricadas pelo Instituto Serum, na Índia, e eram aguardadas desde sábado (16), mas tiverem atraso no envio por questões internas da Índia.

O ministro da Saúde, Eduardo Pazuello, recebeu o lote em solo brasileiro, ao lado dos ministros das Relações Exteriores, Ernesto Araújo, e das Comunicações, Fábio Faria. Também estavam presentes o embaixador da Índia, Suresh Reddy, e a presidente da Fiocruz, Nisia Trindade. Esta última se juntou ao grupo no Rio de Janeiro.

“A encomenda tecnológica prevê 100 milhões de doses para o primeiro semestre. Essas 2 milhões de doses são apenas o início. É o começo do processo. O objetivo do Ministério da Saúde é a vacinação em massa do povo brasileiro. E isso vai nos colocar, rapidamente, no topo da lista do número de vacinados. Com 8 milhões de doses, nós passaremos a ser o segundo país do ocidente que mais vacinou”, disse Pazuello, em pronunciamento à imprensa na Base Aérea.

Leia a matéria original em AratuOn

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Brasil

Projeto de lei prevê a volta do auxílio emergencial

Foto : Arquivo/Agência Brasil

Um projeto de lei foi apresentado na Câmara dos Deputados para retomar o pagamento do auxilio emergencial até abril de 2021. Segundo o projeto, as novas parcelas do benefício seriam novamente de R$ 600, como foram as primeiras pagas em 2020

De autoria do deputado Chiquinho Brazão (Avante-RJ), o projeto ainda precisa passar pela análise da Câmara, do Senado, e ser sancionado pelo presidente Jair Bolsonaro (sem partido) para entrar em vigor.  “Ainda que de forma temporária, o benefício contribuiu para reduzir o índice de pobreza da população e para manter a atividade econômica. Caso o auxílio não tivesse sido oferecido desde abril de 2020, o índice de pobreza teria saltado para 36% durante a pandemia. Além da queda de renda da população, o fim do benefício vai afetar a arrecadação de estados e municípios e os pequenos comércios locais”, diz Brazão.

Criado em 2020, o auxílio foi pago desde abril sendo as cinco primeiras parcelas de R$ 600 e as quatro últimas de R$ 300. O benefício acabou extinto em 31 de dezembro

Confira o Projeto de Lei na íntegra neste link.

Leia a matéria original em Metro1

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