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Política

Bolsonaro anuncia que desistiu de criar Renda Brasil

Foto : Marcos Corrêa/PR

O presidente Jair Bolsonaro foi às redes sociais para anunciar que desistiu de lançar o programa Renda Brasil, uma reformulação do Bolsa Família. O anúncio foi feito após reunião de última hora com Guedes no Planalto. Governo também deve estender a desoneração da folha de pagamento para outros setores. ​Em vídeo no Twitter, o presidente ameaçou com “cartão vermelho” integrantes da equipe econômica que defenderem medidas como o corte de benefícios de aposentados e deficientes.

A informação foi divulgada nesta terça-feira (15) pela imprensa. O corte iria possibilitar uma diminuição das despesas para abrir espaço orçamentário no teto de gastos para encaixar a expansão do Bolsa Família e, consequentemente, a criação do Renda Brasil. “Até 2022, no meu governo, está proibido falar a palavra Renda Brasil. Vamos continuar com o Bolsa Família. E ponto final”, declarou Bolsonaro.

(Metro1)

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Política

Senado retorna às atividades presenciais depois de seis meses


O Senado terá deliberações presenciais pela primeira vez desde o mês de março, quando todas as sessões passaram a ser remotas em função da pandemia de coronavírus. Esta semana, voltam a funcionar as comissões de Constituição e Justiça (CCJ) e Relações Exteriores (CRE), que vão sabatinar e votar nomes indicados para cargos em tribunais e embaixadas. Em seguida, o Plenário tomará as decisões finais. 

A última atividade presencial dentro do Senado aconteceu no dia 17 de março, numa reunião da comissão mista que analisava a medida provisória (MP) 905/2019, que estabelecia uma nova modalidade de contrato de trabalho. Na ocasião, os parlamentares aprovaram o parecer da comissão a favor da proposta. 

Na próxima segunda-feira (21), a CRE vai realizar 34 sabatinas com diplomatas indicados para representações brasileiras em países estrangeiros e agências internacionais. Já há 32 indicações na pauta, e o presidente da comissão, senador Nelsinho Trad (PSD-MS), informou que mais duas devem ser incluídas na lista. Na terça-feira (22) será a vez de a CCJ se reunir, para ouvir três indicados para o Superior Tribunal Militar (STM) e uma indicada para o Conselho Nacional de Justiça (CNJ). 

Após passarem por essas comissões, as indicações devem chegar ao Plenário do Senado para serem confirmadas, já a partir da terça-feira, e a votação deve se estender até quinta-feira (24). Encerrando a semana, na sexta-feira (25), os senadores participarão de uma sessão de debates sobre os desafios econômicos, sociais e ambientais do Brasil para o período pós-pandemia. Fonte: Metro1

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Política

Ex-assessor de Flávio Bolsonaro, coronel do Exército fez 16 saques que somam R$ 260 mil, diz jornal

Foto : Domingos Peixoto / Agência O Globo

Ex-assessor de Flávio Bolsonaro, o coronel da reserva do Exército Guilherme Henrique dos Santos Hudson, sacou da sua conta pessoal, em dinheiro vivo, um total de R$ 260 mil em 16 oportunidades diferentes na boca do caixa. As informações são do jornal O Globo.

As retiradas, superiores a R$ 10 mil em cada ocasião, foram identificadas pelo banco com uma observação: “procedimento indica saque em espécie”, registro obrigatório nas instituições financeiras em operações desse tipo.

Hudson tem relações tanto na investigação da suposta prática de “rachadinha” no antigo gabinete de Flávio na Assembleia Legislativa do Rio (Alerj), como no procedimento que apura funcionários fantasmas e “rachadinha” no gabinete do vereador Carlos Bolsonaro.

Ainda segundo o Globo, ele cursou a Academia Militar das Agulhas Negras no mesmo período em que o presidente Jair Bolsonaro, com quem também possui parentesco.  (Metro1)

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Política

Bolsonaro empataria com Lula e Moro no segundo turno, aponta pesquisa

Foto: Ed Alves/CB/D.A Press e Sérgio Lima/AFP

Pesquisa divulgada nesta quinta-feira (17/9) mostra que os adversários mais fortes de Bolsonaro são o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva e o ex-juiz e ex-ministro da Justiça Sergio Moro. Em um eventual segundo turno com os dois, Bolsonaro teria dificuldades para se reeleger, aponta o levantamento, realizado pelo Poder Data.

Numa disputa entre o atual presidente e o ex-presidente, cada um ficaria com 41%. Se o concorrente fosse seu ex-ministro, haveria empate técnico. Nesse cenário, Bolsonaro aparece com 40% no levantamento e Sergio Moro, com 37%. A margem de erro da pesquisa é de dois pontos percentuais.

O estudo mostra ainda que Bolsonaro venceria no segundo turno Fernando Haddad (PT), Ciro Gomes (PDT) e o governador de São Paulo, João Doria (PSDB).

De todos os nomes avaliados, o único que atualmente não pode concorrer a cargos públicos é Lula, que, por ter condenação em segunda instância, é impedido de se candidatar pela Lei da Ficha Limpa. Lula busca, na Justiça, recuperar seus direitos eleitorais. (Correio Brasiliense)

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