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Política

Senado retorna às atividades presenciais depois de seis meses


O Senado terá deliberações presenciais pela primeira vez desde o mês de março, quando todas as sessões passaram a ser remotas em função da pandemia de coronavírus. Esta semana, voltam a funcionar as comissões de Constituição e Justiça (CCJ) e Relações Exteriores (CRE), que vão sabatinar e votar nomes indicados para cargos em tribunais e embaixadas. Em seguida, o Plenário tomará as decisões finais. 

A última atividade presencial dentro do Senado aconteceu no dia 17 de março, numa reunião da comissão mista que analisava a medida provisória (MP) 905/2019, que estabelecia uma nova modalidade de contrato de trabalho. Na ocasião, os parlamentares aprovaram o parecer da comissão a favor da proposta. 

Na próxima segunda-feira (21), a CRE vai realizar 34 sabatinas com diplomatas indicados para representações brasileiras em países estrangeiros e agências internacionais. Já há 32 indicações na pauta, e o presidente da comissão, senador Nelsinho Trad (PSD-MS), informou que mais duas devem ser incluídas na lista. Na terça-feira (22) será a vez de a CCJ se reunir, para ouvir três indicados para o Superior Tribunal Militar (STM) e uma indicada para o Conselho Nacional de Justiça (CNJ). 

Após passarem por essas comissões, as indicações devem chegar ao Plenário do Senado para serem confirmadas, já a partir da terça-feira, e a votação deve se estender até quinta-feira (24). Encerrando a semana, na sexta-feira (25), os senadores participarão de uma sessão de debates sobre os desafios econômicos, sociais e ambientais do Brasil para o período pós-pandemia. Fonte: Metro1

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Política

Chico Rodrigues diz que dinheiro escondido na cueca era para pagar funcionários

Foto : Jane de Araújo /Agência Senado

O senador Chico Rodrigues (DEM-RR), ex-vice-líder do governo Bolsonaro que foi pego com R$ 33 mil na cueca, afirmou hoje (19), em mensagem destinada aos senadores, que o dinheiro encontrado serviria para pagar funcionários: “Num ato de impulso, protegi o dinheiro do pagamento das pessoas que trabalham comigo. Se levassem aquele dinheiro ninguém iria receber naquela semana”.

Pressionado a se licenciar do mandato, a declaração faz parte da estratégia de defesa do senador, que tenta conquistar o apoio dos colegas para evitar seu afastamento. 

Segundo o portal G1, senadores que receberam a mensagem avaliam que a explicação de Chico Rodrigues vai ser questionada e que ele precisa comprovar principalmente a origem do dinheiro que estava em sua casa. Se não disser a origem, a avaliação é que o dinheiro seria ilegal.

Na mensagem encaminhada as colegas, o senador afirmou, ainda, que “nunca tinha sido acordado pela polícia” e que reagiu de impulso porque despertou “em meio a pessoas estranhas em meu quarto”.

O caso acabou levando o ministro Luís Roberto Barroso a decidir pelo afastamento do senador por 90 dias, medida que vai ser analisada pelo plenário do Supremo Tribunal Federal (STF) na quarta-feira (21).

Leia a matéria original em Metro1

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Política

Mandetta falou em usar ‘trezoitão’ contra filhos de Bolsonaro durante desabafo, diz livro


Um ex-auxiliar de Luiz Herique Mandetta relata em livro que, na véspera de sua demissão, o ex-ministro fez um desabafo e deixou escapar que gostaria de atirar nos filhos do presidente Jair Bolsonaro. A informação é da coluna de Mônica Bergamo, na Folha.

Na obra “Guerra à Saúde”, já em pré-venda, Ugo Braga, que foi diretor de Comunicação do Ministério da Saúde na gestão de Mandetta, descreve em detalhes reuniões, ligações telefônicas e crises resolvidas pela comunicação da pasta durante a fritura do ex-ministro por Bolsonaro.

“O presidente é bom, é bem-intencionado. O problema são aqueles filhos dele, que ficam o dia inteiro xingando nas redes sociais. Sorte que eu não mexo com essas coisas”, teria dito Mandetta em 15 de abril deste ano, um dia antes de ser demitido. “Minha vontade é pegar um trezoitão e cravar neles. Pelo menos passava a minha raiva”.

Na obra, Braga ainda relata que Mandetta teve o apoio da primeira-dama, Michelle Bolsonaro, que se disse triste pela saída dele. 

Procurado pela coluna, o ex-ministro disse não se lembrar dos fatos narrados e afirmou que, em meio à pandemia, os filhos do presidente não estavam entre suas principais preocupações. Fonte: Metro1

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Política

Após ser preso, irmão de candidato a prefeito em Mutuípe fica proibido de fazer campanha


O irmão de um candidato à prefeitura de Mutuípe, no centro-sul baiano, está proibido de participar de atos de propaganda eleitoral em bares, festas e comitês de campanha, além de se ausentar do município sem autorização do juízo eleitoral. A determinação foi da Justiça, que acatou, nesta sexta-feira, 16, parecer do Ministério Público Eleitoral (MPE), emitido pelo promotor de Justiça Thiago Cerqueira.

A decisão foi proferida pelo juiz Fabiano Soares que, seguindo entendimento do MPE, homologou o auto de prisão em flagrante delito contra Gilberto dos Santos Rocha Filho. De acordo com a decisão e o parecer, Gilberto foi flagrado no dia 9 de outubro com R$ 50 mil em dinheiro trocado com notas de R$ 50, guardado em um saco preto, dentro de um veículo que ele conduzia na BR-101, no município de Laje. Com o montante, havia material publicitário de dois candidatos a prefeito. O promotor de Justiça Thiago Cerqueira e o juiz entenderam que ele foi flagrado cometendo crime antecedente de lavagem de dinheiro com fins eleitorais.

No parecer, o promotor informou que “o valor apreendido é mais de 46 vezes superior ao permitido para doações em espécie (R$ 1.064), o que revela a sua origem ilícita”. Na decisão, o juiz pontuou que a prisão preventiva pode ser decretada, caso Gilberto Filho descumpra as medidas cautelares. Ele se encontra em liberdade, depois de pagar fiança estabelecida pela polícia. Fonte: ATarde

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