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Contran: Renovação da CNH segue suspensa por prazo indeterminado


 O diretor-geral do Contran (Conselho Nacional de Trânsito), Frederico de Moura Carneiro, afirmou nesta sexta-feira (25), durante participação na Live JR, que o prazo para renovação das carteiras de habilitação vencidas durante a pandemia do novo coronavírus segue suspenso por tempo indeterminado.

“Tivemos uma medida que interrompeu os prazos de vencimento da CNH desde o dia 29 de fevereiro por conta da decretação do estado de calamidade pública. Todos os Detrans das 27 Unidades da Federação ficaram com as atividades paralisadas. Os condutores não tinham condições de dar seguimento”, afirmou ele.

Carneiro destacou que a retomada dos prazos acontecerá “gradativamente”. “Alguns Estados já estão normalizados, mas enquanto houver um Detran que não esteja 100% funcionando, não podemos revogar essa interrupção”, disse aos jornalistas Celso Freitas, Eduardo Ribeiro e Luiz Gustavo.

Diante da situação, Carneiro orienta que os motoristas de Estados com o Detran já aberto procurem pela renovação o mais rápido possível. “A partir do momento em que a gente voltar para a regra normal, vai haver uma enxurrada de acessos aos órgãos de trânsito”, previu.

Mudanças no Código de Trânsito
Carneiro também defendeu a ampliação da validade da CNH (Carteira Nacional de Habilitação) de cinco para até 10 anos. Ele avaliou que a proposta aprovada pelo Congresso segue a evolução das condições de saúde dos condutores.

“Dos 18 aos 50 anos, o condutor não desenvolve doenças que comprometam a capacidade de condução de um veículo. A partir dos 40, a vista começa a ficar mais comprometida”, avaliou ele.

Para Carneiro, o Código de Trânsito prevê que qualquer indício de doença por parte do motorista pode reduzir o prazo. “O médico que faz o exame pode prescrever que o exame tem a validade limitada, de modo a garantir a aptidão desse condutor”, explicou.

(R7)

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Brasil

Prefeitura no Pará faz show com aglomeração em retomada no estado

Foto : Reprodução/Instagram

A cantora Mariana Fagundes foi atração da cidade de Tailândia, no Pará, na noite de ontem (17), após oito meses afastada dos palcos devido a pandemia. A apresentação reuniu milhares de pessoas na principal praça da cidade, que fica a cerca de 200km da capital do estado, Belém.

O show, segundo a imprensa local, foi contratado pela prefeitura de Tailândia e durou seis horas. Cidades do Pará foram liberadas pelo governo estadual para adotar suas próprias medidas sanitárias contra a pandemia de coronavírus.

Dados da Secretaria de Saúde Pública do Governo do Pará apontam que o estado registra 241.242 casos de Covid-19 e mais de 6,6 mil mortes. Na internet, usuários das redes sociais criticaram o show e a falta de segurança por conta da ausência de uma vacina contra o coronavírus. Shows e apresentações em todo o país foram suspensos por conta do alto índice de contágio. 

Na última sexta-feira (16), durante uma coletiva de imprensa, técnicos do governo do Pará afirmaram que, atualmente, a taxa de contágio de coronavírus é estável no estado e está com tendência de queda desde o último mês de maio. Atualmente, a taxa de ocupação de leitos no estado é de 49% em 268 vagas ofertadas.

“Observamos uma queda no número de casos e óbitos desde o último mês de maio. Para acompanhar o desenvolvimento da pandemia no estado, estamos utilizando a metodologia da média móvel dos últimos 14 dias. Esse prazo é utilizado por ser um consenso entre as autoridades de saúde que é o período do ciclo de desenvolvimento da doença”, explicou o diretor Vigilância em Saúde, Denilson Feitosa.

Leia a matéria original em Metro1

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Brasil

Brasil registra 153,6 mil mortes por Covid-19


O Brasil registrou 461 mortes pela Covid-19 em 24 horas, segundo boletim divulgado ontem (17) pelo consórcio de veículos de imprensa. Com isso, a média móvel de mortes no Brasil nos últimos 7 dias foi de 493, a menor marca registrada desde o dia 7 de maio. No total, o país contabiliza 153.690 óbitos.

Em casos confirmados, desde o começo da pandemia 5.223.667 brasileiros já tiveram ou têm o coronavírus, sendo 22.097 desses confirmados no último dia. Três estados apresentam alta de mortes: Paraíba, Piauí e Rio Grande do Norte. Fonte: Metro1

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Brasil

Brasil não adotará horário de verão pelo segundo ano consecutivo


De acordo com o Ministério de Minas e Energia, o Brasil não terá horário de verão pelo segundo ano consecutivo. O instrumento foi encerrado pelo presidente Jair Bolsonaro no ano passo após um estudo do próprio ministério apontar que com o fim da mudança o consumidor teria uma economia de R$ 100 milhões. 

O Brasil teve horário de verão seguidamente entre os anos de 2008 e 2018, com o objetivo de economizar o consumo de energia em 10 estados que registram maior luminosidade entre outubro e fevereiro. No entanto, nos últimos anos, uma redução da economia gerada pela medida começou a percebida a partir de 2017, o que levou ao encerramento do horário de verão.  Fonte: Bnews

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