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Sem fiéis em missas, Aparecida celebra dia da padroeira com eventos virtuais

Por: Agência Brasil

No lugar das multidões, celebrações televisivas e pelas redes sociais. A comemoração do 12 de Outubro, dia de Nossa Senhora Aparecida, padroeira do país, acontecerá apenas virtualmente neste ano na cidade de Aparecida (SP) devido à pandemia de Covid-19.

Ao explicar a decisão de fazer as celebrações não presenciais em um comunicado, o padre Eduardo Catalfo, reitor do santuário de Aparecida, disse que a igreja entende que a experiência de fé de cada devoto também é vivida a partir do cuidado que demonstra por ele.

“Durante as celebrações da novena e da festa da padroeira os devotos serão representados por funcionários ligados às obras de evangelização do santuário”, disse. O tema deste ano é “Com Maria, em família, revestir-se da Palavra de Deus”.

No santuário, haverá missas na segunda-feira (12) às 9h e às 18h, sem a presença de fiéis nos bancos. Apenas a visitação na igreja está liberada, das 5h às 17h até domingo (11), e, na segunda-feira, das 12h às 17h.

A imagem de Nossa Senhora poderá ser visitada, com limite de 50 pessoas por vez, até as 21h no sábado (10) e das 5h de domingo às 21h do dia seguinte.

Já na basílica velha, as celebrações acontecerão neste sábado às 9h e às 12h. No domingo, às 8h e às 12h e, na segunda-feira, às 7h (missa das crianças), 12h ( ngelus e missa) e 15h (consagração solene). Nela, está liberada a visitação à imagem das 17h às 19h, diariamente.

Além da visitação ao Santuário Nacional e à imagem da padroeira, setores como posto médico, tenda dos peregrinos e CAR (Centro de Apoio ao Romeiro) funcionarão normalmente. O uso de máscara é obrigatório.

Ônibus de turismo estão proibidos de circular na cidade, conforme decreto da prefeitura, independentemente do número de pessoas a bordo. Nos hotéis, a capacidade permitida é de 50% —era de 30% até o dia 17 de setembro.

Procissões externas, vigílias, carreatas, passeio ciclístico e apresentações musicais e artísticas com presença de público foram cancelados.

Embora não sejam proibidas, as romarias a pé ou de bicicletas não são recomendadas pelo santuário.

Neste ano, o total de romeiros que já se dirigem a pé até Aparecida apresentou redução, conforme dados da concessionária NovaDutra.

Enquanto entre setembro e a primeira semana de outubro do ano passado foram cerca de 2.700 romeiros, neste ano o total é de 1.600, segundo Diego Dutra, coordenador de interação com clientes da CCR Nova Dutra.

Em 2019, foram mais de 30 mil caminhando pelos acostamentos da Dutra entre setembro e novembro, dos quais 25 mil entre 10 e 13 de outubro, 51% mais que em 2018.

“Como a basílica está divulgando que a festa é pelas redes sociais e não haverá missas, creditamos a isso essa diminuição. Não é uma mistura legal a Dutra ter carros e pedestres, o desenho da rodovia é para atender a logística nacional, ligar São Paulo ao Rio”, disse.

A concessionária também não recomenda essa manifestação de fé devido ao risco para os peregrinos. Seis foram atropelados em 2019 —houve uma morte. Neste ano, ao menos três romeiros foram atropelados no acostamento.

Por isso, a indicação é que utilizem a Rota da Luz, em estradas secundárias, com 201 quilômetros cortando nove municípios e que parte de Mogi das Cruzes.

O Caminho da Fé, rota de peregrinação religiosa que parte de vários ramais em São Paulo rumo a Aparecida, também sofreu reorganização devido à pandemia.

Até o dia 31 de dezembro, os certificados de peregrinação —conferidos a quem faz a rota—serão emitidos no Centro de Informações Turísticas de Aparecida, na marquise do Centro de Apoio ao Romeiro.

Atos religiosos ligados à padroeira também foram cancelados em outros locais do país, como Ribeirão Preto.

A 51ª edição da romaria de Nossa Senhora Aparecida, que percorre 12 quilômetros entre a região central da cidade e o distrito de Bonfim Paulista, foi cancelada pela paróquia Senhor Bom Jesus do Bonfim devido ao novo coronavírus.

“Ficará a romaria Ribeirão-Bonfim para o 12 de outubro do próximo ano, se, até lá, a imunização da população à Covid-19 tiver já acontecido”, disse o padre Mário Reis da Silveira em um comunicado.

Leia a matéria original em BNews

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Brasil

Auxílio emergencial de R$ 150, R$ 250 ou R$ 375: Veja quanto cada um vai receber


Os beneficiários do auxílio emergencial devem receber valores diferentes nessa nova rodada. Embora o governo federal tenha estabelecido a parcela em R$ 250, mulheres chefes de família devem receber um benefício maior, enquanto pessoas que moram sozinhas devem ganhar menos.

Os valores detalhados para cada faixa deverão ser divulgados com a publicação da Medida Provisória (MP) que vai viabilizar o pagamento de quatro novas parcelas. Se mantiver o texto atual, o benefício poderá chegar a R$ 375 mensais.

Dessa vez, a previsão é que cada família receba somente um benefício, ao contrário do que ocorreu no ano passado. Em 2020, até dois membros de cada núcleo familiar poderiam ser aprovados para o auxílio. A medida, segundo o governo, visa reduzir os gastos com o programa.

A expectativa é que os pagamentos do auxílio retornem no dia 18 de março para os beneficiários do Bolsa Família, e até o fim do mês para os demais aprovados.

Quanto cada beneficiário vai receber?

Os critérios para receber continuam sendo os mesmos: renda de meio salário mínimo por pessoa (R$ 550) ou de até três salários mínimos (R$ 3.300) para toda a família. De acordo com fontes do governo federal, as novas faixas de valor serão as seguintes:

  • R$ 250: base paga a famílias com duas ou mais pessoas, exceto chefiadas por mulheres.
  • R$ 375: para famílias chefiadas por mulheres. Em 2020, o valor do auxílio emergencial para mães chefes de família correspondeu ao dobro do pago aos demais beneficiários.
  • R$ 150: famílias de apenas uma pessoa, ou seja, pessoas que vivem sozinhas. O valor poderá ser de R$ 125 ou R$ 175, ainda a ser definido pelo governo.

Quem não pode receber

Além de cumprir os requisitos de renda citados anteriormente, o cidadão não poderá receber nenhum tipo de benefício do governo para ter acesso às quatro novas parcelas do auxílio emergencial.

Também não entrarão nessa nova rodada os servidores públicos, militares e trabalhadores que atuam com carteira assinada.

Aprovação do Congresso

A pretensão do Ministério da Economia é desembolsar no máximo R$ 40 bilhões para custear o auxílio emergencial em 2021. A perspectiva é que o programa custe por volta de R$ 30 bilhões. Além de cortar o número de beneficiários e de parcelas para enxugar os gastos com o programa, há estudos para reduzir o valor pago a pessoas que moram sozinhas.

Para que possa ser criado por meio de uma MP, ainda é necessário obter a aprovação da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) Emergencial pelo Congresso. A PEC Emergencial dá o aval para uma nova rodada do auxílio e cria ferramentas para um futuro ajuste fiscal.

Fonte: editalconcursobrasil.com.be

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Brasil

Brasil vacinou 8,1 milhões de pessoas, diz consórcio de imprensa


Um total de 8.135.403 pessoas já receberam a primeira dose do imunizante contra o coronavírus no Brasil, segundo o balanço da vacinação divulgado na noite de ontem (6) pelo consórcio de veículos de imprensa. Com isso, 3,84% da população do país já foi vacinada contra a Covid-19.

A segunda dose foi aplicada em 1,27% da população do país: 2.686.585 pessoas. No total, 10.821.988 doses foram aplicadas na nação brasileira (64,61% das doses recebidas pelos estados).

Na Bahia, 540.532 pessoas receberam a primeira dose (3,62% da população do estado). Destas, 162.561 tomaram a segunda (1,09%). Foram utilizadas 703.093 vacinas para a ação. Desde o início da imunização, foram entregues ao estado 1.111.200 vacinas. (Metro1)

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Brasil

Vacina de Oxford: Ministério da Saúde corta 35% das doses previstas para março


O Ministério da Saúde voltou a diminuir a previsão de entrega de vacinas contra a Covid-19 para março. O cronograma inicial informado em fevereiro estimava a distribuição de 46 milhões de doses e, agora, devem chegar 30 milhões – 35% a menos.

Na última sexta-feira (5), a pasta já havia anunciado o plano com oito milhões de vacinas a menos do que o número inicial, com 38 milhões de doses. Ontem (6), o ministério fez mais um corte, deixando a previsão em 30 milhões de doses.

Até ontem (6), o Brasil vacinou 8.135.403 pessoas contra o coronavírus, de acordo com o boletim divulgado pelo consórcio de veículos de imprensa. Este número corresponde a 3,84% da população brasileira. (Metro1)

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