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Saúde

Segunda vacina contra Covid-19 é aprovada na Rússia após testes preliminares


Uma segunda vacina desenvolvida contra Covid-19 obteve aprovação regulatória da Rússia. No mês de agosto o país registrou a primeira imunização contra a doença que gerou uma pandemia e vem causando mortes em todo o mundo. O registro de medicamentos autorizados do país foi atualizado nesta quarta-feira (14). O presidente Vladimir Putin deu a notícia em uma reunião de governo, traz o G1.

O Instituto Vector, da Sibéria, foi o responsável pelo desenvolvimento dessa segunda vacina. O estágio inicial de testes em humanos foi concluído no mês de setembro. De acordo com reportagem do G1, o estudo de Fase I injetou a imunização em cinco voluntários, com a possibilidade de ampliação dos testes em até 100 voluntários com idades entre 18 e 60 anos.

“Precisamos aumentar a produção da primeira e da segunda vacina”, disse Putin em comentários transmitidos pela televisão estatal.

A vacina do Instituto Vector foi desenvolvida a partir de uma tecnologia criada inicialmente para o Ebola. O imunizante é composto por fragmentos de proteínas (peptídeos) do vírus que são capazes de estimular o sistema imune a induzir uma resposta protetora, traz a matéria. (BN)

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Saúde

Após Índia negar envio imediato de doses da vacina de Oxford, governo federal requisita Coronavac


O Ministério da Saúde enviou hoje (15) um ofício ao Instituto Butantan, responsável pela produção da vacina Coronavac em São Paulo, requisitando a entrega imediata de 6 milhões de doses do imunizante contra a Covid-19. 

“Solicitamos os bons préstimos para disponibilizar a entrega imediata das 6 milhões de doses importadas e que foram objeto do pedido de autorização de uso emergencial perante a Anvisa. Ressaltamos a urgência na imediata entrega do quantitativo contratado e acima mencionado, tendo em vista que este Ministério precisa fazer o devido loteamento para iniciar a logística de distribuição para todos os estados da federação de maneira simultânea e equitativa, conforme cronograma previsto no Plano Nacional de Operacionalização da vacinação contra a Covid-19, tão logo seja concedido a autorização pela agência reguladora, cuja decisão está prevista para domingo”, diz a nota assinada pelo diretor do Departamento de Logística em Saúde, Roberto Ferreira Dias

Até o momento, a maior aposta do governo Bolsonaro para começar a vacinação na próxima semana eram as doses do imunizante de Oxford/AstraZeneca, que seria importado de um laboratório indiano.

O avião que buscaria 2 milhões de doses hoje com retorno previsto para domingo (17), no entanto, não obteve autorização da Índia para decolar. Em entrevista à rede Bandeirantes, Bolsonaro admitiu que a operação seria atrasada.  Fonte: Metro1

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Saúde

Avião que vai buscar vacinas na Índia decola hoje do Recife


Decola hoje (15) do Recife em direção a Mumbai, na Índia, o avião da companhia aérea Azul que deve buscar dois milhões de doses da vacina contra a covid-19 importadas do país asiático. A previsão é que a aeronave decole às 23h e chegue amanhã (16) à Índia. A informação é da Agência Brasil.

O voo estava previsto para decolar na noite de ontem (14), também às 23h, mas a viagem foi reprogramada em razão de questões logísticas internacionais. O voo com destino ao Recife partiu na tarde de ontem, por volta das 15h30, do Aeroporto de Viracopos, em Campinas (SP).

A volta da aeronave ao Brasil estava marcada para sábado (16), aterrissando no Aeroporto do Galeão, no Rio de Janeiro. Com a alteração no voo, porém, ainda não há informações sobre o retorno do avião. Fonte: Metro1

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Saúde

É errada interpretação de que vacina com 50% de eficácia gera anticorpos apenas em metade dos vacinados; entenda


O anúncio de que a vacina CoronaVac registrou 50,38% de eficácia global nos testes realizados no Brasil, levou a questionamentos em redes sociais sobre se isso significa que apenas metade das pessoas que a tomam desenvolvem proteção contra a Covid-19.

“É errada a interpretação de que uma vacina com 50% de eficácia gera anticorpos apenas em metade dos vacinados. O correto é que os vacinados têm metade do risco de desenvolver a doença em comparação aos não vacinados. No caso da CoronaVac, apenas 1,8% dos vacinados contraíram o vírus”, explica o epidemiologista e reitor da Universidade de Pelotas, Pedro Hallal.

Em relação à geração de anticorpos, uma fase anterior das pesquisa apontou que eles aparecem na imensa maioria dos vacinados.

Na fase 2 de testes, os voluntários que receberam o imunizante foram divididos em dois grupos. Um recebeu uma dose mais baixa e outro uma mais alta. A dose mais baixa mostrou-se ser a mais indicada, e 97% dos que a receberam tiveram a produção de resposta imune.

“Na prática, me parece, pelo gráfico, que essa eficácia global de 50,38% é menos relevante do que a eficácia altíssima que tem pra casos graves e mortes. Porque, na prática, o que a gente quer é evitar internação e óbito”, disse Hallal.

Hallal explicou que, pensando em imunidade coletiva, o índice pode ser considerado baixo. Mas utilizar uma vacina com eficácia de 50% é “infinitamente melhor” do que não usar nada. “Sem dúvidas, a vacina é capaz de reduzir a circulação do vírus”, completou.

Eficácia

Para chegar ao número de eficácia de uma vacina, que não se refere à resposta imune dos vacinados, os cientistas fazem o seguinte:

  • dão vacina a um grupo de voluntários e placebo (substância inerte, sem efeito algum) a outro grupo.
  • depois de algum tempo, contam quantos voluntários no grupo de placebo e quantos no grupo que tomou de fato a vacina pegaram a doença.
  • Ao verificar a proporção de pessoas a menos que pegaram a doença no grupo que tomou a vacina, os pesquisadores conseguem quantificar o quão efetivo é o imunizante, ou seja, chegam à sua taxa de eficácia.

O número mínimo recomendado pela Organização Mundial da Saúde (OMS) e também pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) é de 50%. A CoronaVac, portanto, está acima desse patamar.

  • PERGUNTAS E RESPOSTAS: Veja o que se sabe sobre a CoronaVac
  • Eficácia e mais 7 tópicos: entenda os conceitos em jogo

A microbiologista e pesquisadora da USP Natalia Pasternak lembrou que é necessário que muitas pessoas tomem a vacina, qualquer que seja, para que ela funcione na contenção da pandemia. “Uma vacina só é tão boa quanto a sua cobertura vacinal. A efetividade dessa vacina no mundo real vai depender da vacinação”, disse Pasternak.

Leia a matéria original em G1

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