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Saúde

Jovens saudáveis devem esperar até 2022 para serem vacinados contra Covid-19, diz OMS


A Organização Mundial da Saúde (OMS) afirmou hoje (15) que jovens saudáveis podem precisar esperar até 2022 para serem vacinados contra a Covid-19.

“As pessoas pensam que já no primeiro dia de janeiro vão tomar a vacina e tudo vai voltar ao normal, mas não vai funcionar assim”, advertiu a cientista-chefe da OMS, Soumya Swaminathan.

Ainda de acordo com a cientista, os primeiros a serem imunizados devem ser profissionais de saúde, idosos e trabalhadores que lidam com o público mais suscetível a contrair o vírus. Fonte: Metro1

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Saúde

Covid-19: Amargosa não registra casos nas últimas 24h


DICOM – PREFEITURA MUNICIPAL DE AMARGOSA

Boletim médico: 21 de novembro de 2020

Nas últimas 24 horas foram realizadas 05 coletas de exames PCR.

Não foram registrados novos casos no mesmo período.

Atualmente, Amargosa registra 23 casos ativos, 497 recuperados e 14 óbitos decorrentes da Covid-19.

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Saúde

Ministério da Saúde já tem calendário de vacinação detalhado contra a Covid-19


Ministério da Saúde revelou na quinta-feira (19/11) que já elaborou estratégias de vacinação contra a Covid-19 para assim que um imunizante for aprovado pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). O plano prevê duas campanhas de conscientização sobre a importância da vacina. A primeira, que será sobre o processo de produção e aprovação de um imunizante, acontece entre os meses de dezembro e janeiro.

O imunizante tem mais de 400 versões em desenvolvimento pelo mundo, metade registrada pela Organização Mundial da Saúde (OMS). Além disso, 154 estão em estágio de pesquisa pré-clínica e 44 em estudos clínicos. Destes, 10 estão em fase 3 de testes.

A vacina ainda é vista com desconfiança por parte da população, como exemplo do presidente Jair Bolsonaro (sem partido), que já questionou a necessidade de uma vacinação obrigatória contra a doença e já colocou em xeque, sem provas, a segurança da CoronaVac, testada pelo laboratório chinês Sinovac e pelo Instituto Butantã. Por diversas vezes ele ainda reforçou que não há nenhuma vacina aprovada contra a doença.

O projeto vai integrar o Programa Nacional de Imunizações e prevê dez eixos principais com responsabilidades divididas entre diversas instituições, como Fiocruz, Butantã, Sociedade Brasileira de Imunologia e de órgãos federais. O secretário de Vigilância em Saúde do ministério, Arnaldo Medeiros, destaca que o eixo 1 é dedicado para avaliação da situação epidemiológica.

“O objetivo é identificar grupos de maior risco. Para isso, deverá ser levado em conta o perfil da vacina: faixa etária na qual está registrada e que é mais eficaz, esquema de vacinação, dados de segurança, duração da vacina em frasco aberto e condições de armazenamento. Vamos avaliar o andamento dos estudos das vacinas para definirmos o eixo 1, que vai definir os prioritários”, disse o secretário.

O eixo 2 prevê a atualização das vacinas em estudo. O eixo 3 reforça o monitoramento e orçamento, com objetivo de avaliar se a vacina entrará como rotina ou campanha anual para incorporar ao orçamento na do Programa Nacional de Imunizações para aquisição. A operacionalização da campanha será definida no eixo 4 que também discute a estratégia de vacinação, distribuição de doses por Estado e público-alvo.

O secretário executivo do Ministério da Saúde, Elcio Franco, afirmou que técnicos da pasta ouviram propostas sobre o fornecimento de imunizantes da Pfizer, Johnson & Johnson, Moderna, Sputnik V e Covaxin.

O eixo de farmacovigilância diz respeito ao monitoramento de eventos adversos pós-vacinação e pós-licenciamento da vacina, fase em que está prevista a administração da vacina em massa. Em seguida, estão previstos estudos de monitoramento e pós-marketing para análise de cortes para averiguar se a incidência da doença ou evento adverso à saúde difere entre o os grupos e estudos de efetividade e segurança.

Os eixos 7 e 8 contemplam, respectivamente, os sistemas de informação e monitoramento com objetivo de registrar o indivíduo, avaliar a cobertura vacinal da população e acompanhamento de eventos adversos. Os eixos 9 e 10 tratam do plano de comunicação de campanha para vacinação, que será aplicado nos próximos meses. O objetivo é conscientizar sobre o processo de produção e aprovação de uma vacina, para dar segurança à população em relação a eficácia dos imunizantes que o Brasil vier a utilizar, bem como da sua capacidade. Fonte: AratuOn

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Saúde

Pfizer solicita aprovação de emergência para comercializar vacina contra a Covid-19


O governo americano anunciou pedido emergencial da Pfizer/BioNTech hoje (20) para comercializar a vacina contra o coronavírus desenvolvida pela empresa. Espera-se que autorização da agência reguladora de medicamentos dos Estados Unidos (FDA) saia em dezembro.

Os Estados Unidos são o país com mais casos de infecção e mortes pelo vírus. Mais de duas mil mortes foram registradas em apenas hoje, de acordo com dados da Universidade Johns Hopkins.

De acordo com informação divulgada pela empresa farmacêutica Pfizer e BioNTech, após os resultados finais da fase 3 do ensaio clínico da vacina, ela é 95% eficaz no combate ao Covid-19. Fonte: Metro1

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