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Saúde

Ocupação de UTI Covid pediátrica na Bahia salta de 43% para 81% em 15 dias


A ocupação de Unidades de Tratamento Intensivo (UTI) pediátricas para Covid-19 cresceu consideravelmente na Bahia em 15 dias. Em 1º de outubro o boletim da Secretaria da Saúde (Sesab) informava que a taxa de ocupação deste tipo de leito era de 43%, enquanto nesta quinta-feira (15) o documento informa que agora o índice está em 81%.

Os leitos de UTI são destinados ao casos mais graves da infecção pelo novo coronavírus. As Unidades possuem equipamentos de suporte de vida, que auxiliam no tratamento dos pacientes que tiveram os pulmões afetados pela doença. 

O prefeito de Salvador, ACM Neto, afirmou na terça-feira (13) que houve um aumento preocupante na demanda por internações pediátricas por coronavírus em Salvador. De acordo com ele, a ocupação de leitos de UTI Covid-19 para crianças chegou a 70%, enquanto o de leitos clínicos atingiu 80%. Para o gestor, este repique vai interferir na decisão sobre a volta às aulas presenciais na capital baiana.

Outros dados que constam no boletim mostram que agora a Bahia soma 331.362 infectados desde o início da pandemia e 7.243 mortes. Nas últimas 24 horas foram registrados 1.575 novos casos de Covid-19 e 29 óbitos. 

Os casos ativos são 6.822.  Fonte: Bahia Notícias

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Saúde

Pfizer solicita aprovação de emergência para comercializar vacina contra a Covid-19


O governo americano anunciou pedido emergencial da Pfizer/BioNTech hoje (20) para comercializar a vacina contra o coronavírus desenvolvida pela empresa. Espera-se que autorização da agência reguladora de medicamentos dos Estados Unidos (FDA) saia em dezembro.

Os Estados Unidos são o país com mais casos de infecção e mortes pelo vírus. Mais de duas mil mortes foram registradas em apenas hoje, de acordo com dados da Universidade Johns Hopkins.

De acordo com informação divulgada pela empresa farmacêutica Pfizer e BioNTech, após os resultados finais da fase 3 do ensaio clínico da vacina, ela é 95% eficaz no combate ao Covid-19. Fonte: Metro1

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Saúde

Senado mexicano aprova lei para ampla descriminalização da maconha


Em um dia classificado como histórico por parlamentares mexicanos, o Senado do país aprovou a legalização da maconha para usos recreativo, científico, médico e industrial, o que pode criar o maior mercado de cannabis do mundo em uma nação assolada pela violência dos cartéis do narcotráfico.

Agora, a chamada Lei Geral para Regulamentação da Cannabis deve ser votada na Câmara dos Deputados antes do término da atual legislatura, em 15 de dezembro.

O Movimento para Regeneração Nacional (Morena), que compõe o governo, e seus aliados contam com maioria nas duas Casas Legislativas.

A iniciativa proposta pelo Morena inclui, entre outros pontos, a criação do Instituto Mexicano para a Regulação e Controle da Cannabis, um órgão descentralizado da Secretaria de Saúde do país.

A nova entidade poderá emitir cinco tipos de licenças para controlar algumas das atividades relacionadas com o cultivo, a transformação, venda, pesquisa, exportação e importação da maconha. 

Em seu primeiro artigo, a nova lei, aprovada com 82 votos a favor, 18 contra e sete abstenções, diz que busca “melhorar as condições de vida” dos mexicanos e “contribuir com a redução da incidência de delitos vinculados ao narcotráfico”.

“Finalmente chegou a hora de um tema vital para o desenvolvimento do país”, disse o senador independente Emilio Álvarez Icaza em discurso. “É um tema que devemos discutir há muitos anos”.

Desde que assumiu a Presidência em dezembro de 2018, o presidente Andrés Manuel López Obrador colocou em pauta o tema da descriminalização da maconha e de outras drogas como parte de sua estratégia para combater o poderoso crime organizado. Fonte: AgênciaBrasil.

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Saúde

Ministério da Saúde só irá agir contra ‘segunda onda’ de Covid-19 quando as mortes aumentarem


A cúpula do Ministério da Saúde não pretende endurecer restrições para o controle da pandemia, como o isolamento social ou aumento no número de testes, até que a média diária de mortes volte a subir consideravelmente. O alerta somente será disparado, segundo relatos feitos ao Estadão, quando houver alta consistente no número de óbitos pela doença.

A recomendação vai totalmente de encontro ao que o do neurocientista e coordenador do Comitê Científico do Nordeste, Miguel Nicolelis, alertou em entrevista ao Aratu On. “Neste momento, nós temos que começar a preparar a população e preparar os estados e municípios para o que está por vir”, avisou.

Os secretários de estados e municípios compartilham da visão do pesquisador e também pedem para que o ministério ajude a controlar a pandemia. De acordo com o Estadão, eles pedem reforço na estratégia de testes e que haja dinheiro disponível para equipar leitos exclusivos de Covid-19 em 2021, algo que não está previsto no orçamento.

Segundo apurou o jornal paulista, o ministro da Saúde, Eduardo Pazuello, tem dito a interlocutores que, apesar do aumento de casos em alguns locais, não espera a mesma proporção de mortes do começo da pandemia. O general afirma que é preciso observar o comportamento do “novo ciclo” da doença na Europa, para compreender o possível recrudescimento da pandemia no Brasil. Ele analisa que o correto é avaliar a doença em “ciclos” em vez de “ondas”. 

Pazuello também argumenta que o tratamento do coronavírus avançou, mesmo que ainda não exista cura ou vacina para a doença. O ministro afirmou a auxiliares que ainda não vê razões para reforçar as medidas de proteção, pois o aumento da contaminação seria normal neste momento de relaxamento do distanciamento social. Para ele, a curva de óbitos é o indicador de que é preciso agir.

ISOLAMENTO

O discurso do governo Jair Bolsonaro é de que não cabe ao ministério da Saúde impor medidas para restringir a circulação de pessoas, como o fechamento de comércios e escolas, por exemplo, mas aos Estados e municípios. Na prática, a pasta nem sequer estimulou este debate, se limitando a entregar respiradores, custear leitos e repassar recursos para compra de insumos. 

Na quarta-feira (19/11), uma mensagem nas redes sociais do ministério teve de ser apagada por citar “isolamento social” como medida para segurar o vírus, além de reconhecer que não há vacina ou cura para a doença.  Fonte: AratuOn

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