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Polícia

Força-tarefa intercepta comboio de milicianos no RJ; 12 suspeitos são mortos

 A força-tarefa da Polícia Civil do Rio de Janeiro, em conjunto com a Polícia Rodoviária Federal (PRF), para combater a ação de milícias na Baixada Fluminense, interceptou, nesta quinta-feira, 15, um comboio de milicianos nas proximidades do posto da PRF da Rio-Santos, em Itaguaí.

Na ação, policiais da Coordenadoria de Recursos Especiais (CORE) teriam sido atacados pelos suspeitos, que portavam fuzis, metralhadoras e pistolas. De acordo com a polícia, o comboio era formado por milicianos ligados a Danilo Dias Lima, o Danilo Tandera. Eles vinham sendo monitorados há 15 dias pelo serviço de inteligência da força-tarefa, que apurou a frequente movimentação de criminosos em uma rota que liga a Zona Oeste à Baixada. Ainda segundo a polícia, os tiros começaram do grupo e, a partir daí, deu início o confronto.

Segundo a polícia, 11 homens foram mortos no local. O 12º chegou a ser socorrido, mas também não resistiu. Na ação, foram apreendidos cinco fuzis, três metralhadoras, além de pistolas, munição, uma granada, aparelhos de comunicação e os quatro carros que faziam parte do comboio.

Leia a matéria original em A Tarde

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Polícia

Empresário é sequestrado em rodovia e liberado cerca de 24h depois

Foto: Divulgação Ascom/SSP-BA

A polícia resgatou na noite da última terça-feira (22) um empresário que havia sido sequestrado na segunda-feira (21), na região da BR-235, sentido Remanso. A vítima foi interceptada por criminosos que estavam em uma caminhonete.

Segundo informações da Secretaria de Segurança Pública da Bahia (SSP-BA), uma mulher que acompanhava a vítima foi amarrada e deixada na estrada. Ela conseguiu pedir ajuda e informar o ocorrido a polícia.

De acordo com o delegado responsável pelo caso, Arnóbio Soares, os sequestradores entraram em contato com os familiares por telefone pedindo dinheiro para liberar o rapaz.

Uma equipe da Coordenação de Apoio Técnico à Investigação (Cati) da Polícia Civil ajudou na negociação com os sequestradores. O empresário foi liberado pelos criminosos em um imóvel no bairro Vila Azul, na cidade de Casa Nova. Os bandidos conseguiram fugir momentos depois.

Em nota, a SSP informou que a polícia continua em diligência em busca dos criminosos.

Leia a matéria original em bahia.ba

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Polícia

Ex-Bope fala sobre técnicas para “pegar” Lázaro e relembra caso de necrófilos em 1995 que durou quatro meses

As buscas pelo baiano Lázaro Barbosa de Sousa, 32 anos, completaram 15 dias. Durante duas semanas, cerca de trezentos policiais se envolveram em uma operação especial com o objetivo de capturar o criminoso de perfil diferenciado.

Embrenhada em uma extensa mata da zona rural de Cocalzinho, no estado de Goiás, a força tarefa formada por agentes das Polícias Rodoviária Federal, Civil e Militar tentam neutralizar as ações do inimigo, considerado, na visão de muitos, como um “serial killer”.

Lázaro assassinou um empresário, uma mulher e os dois filhos do casal, no início deste mês de junho, em Ceilândia, no Distrito Federal. Dias depois, ele baleou mais quatro pessoas e fez mais uma família refém em Goiás. Antes, o criminoso havia cometido crimes na Bahia, de onde conseguiu fugir da polícia.

A sagacidade e estrutura de pensamento diferenciado de Lázaro, aliados ao conhecimento da região em que se esconde, aumentam bastante a complexidade da operação policial. O foragido sabe onde encontrar esconderijos, conhece as trilhas, e se locomove de forma inteligente, preferencialmente à noite,

Essas observações foram feitas pelo antropólogo e ex-subcomandante do Batalhão de Operações Policiais (Bope) da PM do Rio de Janeiro, Paulo Storani. Em entrevista cedida em vídeo (play abaixo) ao Aratu On, o especialista em Segurança Pública considerou que o criminoso, antes de tudo, é um produto da incapacidade da justiça.

Ele adverte que, diante da peculiaridade do perfil de Lázaro, um indivíduo com comprometimento psíquico, o judiciário não deveria relaxar com a sua prisão. Storani ressaltou que havia um laudo confirmando isso e, mesmo com esse diagnóstico, foi colocado em regime semiaberto.

“Para uma pessoa como essa, foi como abrir as portas da liberdade pra um camarada, extremamente, perigoso que voltou a cometer crime”, considerou.

O capitão veterano do Bope conhece muito bem a situação que está sendo enfrentada pelas forças policiais dentro da mata goiana. Em 1995, ele auxiliou no comando do seu batalhão, que participou da operação de buscas aos chamados “irmãos necrófilos”, até então, último caso conhecido de “serial killers” brasileiros.

Os irmãos Ibraim e Henrique de Oliveira aterrorizaram a região de Nova Friburgo, no Rio de Janeiro. Durante quatro anos, eles mataram oito pessoas de forma violenta e praticaram necrofilia, ou seja, se relacionavam sexualmente com os cadáveres. Eles viveram se deslocando com rara habilidade em uma área de 300 mil metros quadrados de Mata Atlântica entre os municípios da redondeza.

Em 2015, o caso que teve grande repercussão nacional foi relembrado, quando completou 20 anos do final da ocorrência, em uma reportagem produzida pelo Sitema Brasileiro de Televisão (SBT).

Storani lembrou que essa operação do Bope levou quatro meses para prender uma pessoa, já que quando isso aconteceu, um dos irmãos não estava mais na mata. “Era uma área bem maior do que aonde está o Lázaro […] Lá em 95, nós nem tínhamos estrutura tecnológica pra isso [a captura]. A única coisa que a gente precisava, era planejar muito bem e operacionalizarmos o momento de pegá-lo”, disse.

O especialista acredita que esse modelo de atuação está sendo adotado pelas forças policiais que trabalham no caso de Lázaro. Contudo, lamenta pela inexistência de uma cultura das polícias brasileiras para o enfrentamento de um problema com essas características.

Leia a matéria original em AratuOn

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Polícia

Acusado de estuprar sobrinha de 11 anos é preso na RMS

Foto: Haeckel Dias/Polícia Civil

Um homem de 58 anos, acusado de estuprar a sobrinha, de 11 anos, foi preso durante uma operação de combate ao tráfico de drogas realizada pelo Departamento de Polícia Metropolitana (Depom), em Vila de Abrantes, na última terça-feira (22). Integrando as ações, equipes da 26ª Delegacia Territorial (DT) do distrito do município de Camaçari cumpriram o mandado de prisão preventiva.

Segundo a titular da unidade, delegada Danielle Monteiro, o crime estava sendo apurado desde janeiro. “Assim que houve o registro, iniciamos todas as providências investigativas. Em seguida, solicitamos sua prisão ao Poder Judiciário. Apesar de a operação ter como foco o combate ao tráfico, não hesitamos em prendê-lo ao localizá-lo”, detalhou.

O acusado passou por exames de corpo de delito e será encaminhado para o sistema prisional. A vítima foi encaminhada para atendimentos especializados, à época do crime, e segue sob os cuidados de familiares. 

Leia a matéria original em Correio

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