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Política

Após ser preso, irmão de candidato a prefeito em Mutuípe fica proibido de fazer campanha


O irmão de um candidato à prefeitura de Mutuípe, no centro-sul baiano, está proibido de participar de atos de propaganda eleitoral em bares, festas e comitês de campanha, além de se ausentar do município sem autorização do juízo eleitoral. A determinação foi da Justiça, que acatou, nesta sexta-feira, 16, parecer do Ministério Público Eleitoral (MPE), emitido pelo promotor de Justiça Thiago Cerqueira.

A decisão foi proferida pelo juiz Fabiano Soares que, seguindo entendimento do MPE, homologou o auto de prisão em flagrante delito contra Gilberto dos Santos Rocha Filho. De acordo com a decisão e o parecer, Gilberto foi flagrado no dia 9 de outubro com R$ 50 mil em dinheiro trocado com notas de R$ 50, guardado em um saco preto, dentro de um veículo que ele conduzia na BR-101, no município de Laje. Com o montante, havia material publicitário de dois candidatos a prefeito. O promotor de Justiça Thiago Cerqueira e o juiz entenderam que ele foi flagrado cometendo crime antecedente de lavagem de dinheiro com fins eleitorais.

No parecer, o promotor informou que “o valor apreendido é mais de 46 vezes superior ao permitido para doações em espécie (R$ 1.064), o que revela a sua origem ilícita”. Na decisão, o juiz pontuou que a prisão preventiva pode ser decretada, caso Gilberto Filho descumpra as medidas cautelares. Ele se encontra em liberdade, depois de pagar fiança estabelecida pela polícia. Fonte: ATarde

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Política

Lewandowski intima governo a atualizar cronograma de vacinação contra a Covid


O ministro Ricardo Lewandowski, do Supremo Tribunal Federal (STF), intimou hoje (18) o ministro da Saúde, Eduardo Pazuello, e o advogado-geral da União, José Levi Mello, para que atualizem o plano nacional de vacinação contra a Covid-19 no país. O uso emergencial das vacinas CoronaVac e AstraZeneca/Oxford foi aprovado neste domingo (17) pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa).

A determinação de Lewandowski acontece após Pazuello ter decidido antecipar o início da imunização do país para esta segunda-feira, depois da pressão de governadores. No documento, o ministro do STF afirma que a União firmou um compromisso de “encaminhar mensalmente as atualizações do Plano Nacional de Operacionalização da Vacina contra a Covid-19.”

A medida foi tomada em ação movida por cinco partidos de oposição que pedem à Corte a garantia da vacinação com a Coronavac, imunizante do Instituto Butantan. Nessa ação, Lewandowski havia determinado a apresentação do plano de vacinação pelo governo. Fonte: Metro1

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Política

‘Quem decide se um povo vai viver na democracia ou na ditadura são as suas Forças Armadas’, diz Bolsonaro

Foto : Carolina Antunes/PR

O presidente Jair Bolsonaro declarou hoje (18), em conversas com apoiadores na saída do Palácio da Alvorada, que quem decide se um povo vive sob uma democracia ou uma ditadura são as Forças Armadas do país. Segundo o presidente o Brasil ainda tem liberdade, mas “tudo pode mudar” se a população não reconhecer o valor dos militares.

De volta ao discurso ideológico, depois do fracasso do governo federal no enfretamento à pandemia do coronavírus, Bolsonaro também orou, reforçou diferenças entre homens e mulheres, e criticou o socialismo. 

“Por que sucatearam as Forças Armadas ao longo de 20 anos? Porque nós, militares, somos o último obstáculo para o socialismo. Quem decide se um povo vai viver na democracia ou na ditadura são as suas Forças Armadas. Não tem ditadura onde as Forças Armadas não apoiam. No Brasil, temos liberdade ainda. Se nós não reconhecermos o valor destes homens e mulheres que estão lá, tudo pode mudar”, declarou.  

Leia a matéria original em Metro1

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Política

Governo Bolsonaro ignorou série de alertas sobre falta de oxigênio em Manaus


 O governo de Jair Bolsonaro, através do ministro da Saúde, general da ativa Eduardo Pazuello, foi avisado sobre a escassez crítica de oxigênio em Manaus por integrantes do governo do Amazonas e pela empresa que fornece o produto. De acordo com o jornal Folha de S. Paulo, o aviso veio até mesmo por uma cunhada sua que tinha um familiar “sem oxigênio para passar o dia”. Pazuello também foi informado sobre problemas logísticos nas remessas.

Ainda segundo o periódico, os avisos foram dados pelo menos quatro dias antes do absoluto colapso dos hospitais da cidade que atendem pacientes com Covid-19, inclusive um hospital universitário federal, o Getúlio Vargas.

Ainda assim, e mesmo estando na capital do Amazonas nos três dias que antecederam o colapso, o ministro não tomou as providências necessárias para garantir o fornecimento de oxigênio.

O ministro esteve em Manaus na última segunda-feira (11) para um evento político, além de reunir a cúpula do Ministério da Saúde e as principais autoridades do Amazonas para o lançamento de um plano de enfrentamento à Covid-19 no estado. Pazuello admitiu em seu discurso que tinha conhecimento do que ocorria nos hospitais naquele momento: “Estamos vivendo crise de oxigênio? Sim”.

Ele prosseguiu: “Quando eu cheguei na minha casa ontem, estava a minha cunhada, com o irmão sem oxigênio nem para passar o dia. ‘Acho que chega amanhã.’ ‘O que você vai fazer?’ ‘Nada. Você e todo mundo vão esperar chegar o oxigênio e ser distribuído.’ Não tem o que fazer. Então, vamos com calma.”

Nesta semana, em conversa com apoiadores, o presidente Jair Bolsonaro disse que o governo federal fez a sua parte para ajudar o estado. “Problemas. A gente está sempre fazendo o que tem que fazer. Problema em Manaus. Terrível, o problema em Manaus. Agora, agora, nós fizemos a nossa parte. Recursos, meios. Hoje, as Forças Armadas ‘deslocou’ para lá um hospital de campanha. O ministro da Saúde esteve lá segunda-feira e providenciou oxigênio”, afirmou o presidente na saída da residência oficial do Palácio da Alvorada. Fonte: Metro1

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