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Economia

Auxílio emergencial: sétima parcela começa a ser paga nesta segunda-feira


A sétima parcela do auxílio emergencial no valor de R$ 300 (R$ 600 para mães chefes de família) começa a ser paga nesta segunda-feira, 19, para 16,3 milhões de beneficiários do programa Bolsa Família. O auxílio é uma das ações no enfrentamento da pandemia da Covid-19 (novo coronavírus).

O calendário de pagamentos segue a ordem do dígito final do número do NIS, sempre nos 10 últimos dias úteis do mês. Nesta segunda, receberão os beneficiários com NIS de final 1.

Os cadastrados no programa via Cadastro Único, aplicativo e pelo site do auxílio emergencial, estão recebendo a sexta parcela e vão receber as demais do auxílio emergencial e extensão de R$ 300 de acordo com calendário dos Ciclos criado pelo Ministério da Cidadania. Fonte: A Tarde

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Economia

Caixa encerra crédito do 4º ciclo do auxílio e paga 5,1 milhões de pessoas


A Caixa Econômica Federal paga, nesta sexta-feira (20), o auxílio emergencial de R$ 300, R$ 600 ou R$ 1,2 mil, a depender de quantas parcelas foram recebidas anteriormente pelo beneficiário, a 5,1 milhões de brasileiros.

Desse total, 1,6 milhão de pessoas são beneficiárias do programa Bolsa Família e têm o Número de Identificação Social (NIS) final igual a 4. Esse grupo receberá a oitava parcela, no valor de R$ 300, a cota única.

O dinheiro também vai ser creditado na conta de 3,5 milhões de trabalhadores em geral que se cadastraram no aplicativo ou no site, ou que estão inscritos no Cadastro Único (CadÚnico), nascidos em dezembro.https://imasdk.googleapis.com/js/core/bridge3.426.0_en.html#goog_337045829O Anúncio termina em 17s

Dessa maneira, 700 mil beneficiários recebem o auxílio emergencial de R$ 600 e outros 2,8 milhão, o auxílio residual de R$ 300. Nesse caso, o valor será creditada na conta Poupança Social Digital. (VarelaNotícias)

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Economia

Caixa paga auxílio sexta-feira (20) a nascidos em dezembro e encerra ciclo 4; veja calendário


Já os beneficiários nascidos em novembro recebem, nesta quarta-feira (18), mais uma parcela do auxílio emergencial. Os pagamentos encerram o Ciclo 4 do auxílio.

Confira todas as datas aqui: (Isto é)

Calendário do Ciclo 4 de pagamentos do auxílio emergencial (Crédito:Divulgação / Caixa)

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Economia

Trabalhador com corte de salário e jornada tem direito ao 13º integral

Foto: Reprodução/ FDR

As empresas que ainda estiverem aplicando a redução de jornada e salário no mês de dezembro deverão calcular o valor do 13º de seus funcionários sobre a remuneração integral.

Para quem decidir parcelar esse pagamento, o primeiro depósito deve ser feito até o dia 30 de novembro.

O Ministério da Economia informou nesta terça (17) que produziu uma nota técnica com parâmetros para o cálculo do abono de Natal.

Como a legislação prevê que a gratificação tenha como referência o salário do mês de dezembro, havia dúvida quanto ao cálculo do 13º dos trabalhadores que ainda estão com as reduções permitadas pela Medida Provisória 936, depois convertida na Lei 14.020.

“Os trabalhadores com jornadas de trabalho reduzidas no âmbito do benefício emergencial devem ter as referidas parcelas pagas com base na remuneração integral. Esta regra deve ser observada, especialmente, nos casos em que os trabalhadores estiverem praticando jornada reduzida no mês de dezembro”, afirma a Secretaria Especial de Previdência e Trabalho do Ministério da Economia.

A nota diz também os períodos de suspensão de contrato não devem ser computados no cálculo do 13º. O entendimento vale também para a contagem do direito a férias. A exceção, segundo o Ministério, é para casos em que o empregado trabalhou mais de 15 dias em um determinado mês.

Nesse caso, a regra favorece o empregado. Se um funcionário trabalhou por 16 dias no mês de abril, por exemplo, e desde então ficou como contrato suspenso, a empresa deverá calcular o 13º sobre três meses inteiros que ele trabalhou e mais os dias em abril.

“A diferenciação ocorre porque na redução de jornada o empregado permanece recebendo salário, sem afetar seu tempo de serviço na empresa, o que permite computar o período de trabalho para todos os efeitos legais. Com a suspensão dos contratos de trabalho, no entanto, a empresa não efetua pagamento de salários e o período de afastamento não é considerado para contagem de tempo de serviço, afetando assim o cálculo das férias e do 13º”, diz o Ministério da Economia, em nota.

Leia a matéria original em Bahia Notícias

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