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Brasil

Brasil registra primeiro caso confirmado de gato com Covid-19

Foto : Reprodução

Uma gatinha de poucos meses, em Cuiabá (MS), foi o primeiro animal de estimação a testar positivo para o coronavírus Sars-Cov-2 no Brasil. O bichinho foi testado positivo pelo exame molecular de PCR pela pesquisadora Valéria Dutra, professora da Faculdade de Medicina Veterinária da Universidade Federal do Mato Grosso (UFMT).

Em entrevista ao jornal O Globo, a cientista advertiu que pessoas infectadas pelo coronavírus devem se manter isoladas de seus animais. A gata foi infectada porque teve contato com os donos durante o período de isolamento deles.

— Minha preocupação é que os animais infectados levem o coronavírus para mais animais e pessoas. No caso do gato é ainda mais complexo do que no do cão porque gatos que moram em casas muitas vezes saem de seu domicílio livremente — disse Valéria.

Pouco se sabe sobre a Covid-19 em pets e há menos de 20 casos de cães e gatos comprovadamente infectados no mundo e relatados em literatura científica, mas o caso acende o alerta para o risco de aumentarem os meios de transmissão e os reservatórios do vírus, caso as hipóteses mais pessimistas sejam comprovadas. 

Não há recomendação, no entanto, para que os animais usem máscaras. O Centro de Controle e Prevenção de Doenças dos EUA (CDC) também recomenda manter os animais em casa sempre que possível; e evitar o contato com estranhos durante os passeios.

Leia a matéria original em Metro1

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Brasil

Assassinato no Carrefour: delegada nega racismo, mas não explica motivo de crime


Delegada responsável pela investigação do assassinato no Carrefour, em Porto Alegre, Roberta Bertoldo, da  2ª Delegacia de Homicídios e Proteção à Pessoa de Porto Alegre, afirmou que o crime não foi racismo. A vítima do homicídio foi  João Alberto Silveira Freitas, um homem negro de 40 anos que foi espancado até a morte por seguranças do mercado. 

De acordo com a Folha, a autoridade policial não explicou o motivo de não enquadrar o fato em racismo. Nesta sexta (20), Dia da Consciência Negra, o vice-presidente Hamilton Mourão lamentou o espancamento de João Alberto, mas também disse que não considerar que o episódio tenha sido provocado por racismo.

João Alberto Silveira Freitas conhecido Beto. “Ele ganhou esse apelido da madrinha com um aninho de idade”, disse o pai dele, João Batista Rodrigues Freitas.

Para o pai, a morte do filho foi um episódio de racismo. “Foi um episódio de racismo. Basta ver a força da agressão. Primeira coisa que perguntei foi: ele estava roubando? Se não estava, por que ser agredido? E por que ser agredido brutalmente pelos seguranças? Aliás, não posso chamá-los de seguranças porque isso desmerece os profissionais que são seguranças de verdade”, disse à reportagem. Fonte: Metro1

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Brasil

Mourão admite que governo é responsável por parcela do desmatamento na Amazônia

Foto : Bruno Batista/VPR

O vice-presidente Hamilton Mourão se pronunciou hoje (20) sobre comércio ilegal de madeira no Brasil. Segundo ele, o Governo tem culpa no desmatamento na Amazônia. “Tudo que acontece ou deixa de acontecer é culpa do governo”, afirmou.

Para combater situação, o representante afirma que o Governo tem como estratégia “estrangular o comércio” com a Operação Verde Brasil, que, de acordo com ele, já fez apreensão de 175 mil metros cúbicos de madeira desmatada ilegalmente.

“Ilegalidade prospera no mundo inteiro. São vários aspectos de crimes transnacionais que as nações têm se unido para combater. Faz parte das ameaças do século 21”, disse, ainda sobre o tráfico da madeira da Amazônia no mundo.

Leia a matéria original em Metro1

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Brasil

Protestos são convocados contra morte de negro espancado no Carrefour

Foto : Reprodução

Após João Alberto Silveira Freitas, um homem negro de 40 anos, ser espancado até a morte em um supermercado Carrefour, em Porto Alegre, diversos internautas marcaram um protesto hoje (20), às 18h no local. Manifestações foram agendadas também para São Paulo, hoje, às 16, no Masp.

A candidata a prefeita da cidade, Manuela D’Ávila (PCdoB) se manifestou sobre o assunto e disse que existe um “pedido de investigação sendo feito por parlamentares e pela bancada antirracista recém-eleita”.

“O racismo que estrutura as relações de nossa sociedade precisa ser enfrentado de frente. As mulheres e homens brancos precisam assumir a sua responsabilidade na luta antirracista. Quantos Betos? Qual pessoa branca você viu ser vítima dessa violência?”, questionou em suas redes sociais. 

A deputada federal Fernanda Melchionna, e o influenciador Felipe Neto também chamaram atenção para o protesto.

Leia a matéria original em Metro1

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