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Política

Chico Rodrigues diz que dinheiro escondido na cueca era para pagar funcionários

Foto : Jane de Araújo /Agência Senado

O senador Chico Rodrigues (DEM-RR), ex-vice-líder do governo Bolsonaro que foi pego com R$ 33 mil na cueca, afirmou hoje (19), em mensagem destinada aos senadores, que o dinheiro encontrado serviria para pagar funcionários: “Num ato de impulso, protegi o dinheiro do pagamento das pessoas que trabalham comigo. Se levassem aquele dinheiro ninguém iria receber naquela semana”.

Pressionado a se licenciar do mandato, a declaração faz parte da estratégia de defesa do senador, que tenta conquistar o apoio dos colegas para evitar seu afastamento. 

Segundo o portal G1, senadores que receberam a mensagem avaliam que a explicação de Chico Rodrigues vai ser questionada e que ele precisa comprovar principalmente a origem do dinheiro que estava em sua casa. Se não disser a origem, a avaliação é que o dinheiro seria ilegal.

Na mensagem encaminhada as colegas, o senador afirmou, ainda, que “nunca tinha sido acordado pela polícia” e que reagiu de impulso porque despertou “em meio a pessoas estranhas em meu quarto”.

O caso acabou levando o ministro Luís Roberto Barroso a decidir pelo afastamento do senador por 90 dias, medida que vai ser analisada pelo plenário do Supremo Tribunal Federal (STF) na quarta-feira (21).

Leia a matéria original em Metro1

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Política

Ministro contraria Bolsonaro e defende autonomia de estados e municípios de impor medidas restritivas

O ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, – o quarto a assumir a pasta desde o início da pandemia – reconheceu nesta quinta-feira (6) que estados e municípios tenham autonomia para decidirem sobre a adoção de medidas restritivas de circulação, incluindo o lockdown, para evitar a disseminação de Covid-19.

A fala contrapõe o posicionamento do presidente Jair Bolsonaro, que sugeriu que a imunização de rebanho era a melhor forma de lidar com a pandemia.

Queiroga, que em diversos momentos assegurou que as políticas defendidas pela Saúde são baseadas em evidências científicas e na busca de soluções “não farmacológicas”, resistiu a responder à pergunta do senador Tasso Jeressati (PSDB-CE). “Essa questão já foi disciplinada pelo STF”, ponderou.

Mas o tucano foi persistente e repetiu a pergunta.

“Claro que eu concordo”, admitiu o ministro.

“Estamos assistindo uma queda de números de casos em estados e municípios, flexibilizando todas as ações. Precisamos vacinar a população e investir em medidas não farmacológicas de maneira efetiva […] é preciso ter harmonia em relação a essa política para sair deste cenário”, completou.

Leia a matéria original em BNews

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Política

Ministro da Saúde se recusa a responder sobre uso de cloroquina e irrita comando da CPI

Foto:Fábio Rodrigues/ Agência Brasil

Em depoimento à CPI da Covid, na manhã desta quinta-feira (6/5), o ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, recusou-se a responder uma pergunta sobre se compartilhava da visão do presidente Jair Bolsonaro (sem partido) sobre a administração de hidroxicloroquina para o tratamento da Covid-19.

“Essa é uma questão técnica que tem que ser enfrentada pela Conitec [Comissão Nacional de Incorporação de Tecnologias no SUS]. O ministro é a última instância na Conitec, então eu vou precisar me manifestar tecnicamente”

A recusa a responder provocou reação do relator Renan Calheiros (MDB-AL) e do presidente da comissão, senador Omar Aziz (PSD-AM). “O senhor compartilha ou não da posição presidente. A resposta é sim ou não”, disse Renan.

“Até minha filha de 12 anos falaria sim ou não”, disse Aziz. Mesmo assim, Queiroga evitou responder e pediu que entendessem a posição dele, como gestor sanitário.

Leia a matéria original em AratuOn

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Política

Declarações de Bolsonaro contra a China afetam liberação de insumos e podem faltar vacinas, diz Butantan

Foto:Tânia Rêgo / Agência Brasil

O  diretor do Instituto Butantan, Dimas Covas, afirmou nesta quinta-feira (6/5) que as críticas feitas pelo presidente Jair Bolsonaro (sem partido) à China atrasam o envio de insumos para a produção de vacinas contra o coronavírus.

“Todas as declarações neste sentido têm repercussão. Nós já tivemos um grande problema no começo do ano e estamos enfrentando de novo esse problema”, frisou. 

“Embora a embaixada da China no Brasil venha dizendo que não há esse tipo de problema, a nossa sensação de quem está na ponta é que existe dificuldade, uma burocracia que está sendo mais lenta do que seria habitual e com autorizações muito reduzidas e volumes. Então obviamente essas declarações têm impacto e nós ficamos à mercê dessa situação”.

O diretor do instituto observou que até 14 de maio há compromisso de entrega de um lote que totaliza 5 milhões de doses, e que depois disso não haverá mais matéria-prima para processar o imunizante. “Pode faltar [insumos]? Pode faltar. E aí nós temos que debitar isso principalmente ao nosso Governo Federal que tem remado contra. Essa é a grande conclusão”, complementou Covas.

Bolsonaro insinuou nesta quarta-feira (5/5) que a China pode ter criado o novo coronavírus em laboratório como parte de uma “guerra química”. A afirmação contraria a Organização Mundial de Saúde (OMS), que afirmou que o vírus provavelmente teve origem animal.

O governador de São Paulo, João Doria (PSDB), também criticou a falta de diplomacia com a China. Segundo ele, as declarações de Jair Bolsonaro e do atual ministro da Economia, Paulo Guedes, causam “mal estar” na relação entre os dois países. 

O governo paulista também sinalizou que recomendou ao Ministério da Saúde que os municípios reservassem unidades da Coronavac para aplicação de segundas doses, orientação que não foi dada pelo Governo Federal às cidades. Hoje, nove capitais do Brasil, incluindo Salvador, não têm vacinas para a aplicação da segunda dose.

Leia a matéria original em AratuOn

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