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Brasil

Candidato a vereador é suspeito de matar esposa a facadas em Minas Gerais


Candidato a vereador pelo PSDB na cidade de Bandeira do do Sul, distante a 324 km de Belo Horizonte, Adilio Sérgio Gomes, de 40 anos, é o principal suspeito de ter assassinado a facadas sua companheira, Roberta Camile Araújo Silva, 34, na tarde desta terça-feira, 20, no interior de Minas Gerais.

De acordo com a Polícia Militar, a filha do casal relatou que houve uma discussão entre os dois depois que a vítima deixou a porta de uma geladeira aberta, enquanto estavam em um sítio. Após retornarem para residência da família, localizada no centro da cidade, ocorreu um novo desentendimento, que acabou com a morte da servidora pública, no quintal da casa.

Além do casal e a filha, a mãe do suspeito também estava na casa, e chegou a passar mal após presenciar o ocorrido. Encaminhada até um Pronto-Socorro Municipal, a vítima acabou não resistindo aos ferimentos. Não encontrado pela PM, Adilio é considerado principal suspeito do crime e foragido.

O caso será investigado pela 3°DP da cidade de Campestre.

Leia a matéria original em A Tarde

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Brasil

Twitter põe alerta de informação enganosa em publicação de Bolsonaro sobre tratamento precoce contra Covid

Foto : Marcos Corrêa/PR

O Twitter marcou como “enganosa” uma publicação na qual o presidente Jair Bolsonaro falava sobre “tratamento precoce” contra a Covid-19, indicando remédios sem eficácia comprovada por profissionais da área de saúde. 

Na medida, a plataforma alerta que a postagem “violou as regras do Twitter sobre a publicação de informações enganosas e potencialmente prejudiciais relacionadas à covid-19”, mas mantém a publicação no ar. 

Desde o início da pandemia do coronavírus, o presidente defende o uso de remédios sem eficácia comprovada para tratamento ou prevenção da doença. No entanto, pesquisadores de diferentes universidades e países já comprovaram que não há medicamentos capazes de tal efeito. 

Leia a matéria original em Metro1

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Brasil

Oposição vai entrar com pedido de impeachment contra Bolsonaro por crise no AM


Os partidos de oposição Rede, PSB, PT, PCdoB e PDT informaram que vão formalizar um novo pedido de impeachment contra o presidente Jair Bolsonaro (sem partido) nesta sexta-feira (15) por causa do colapso na saúde do Amazonas. O estado não possui oferta suficiente de oxigênio para atender pacientes internados com a Covid-19.

“Considerando a prática de crimes de responsabilidade em série, que resultaram na dor asfixiante do Amazonas e de milhares de famílias brasileiras, nossos partidos – Rede, PSB, PT, PCdoB e PDT – decidiram apresentar novo pedido de impeachment do presidente Jair Bolsonaro”, diz um trecho da nota, de acordo com UOL.

“O presidente da República deve ser política e criminalmente responsabilizado por deixar sem oxigênio o Amazonas, por sabotar pesquisas e campanhas de vacinação, por desincentivar o uso de máscaras e incentivar o uso de medicamentos ineficazes, por difundir desinformação, além de violar o pacto constitucional entre União, Estados e Municípios”, completa.

Em meio ao caos que o Amazonas enfrenta, o presidente disse a apoiadores nesta sexta que o Governo Federal fez sua parte.

“Terrível o problema em Manaus. Agora, nós fizemos a nossa parte. Recursos, meios. Hoje, as Forças Armadas ‘deslocou’ para lá um hospital de campanha. O Ministro da Saúde esteve lá segunda-feira e providenciou oxigênio”, afirmou conforme o G1.

Leia a matéria original em Bahia.Ba

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Brasil

Ministério da Saúde solicita “entrega imediata” de 6 milhões de doses da CoronaVac que estão no Butantan

Foto: fotos públicas/HM Treasury

O Ministério da Saúde enviou um ofício endereçado ao Instituto Butatan, nesta sexta-feira (15/1), solicitando todas as doses da Coronavac, feita em parceria com a impresa chinesa Sinovac. O documento requer que o Butantan faça “a entrega imediata das 6 milhões de doses da vacina importadas e que foram objeto do pedido de autorização de uso emergencial perante a Anvisa”. 

A intenção seria distribuí-la igualmente para os estados. “Ressaltamos a urgência na imediata entrega do quantitativo contratado e acima mencionado, tendo em vista que esse Ministério precisa fazer o devido loteamento pata iniciar a logística e a distribuição para todos os estados da federação de maneira simultânea e equitativa, conforme cronograma previsto no Plano Nacional de Operacionalização da vacinação contra a Covid-19”, diz o ofício. 

O documento é assinado por Roberto Ferreira Dias, diretor do departamento de logística em saúde. A entrega das duas mil doses da vacina AstraZeneca/Oxford, que o Brasil afirma ter adquirido do laboratório indiano Serum Institute e que seriam entregues até esse sábado (15/1) sofrerão atraso, segundo o Itamaraty, e não há data para chegarem ao Brasil.

Nas redes sociais, a divulgação do documento gerou comentários negativos. Parte dos internautas lembraram a hesitação do presidente Jair Bolsonaro em relação à essa vacina e sua declaração de que não iria comprar o composto. 

Leia a matéria original em AratuOn

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