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Sem máscara contra a Covid-19, mulher é empurrada para fora de ônibus após discutir e cuspir em homem; assista


Em Vancouver, no Canadá, uma mulher acabou sendo jogada para fora do ônibus por não usar a máscara de proteção contra o coronavírus no rosto. As imagens foram divulgadas nesta última sexta-feira (23/10), no TikTok, e a polícia local investiga o caso. Antes de sofrer a agressão a vítima chegou a cuspir no rosto de outro passageiro. 

Segundo a imprensa local, a discussão entre os dois teria acontecido devido ao não uso da máscara por parte da mulher. A polícia canadense diz que só ficou sabendo do caso após a repercussão nas redes sociais.

“Nós estamos tentando entrar em contato com a pessoa que postou o vídeo num esforço para reunir informações adicionais”, afirmou o sargento Clint. Hampton em entrevista à rede de TV CTV News. Segundo o oficial, a mulher pode ser acusada por agressão, caso seja identificada. Fonte: AratuOn

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Campanha de Trump pagou US$ 2,7 mi a organizadores de manifestação que levou à invasão do Capitólio

Foto: Saul Loebe

A campanha do ex-presidente americano Donald Trump pagou mais de US$ 2,7 milhões (cerca de R$ 14 milhões) a indivíduos e empresas que organizaram a manifestação de 6 de janeiro que culminou na invasão do Capitólio.

A informação foi divulgada pela organização Center for Responsive Politics (CRP). 

Os pagamentos, feitos durante a campanha de reeleição de Trump, constam nos documentos da Comissão Eleitoral Federal, que os monitorou até o dia 23 de novembro. A solicitação para fazer a manifestação, que aconteceu em propriedade federal, foi feita um dia após essa data. 

O protesto, que depois levou à invasão do Capitólio, foi organizado pela organização Women for America First. Foi neste evento que Trump encorajou seus apoiadores a impedir que o Congresso ratificasse a vitória de Joe Biden na eleição presidencial.

Leia a matéria original em Metro1

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Premiê do Reino Unido volta atrás e diz que nova variante do coronavírus pode ser mais letal; “há alguma evidência”

Foto: Andrew Parsons / Nº 10 Downing Street/Fotos Públicas

A variante do novo coronavírus encontrada no Reino Unido parece se mais letal do que se pensava. Diversas pesquisas de autoridades, como a OMS, haviam sinalizado que a cepa seria apenas mais transmissível do que a comum, mas o primeiro-ministro do Reino Unido, Boris Johnson, explicou que novos fatos surgiram. Ele afirmou nesta sexta-feira (22/1) que há “alguma evidência” de que a variante do Sars-Cov-2, identificada pela primeira vez na Inglaterra, pode ser mais mortal do que a versão original.

“Fomos informados hoje que, além de se espalhar mais rapidamente, agora também parece que há alguma evidência de que a nova variante – a variante que foi descoberta pela primeira vez em Londres e no sudeste da Inglaterra – pode estar associada a um maior grau de mortalidade”, afirmou. 

Apesar disso, os estudos indicaram que as vacinas da Pfizer/BioNTech e de Oxford/AstraZeneca são eficazes contra o resultado desta mutação e de outras consideradas preocupantes, identificadas na África do Sul e no Brasil. 

A variante do Reino Unido, também chamada de B.1.1.7, já foi detectada em pelo menos 44 países, incluindo os EUA e o Brasil. Ela apresenta uma transformação na proteína Spike, usada pelo vírus para entrar na célula humana. Na B.1.1.7, assim como nas outras duas variantes consideradas preocupantes, essa proteína sofreu uma mutação chamada de N501Y (que os cientistas apelidaram de Nelly), que permite que ela se transmita mais rapidamente.

Leia a matéria original em AratuOn

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Mundo

Esperança: Vacina contra HIV chega à última fase de testes


Uma novidade no combate à contaminação pelo vírus HIV. É que a Janssen, empresa farmacêutica da Johnson & Johnson, anunciou que uma vacina contra a doença chegou à fase 3, última etapa dos ensaios clínicos e a mais importante, pois determina o poder imunizante da dose. O resultado é o primeiro em 10 anos, já que nenhum outro tratamento havia chegado em estágios tão avançados de pesquisa e testes.

Os pesquisadores da Janssen utilizaram o mesmo princípio imunizante usado na vacina contra a Covid-19, tendo respostas positivas na maioria dos voluntários. A tecnologia aplica um adenovírus (grupo de vírus que normalmente causa doenças respiratórias) com estrutura modificada para transportar, até o interior das células do indivíduo, o DNA de suas proteínas mais representativas, de modo que o organismo crie anticorpos contra elas.

A terceira fase de testes da vacina contra o HIV deve durar de 24 a 36 meses, quando os pesquisadores vão analisar a permanência e a intensidade da vacina no organismo humano. A partir daí, poderá ser definido pontos essenciais, como, por exemplo, o tempo de revacinação. De acordo com os últimos dados do Programa Conjunto das Nações Unidas sobre HIV/Aids (UNAIDS), aproximadamente 1,7 milhão de pessoas se contaminam todo ano com o HIV.

Leia a matéria original em A Tarde

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