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Economia

Caixa encerra crédito do 4º ciclo do auxílio e paga 5,1 milhões de pessoas

A Caixa Econômica Federal paga, nesta sexta-feira (20), o auxílio emergencial de R$ 300, R$ 600 ou R$ 1,2 mil, a depender de quantas parcelas foram recebidas anteriormente pelo beneficiário, a 5,1 milhões de brasileiros.

Desse total, 1,6 milhão de pessoas são beneficiárias do programa Bolsa Família e têm o Número de Identificação Social (NIS) final igual a 4. Esse grupo receberá a oitava parcela, no valor de R$ 300, a cota única.

O dinheiro também vai ser creditado na conta de 3,5 milhões de trabalhadores em geral que se cadastraram no aplicativo ou no site, ou que estão inscritos no Cadastro Único (CadÚnico), nascidos em dezembro.https://imasdk.googleapis.com/js/core/bridge3.426.0_en.html#goog_337045829O Anúncio termina em 17s

Dessa maneira, 700 mil beneficiários recebem o auxílio emergencial de R$ 600 e outros 2,8 milhão, o auxílio residual de R$ 300. Nesse caso, o valor será creditada na conta Poupança Social Digital. (VarelaNotícias)

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Brasil

Trabalhadores nascidos em junho podem sacar auxílio emergencial

Trabalhadores informais e inscritos no Cadastro Único para Programas Sociais do Governo Federal (CadÚnico) nascidos em junho podem sacar, a partir desta sexta-feira, 7, a primeira parcela do auxílio emergencial 2021. O dinheiro havia sido depositado nas contas poupança digitais da Caixa Econômica Federal em 18 de abril.

Os recursos também poderão ser transferidos para uma conta corrente, sem custos para o usuário. Até agora, o dinheiro podia ser movimentado apenas por meio do aplicativo Caixa Tem, que permite o pagamento de contas domésticas (água, luz, telefone e gás), de boletos, compras em lojas virtuais ou compras com o código QR (versão avançada do código de barras) em maquininhas de estabelecimentos parceiros.

Em caso de dúvidas, a central telefônica 111 da Caixa funciona de segunda a domingo, das 7h às 22h. Além disso, o beneficiário pode consultar o site auxilio.caixa.gov.br.

O auxílio emergencial foi criado em abril do ano passado pelo governo federal para atender pessoas vulneráveis afetadas pela pandemia de covid-19. Ele foi pago em cinco parcelas de R$ 600 ou R$ 1,2 mil para mães chefes de família monoparental e, depois, estendido até 31 de dezembro de 2020 em até quatro parcelas de R$ 300 ou R$ 600 cada.

Neste ano, a nova rodada de pagamentos, durante quatro meses, prevê parcelas de R$ 150 a R$ 375, dependendo do perfil: as famílias, em geral, recebem R$ 250; a família monoparental, chefiada por uma mulher, recebe R$ 375; e pessoas que moram sozinhas recebem R$ 150.

Regras

Pelas regras estabelecidas, o auxílio será pago às famílias com renda mensal total de até três salários mínimos, desde que a renda por pessoa seja inferior a meio salário mínimo. É necessário que o beneficiário já tenha sido considerado elegível até o mês de dezembro de 2020, pois não há nova fase de inscrições. Para quem recebe o Bolsa Família, continua valendo a regra do valor mais vantajoso, seja a parcela paga no programa social, seja a do auxílio emergencial. (ATarde)

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Economia

Novo parâmetro para o preço do gás é adotado pela Petrobras; “com certeza, nos próximos meses, vão pagar menos”

A Petrobras anunciou na segunda-feira (3/5) que fez um novo contrato de suprimento de gás natural. Agora, a cotação passará a acompanhar a cotação internacional, enquanto, no passado, produto seguia o preço do petróleo. 

De acordo com a estatal, a nova referência internacional será a cotação de venda em um dos principais entroncamentos de gasodutos do mundo, chamado Henry Hub, localizado no estado americano da Lousiana. Antes, os contratos seguiam a cotação do petróleo Brent, referência internacional negociada em Londres. As oscilações de preço da formula anterior provocaram, somente nos primeiros meses deste ano, um aumento de 11,44% no botijão.

A Petrobras argumentou ainda a nova fórmula será negociada com seus clientes e a mudança não implicará necessariamente em impactos nos preços finais do gás, mas sustentou que “tendo como base o histórico dos últimos anos, essa é também uma referência mais estável e previsível”.

A medida atende a uma indicação encaminhada pelo deputado estadual Tiago Correia (PSDB-BA) ao então presidente da Petrobras, Roberto Castello Branco, em agosto de 2019 (Indicação 23.351/2019).

No ofício, o parlamentar sugeriu que a empresa adotasse os parâmetros praticados no mercado norte-americano para definir o preço do gás. “Em alguns bairros de Salvador ou municípios da Bahia, o consumidor está pagando mais de R$ 100 pelo botijão, um preço absurdo e que pesa no bolso dos baianos. […] Fico muito feliz porque, quase dois anos depois, minha sugestão foi atendida pela Petrobras. Com certeza, nos próximos meses os baianos vão pagar menos pelo botijão”, afirmou Correia.

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Economia

Conta de luz passará para a bandeira vermelha e ficará mais cara em maio

Conta de luz passará para a bandeira vermelha e ficará mais cara em maio

A conta de energia ficará mais cara no mês de maio com a entrada ao patamar vermelho 1, conforme anunciou nesta sexta-feira (30) a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel). A cada 100 kWh (quilowatt-hora) será adicionado um valor de R$ 4,169.

De acordo com a Aneel, o período seco se inicia em maio e, por causa disso, os principais reservatórios sofrerão com o desabastecimento. O cenário aponta para um patamar desfavorável de produção das hidrelétricas.

“Essa conjuntura sinaliza patamar desfavorável de produção pelas hidrelétricas e elevada necessidade de acionamento do parque termelétrico, pressionando os custos relacionados ao GSF (risco hidrológico) e o (PLD) preço da energia no mercado de curto de prazo”, afirmou o órgão, em comunicado.

Leia a matéria original em Bahia.Ba

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