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Política

Dal sai fortalecido das eleições ao ver eleitos 21 prefeitos por ele apoiados


O deputado estadual Dal (PP) fez um balanço das eleições municipais do último domingo, nas quais ele saiu fortalecido ao ver eleitos 21 prefeitos por ele apoiados.

“Não há como não termos ficado satisfeitos com os resultados das eleições. Tivemos um saldo bastante positivo. Apoiamos alguns correligionários políticos, que antes de tudo são amigos e pessoas bem intencionadas em fazer o melhor pelos seus municípios durante suas gestões. 21 deles foram eleitos prefeitos e terão o nosso apoio para buscarmos investimentos do Governo Estadual e da bancada do Partido Progressista a fim de colaborar com suas gestões”.

Dal complementou dizendo que iniciou o mandato de deputado com o apoio de um prefeito apenas, mas a eleição de 21 prefeitos demonstra que seu trabalho tem tido o retorno esperado e que vai continuar apoiando não só os eleitos, mas também aqueles que não conseguiram êxito nesse pleito, pois a política é dinâmica e contínua.

Os aliados do deputado que se elegeram prefeitos foram os dos seguintes municípios: Camacã, Ubaitaba, Itamari, Wenceslau Guimarães, Igrapiúna, Presidente Tancredo Neves, Jaguaripe, Varzedo, Sapeaçu, Jaborandi, Cristópolis, Catolândia, São Miguel das Matas, Laje, Mutuípe, Cravolândia, Irajuba, Itiruçu, Santa Maria da Vitória, Canápolis e Santana.

Fonte: CriativaOnline

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Política

Sem provas e com atraso do TSE, Bolsonaro levanta dúvidas sobre apuração das eleições

Foto: Agência Brasil

No dia seguinte às eleições municipais, o presidente Jair Bolsonaro (sem partido) voltou a questionar o sistema eleitoral do país e levantou questionamentos sobre o resultado das urnas.

O presidente foi questionado e deu a declaração sobre o pleito nesta segunda-feira (16) ao conversar com um grupo de apoiadores em frente ao Palácio da Alvorada.

“Nós temos que ter um sistema de apuração que não deixe dúvidas. É só isso. Tem que ser confiável e rápido. Não deixar margem para suposições. Agora [temos] um sistema que desconheço no mundo onde ele seja utilizado. Só isso e mais nada”, disse.

“O Supremo disse que é inconstitucional o voto impresso, tem proposta de emenda constitucional na Câmara. Se nós não tivermos uma forma confiável de apurar as eleições, a dúvida sempre vai permanecer”, continuou o presidente.

Bolsonaro ainda afirmou que a demanda pelo voto impresso é do “povo” e que é preciso atender a população.

“Muita gente fala sem ouvir o povo. No meu caso, estou sempre ouvindo a população eles querem um sistema de apuração que possa demorar um pouco mais, não tem problema nenhum, mas que seja garantido que o voto que essa pessoa deu, vá para aquela pessoa de fato”, afirmou o mandatário.

Aparentando estar abatido, o presidente ainda disse ao grupo de apoiadores no Alvorada “que não está passando bem hoje” e que iria dormir “agora”. O mandatário sofreu uma derrota neste domingo ao ver a maioria dos candidatos que apoiou fracassar nas urnas.

Bolsonaro apoiou e fez campanha abertamente para 45 candidatos a vereador em diversas cidades do país.

Desse total, ao menos 33 não conseguiram se eleger neste domingo (15). Além desses, o mandatário pediu votos para 13 prefeitos, dos quais apenas dois foram eleitos, ambos de cidades interioranas –Mão Santa (DEM), em Parnaíba, no Piauí, e Gustavo Nunes (PSL), em Ipatinga (MG).

Em São Paulo, Celso Russomanno (Republicanos) terminou o primeiro turno na quarta colocação. Das duas maiores capitais, apenas no Rio de Janeiro Bolsonaro viu seu candidato, Marcelo Crivella (Republicanos), passar para o segundo turno.

Apoiada pelo presidente na campanha suplementar para o Senado em Mato Grosso, Coronel Fernanda (Patriota), também perdeu. Todos os candidatos obtiveram o apoio nas “lives eleitorais gratuitas” de Bolsonaro.

Além desses, vários outros postulantes pelo país tentaram associar o seu nome ao do presidente, mas a maioria dos bolsonaristas acabou embolada nas últimas posições.

Neste domingo, Bolsonaro chegou a apagar posts em que pedia votos para candidatos, entre eles Russomanno.

Nas redes sociais, o presidente também minimizou a derrota dos nomes que tiveram seu respaldo e indicou uma vitória em 2022, com um “sistema eleitoral aperfeiçoado”. Ele afirmou que não se engajou completamente nas eleições.

“Minha ajuda a alguns poucos candidatos a prefeito resumiu-se a 4 lives num total de 3 horas”, escreveu na noite deste domingo (15).

Bolsonaro ainda usou como exemplo do fracasso da campanha de Geraldo Alckmin à presidência em 2018 para relativizar o resultado da eleição municipal.

“Há 4 anos Geraldo Alckmin elegeu João Doria prefeito de São Paulo no primeiro turno”, escreveu.

“Dois anos depois Alckmin obteve apenas 4,7% dos votos na disputa presidencial”, completou.

Ao contrário do que afirmaram alguns analistas, o presidente também apontou que a esquerda sofreu uma “histórica derrota” o que sinalizaria que a “onda conservadora chegou em 2018 pra ficar”.

“Para 2022 a certeza de que, nas urnas, consolidaremos nossa democracia um sistema eleitoral aperfeiçoado. Deus, Pátria e Família”.

Leia a matéria original em Bahia Notícias

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Política

Bruno Reis confirma favoritismo e é eleito prefeito de Salvador


O candidato Bruno Reis (DEM) foi eleito hoje (15) prefeito de Salvador para os próximos quatro anos, em eleição realizada hoje (15). Atual vice-prefeito da capital baiana, o democrata contou com o apoio do prefeito ACM Neto (DEM). Com 70,03% das urnas apuradas, Bruno atingiu a marca de 63,61%, mais que o necessário para ser eleito no primeiro turno.

O democrata superou Major Denice Santiago (PT), que não ultrapassou 25% dos votos. A chapa eleita conta com Ana Paula Matos (PDT), ex-secretária de Promoção Social e Combate à Pobreza (Sempre), como vice-prefeita eleita. 

Baiano de Juazeiro, Bruno Reis, de 43 anos, começou sua trajetória política como assessor do então deputado federal ACM Neto. Em 2010, foi eleito de deputado estadual pelo PRP e quatro anos depois foi reeleito pelo MDB.

Durante a gestão de Neto, Bruno foi secretário de Promoção Social de 2015 a 2016, ano em que deixou o cargo para ser eleito vice-prefeito na chapa do democrata. No segundo mandato do prefeito, ocupou a secretaria de Infraestrutura entre 2019 e abril de 2020. (Metro1)

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Política

Lula afirma que não existiria conversa com Ciro se o tema fosse chapa para 2022


A reconciliação entre o ex-presidente Lula e o pedetista Ciro Gomes, em setembro deste ano, passa ao largo de uma possível chapa para a disputa da Presidência em 2022.

“Nós não poderíamos conversar isso porque se a gente sentasse para conversar isso, a gente não teria sentado”, afirmou Lula em entrevista coletiva à imprensa após votar na Escola Estadual José Firmino Correia de Araújo, em São Bernardo do Campo. Ele chegou ao local às 8h05 deste domingo (15).

“O que é preciso estabelecer entre nós é que nós temos o direito de sermos adversários. As pessoas se esquecem que em 2016 o [petista Fernando] Haddad não foi para o segundo turno porque nós tivemos companheiras como a Marta [Suplicy], que foi candidata e tirou 10% do voto. Nós tivemos a Luiza Erundina, que foi candidata e tirou outro percentual de voto de Haddad”, afirmou Lula sobre a derrota do ex-prefeito para João Doria (PSDB), em primeiro turno.

Questionado se a fragmentação de votos à esquerda não estaria se repetindo neste ano na capital paulista, em que apoiadores do segundo colocado nas pesquisas, Guilherme Boulos (PSOL), tentam atrair votos do candidato petista, Jilmar Tatto (PT), Lula afirmou ser “normal que os partidos lancem candidatos”.

“Quando chegar 2022, o PT tem muitos candidatos. É normal que Ciro queira ser presidente da República, é normal que o [governador do Maranhão] Flávio Dino queira ser, é normal que a Globo esteja procurando o [apresentador Luciano] Huck tentando juntar ele com o [ex-ministro Sergio] Moro. Tudo isso é normal”, disse.

Afastados desde as eleições de 2018, quando fracassou a tentativa de acordo eleitoral, Ciro e Lula falaram, em setembro deste ano, da necessidade de união da esquerda após a vitória do presidente Jair Bolsonaro (sem partido). O ex-presidente repetiu a mensagem neste domingo de eleições.

“A gente pode ter adversidade, a gente pode ter pontos de vista divergentes, mas o que nós precisamos é adotar uma política de respeito mútuo entre os partidos, entre as pessoas do partido, para que a gente possa trabalhar de forma que um candidato progressista de esquerda possa ganhar as eleições de 2022”.

Lula ainda celebrou o fato de ter comparecido à urna neste ano. “A última vez que eu votei foi em 2016, não me deixaram votar em 2018, então eu tô aqui com muito orgulho cumprindo o meu dever de cidadão brasileiro, votando naquele que foi o melhor prefeito da história de São Bernardo do Campo”, disse em aceno ao ex-prefeito e candidato petista no município, Luiz Marinho.

Ele se diz confiante em uma recuperação eleitoral do Partido Trabalhadores neste ano, massivamente derrotado no pleito municipal em 2016. “Acho que nós vamos recuperar muitas das cidades que nós tínhamos perdido e vamos ganhar outras cidades novas”, afirmou.

O ex-presidente atribui o otimismo ao legado do partido e à campanha baseada em oposição ao governo Bolsonaro, o qual classificou como “o maior desastre político da história desse país”.

“Somente os fanáticos é que podem achar que o Bolsonaro faz alguma coisa de útil para esse país. O Bolsonaro destrói. Destrói costume, destrói cultura e destrói a economia. Nós nunca tivemos tanto desemprego como nós temos hoje, nunca tivemos tantas incertezas como nós temos hoje. O Brasil nunca esteve tão desmoralizado aos olhos do mundo como nós estamos hoje. Ninguém acredita nesse país”, disse.

Fonte: Folha de São Paulo.

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