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Brasil

Tenente da PM é flagrado agredindo grávida dentro de quartel; vítima defendeu filha autista

Foto: reprodução/Twitter

O tenente da Polícia Militar André Luiz Leonel Andrea foi flagrado agredindo com socos e chutes uma gestante que estava algemada. O oficial é lotado no 3º Pelotão do município de Bodoquena, no de Mato Grosso do Sul.

O fato ocorreu dentro do quartel, no dia 26 de setembro, mas o vídeo do crime só foi divulgado no domingo (22/11). Câmeras de segurança da unidade mostram o militar empurrando a mulher contra a parede. A vítima, uma empresária de 44 anos, tenta se defender com os pés, mas acaba apanhando.

Três outros homens acompanham as agressões passivamente, sem intervir. O outro PM se aproxima e ainda parece segurar a mulher na cadeira para que o colega continue com as agressões. A sessão de tortura só é interrompida quando uma policial aparece e tira o colega de cima da empresária. 

A Polícia Militar do Mato Grosso do Sul informou que identificou os envolvidos e abriu um inquérito para apurar as circunstâncias que resultaram nas agressões.

Segundo o boletim de ocorrência, a mulher foi detida depois de se envolver em uma confusão dentro de um restaurante na frente da pousada onde ela estava hospedada. A gestante relatou que a comida, paga com antecedência, demorou para ficar pronta e causou desconforto em uma das suas filhas, autista. Ela alegou que teria sido empurrada ao cobrar a refeição por uma funcionária do restaurante, que teria chamado a criança de “verme”. 

Ainda segunda a gestante, ela retribuiu com outra agressão e voltou para pousada. A Polícia Militar teria batido na porta do quarto minutos depois, puxando a vítima pelos cabelos e conduzindo, algemada, em uma viatura sob alegação de desacato.

Leia a matéria original em AratuOn

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Bahia

Quase mil trabalhadores foram resgatados da escravidão no Brasil em 2020; 70 deles foram na Bahia

Foto: foto ilustrativa/arquivo/MPT

Em 2020, foram encontrados 942 trabalhadores que estavam sendo explorados em condições de trabalho análogas às de escravo pela Inspeção do Trabalho, segundo o relatório divulgado pela Secretaria Especial de Previdência e Trabalho nesta quarta-feira (27/1). Na Bahia, foram registradas 70 ocorrências deste crime, ficando em quinto lugar do país no ranking negativo.

Na Bahia, assim como Minas Gerais, Mato Grosso, Rio de Janeiro e São Paulo, há uma regional com atividade de fiscalização permanentes. Nos outros estados, isso é feito apenas após denúncias com o Grupo Especial de Fiscalização Móvel (GEFM), que realizou 46% do total das ações fiscais e foi responsável por resgatar 40% dos funcionários escravizados. Esse grupo encontrou exploração de trabalho análogo à escravidão em 11 das 15 unidades de Federação onde atuou.

O local onde mais pessoas foram resgatadas foi Minas Gerais, onde forma encontrados 351 trabalhadores ilegais. O Distrito Federal ficou em segundo lugar, com 78 trabalhadores em condição de escravidão e em terceiro o Pará com 76 resgatados. Goiás também ficou acima da Bahia, com 75 vítimas.

PERFIL

Em relação ao perfil social das pessoas resgatadas em 2020, dados do seguro-desemprego do trabalhador resgatado mostram que 89% eram homens. A maioria, cerca de  64% tinham entre 18 e 39 anos. Do total,  70% residiam nas regiões sudeste ou nordeste, mas quase metade deles, 44%, tinham nascido na região nordeste.

Em relação à cor da pele, 77% se autodeclararam negros ou pardos, 18% brancos e 5% indígenas. Quanto ao grau de instrução, 21% declararam possuir ensino médio completo, 20% haviam cursado do 6º ao 9º ano e outros 20% até o 5º ano. Do total, 8% dos trabalhadores resgatados em 2020 eram analfabetos.

Em 2020, foram resgatados de condição análoga à de escravo 41 migrantes. Desses, 15 eram paraguaios, 10 peruanos, 8 venezuelanos, 5 bolivianos, 2 chineses e uma filipina. As atividades econômicas onde houve maior constatação de mão-de-obra em condição análoga à de escravo em 2020, quanto ao número de resgatados, foi o cultivo de café, com 140 trabalhadores. Seguem a lista  a produção de carvão vegetal (107), o comércio varejista (91), o cultivo de cebola (65) e a montagem industrial (63).

Prevaleceram as ocorrências de trabalho escravo no meio rural, representando aproximadamente 78% do total. O trabalho escravo urbano teve 211 vítimas em atividades econômicas, dentre elas comércio varejista de produtos não especificados (78), montagem industrial (63), construção civil (38). No meio urbano foram resgatadas três vítimas de trabalho escravo doméstico.

INDENIZAÇÃO

Os auditores-fiscais da Inspeção do Trabalho realizaram 266 fiscalizações pelo país. Mesmo com a pandemia, o número foi similar ao de 2019, quando foram realizadas 280 fiscalizações de combate ao trabalho escravo. No total, desde 1995, são mais de 55 mil trabalhadores e trabalhadoras resgatadas dessa condição em operações.

No que diz respeito à reparação de danos dos trabalhadores, nas 100 ações fiscais cujas relações de trabalho estavam caracterizadas pela a existência de trabalho análogo ao de escravo, que representam 37% do total de fiscalizações, foi recebido pelos trabalhadores resgatados um total de R$ 3.063.596,48 de verbas salariais e rescisórias. Também foi promovida a formalização de 1.267 contratos de trabalho após a notificação dos Auditores-Fiscais do Trabalho durante as operações de combate ao trabalho escravo.

Os dados oficiais das ações de combate ao trabalho análogo ao de escravo no Brasil estão disponíveis no Radar do Trabalho Escravo da SIT. Denúncias de trabalho escravo podem ser feitas de forma remota e sigilosa no Sistema Ipê, sistema lançado em 2020 pela Subsecretaria de Inspeção do Trabalho (SIT) em parceria com a Organização Internacional do Trabalho (OIT).

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Brasil

Caixa paga nesta quinta-feira R$ 248 milhões do auxílio emergencial; saiba quem tem direito


A Caixa Econômica Federal paga hoje (28/1) mais de R$ 248 milhões de auxílio emergencial para 196 mil pessoas. A operação foi autorizada pelo Ministério da Cidadania após análise de contestações e revisões decorrentes de atualizações de dados governamentais.

Para esse pagamento, não há calendário de acordo com o mês de nascimento. Todos os beneficiários receberão, de uma só vez, todas as parcelas a que têm direito. Os recursos serão depositados na poupança social digital da Caixa e já estarão disponíveis tanto para movimentação por meio do aplicativo Caixa Tem quanto para saques e transferências para outros bancos.

Com o Caixa Tem é possível fazer compras na internet e nas maquininhas em diversos estabelecimentos comerciais, por meio do cartão de débito virtual e QR Code. O beneficiário também pode pagar boletos e contas, como água e telefone, pelo próprio aplicativo ou nas casas lotéricas, e transferir os recursos sem o pagamento de tarifas.

Para o saque em espécie, é preciso fazer o login no aplicativo Caixa Tem, selecionar a opção “saque sem cartão” e “gerar código de saque”. Depois, o trabalhador deve inserir a senha para visualizar o código de saque na tela do celular, com validade de uma hora. Esse código deve ser utilizado para a retirada do dinheiro, que pode ser feita nas lotéricas, correspondentes Caixa Aqui ou mesmo nas agências.

BENEFICIÁRIOS

O grupo de beneficiário inclui cerca de 191 mil pessoas que contestaram a suspensão do benefício no site da Dataprev entre 7 e 16 de novembro e entre 13 e 31 de dezembro de 2020, além de mais 5 mil que tiveram os pagamentos reavaliados neste mês.

Entre as 196 mil pessoas, há 8,3 mil que receberão a segunda, a terceira, a quarta e a quinta parcelas do auxílio emergencial. Mais 40,9 mil pessoas receberão as três últimas parcelas. Uma terceira faixa, de quase 68,1 mil cidadãos, terá direito à quarta e à quinta parcelas. Por último, 78,3 mil vão receber somente a quinta parcela.

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Brasil

Influenciadora digital ‘Ygona’ morre por complicações da Covid-19


Morreu nesta quarta-feira (27/1) a influenciadora digital Ygona Moura. Ela estava internada há dez dias, em São Paulo, com Covid-19, e a informação foi divulgada no perfil oficial dela no Instagram: “Pessoal, perdemos a Ygona”.

Ygona ganhou visibilidade, nas redes sociais, após minimizar a Covid-19. Chegou, inclusive, a relatar momentos de aglomeração. “Aglomerei mesmo e recebi bem para isso”, disse em uma das postagens nos stories do Instagram. “Hoje, estou aqui pela Tiradentes, estou caçando um baile, quero aglomerar de novo, estava morrendo de saudade de aglomerar”, disse ela, à época. Alguns dias depois, foi internada com a doença.

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