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Brasil

Cantora gospel aparece em vídeo sendo agredida pelo marido dentro de shopping; “covarde”

Foto: Instagram

Um vídeo gravado em um shopping no Rio de Janeiro flagrou o momento em que a cantora gospel Quesia Freitas foi agredida pelo marido, Bruno Feital, esta semana. As imagens foram compartilhadas pelo irmão da artista, o também cantor gospel Juninho Black. As informações são do Jornal Extra.

Na gravação, o marido da cantora aparece segurando Quesia com força pelo braço, enquanto a jovem pedia para que ele a soltasse. Testemunhas que passavam pelo local tiraram o homem de perto da cantora.

“Família não quero que minha irmã caia nas estatísticas de feminicídio. Tenho outros vídeos de agressões em local público e as autoridades ainda não colocaram esse animal na cadeia. A gente só acredita quando acontece dentro da nossa família e infelizmente dessa vez está acontecendo com minha irmã. Autoridades responsáveis, aqui fica o apelo para que esse covarde pague pelo que vem fazendo com minha irmã e todo transtorno que está trazendo a minha família”, diz trecho do desabafo escrito por Juninho Black. A cantora pediu o divórcio na Justiça após o episódio ocorrido no shopping. 

Leia a matéria original em AratuOn

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Brasil

“Pra enfiar no rabo de vocês da imprensa essa lata de leite condensado”, diz Bolsonaro


O presidente Jair Bolsonaro comentou a polêmica sobre o gasto de R$ 1,8 bilhão do governo federal em alimentos e bebidas em 2020. Em um almoço com artistas, o presidente atacou a imprensa. “E quando eu vejo a imprensa me atacar dizendo que comprei 2 milhões e meio de latas de leite condensado. Vai pra puta que o pariu, imprensa. Imprensa de merda essa daí. É pra enfiar no rabo de vocês aí, vocês não, vocês da imprensa, essa lata de leite condensado toda aí”, disse o presidente.

Após ser interrompido por apoiadores aos gritos de “mito”, o presidente continuou. “Não é para a presidência da República essa compra de alimentos, até porque nossa fonte é outra. (Inaudível) para alimentar 370 mil homens do Exército Brasileiro e também programas de alimentação via Ministério da Cidadania, também alimentação via Ministério da Educação, entre tantos e tantos outros. Essas acusações levianas não levam a lugar nenhum. E se me acusam disso, é sinal que não tem do que me acusar”, disse.

O presidente ainda defendeu os gastos com chiclete, afirmando ter importância para as Forças Armadas. “Me acusam de ter comprado 4 milhões de chicletes. E quem já esteve no Exército já teve um catanho. Pessoal sabe o que é um catanho, quem serviu. Tem um chicletinho lá dentro. Isso não é mordomia. Não é privilégio”. Ele prometeu mais explicações sobre os gastos na sua live semanal, que ocorre nesta quinta-feira (28). 

O presidente antecipou que pretende comparar os números com os do governo da ex-presidente Dilma Roussef (2011 a 2016). “E deixar bem claro, amanhã na live, junto com o ministro Wagner Rosário da CGU (Controladoria Geral da União), vamos demonstrar tudo isso, inclusive, que em 2014, a Dilma comprou mais leite condensado do que eu”.

Leia a matéria original em Correio

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Brasil

Homem discute com esposa, saca revólver e a executa com 17 tiros em churrasco de família


Um homem matou a própria esposa em um churrasco de família, que aconteceu na noite do último domingo (24), em Ponta Porã (MS), cidade a 320 km de Campo Grande.

Eliane Ferreira, de 34 anos, foi atingida 17 vezes pelo suspeito, que logo em seguida se matou. O motivo não foi encontrado pela polícia até o momento, mas uma das possibilidades é ciúme.

De acordo com o registro policial, Eliane e o marido iriam para uma confraternização na noite de domingo, mas em certo momento começaram a discutir.

Mais tarde, Alejandro sacou um revólver e disparou 17 vezes na esposa. Depois, se matou com tiro na cabeça.

O casal possuía uma filha de 6 anos que também estava na festa. O caso está sendo investigado pela Delegacia de Atendimento à Mulher de Ponta Porã.

Leia a matéria original em Varela Notícias

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Bahia

Quase mil trabalhadores foram resgatados da escravidão no Brasil em 2020; 70 deles foram na Bahia

Foto: foto ilustrativa/arquivo/MPT

Em 2020, foram encontrados 942 trabalhadores que estavam sendo explorados em condições de trabalho análogas às de escravo pela Inspeção do Trabalho, segundo o relatório divulgado pela Secretaria Especial de Previdência e Trabalho nesta quarta-feira (27/1). Na Bahia, foram registradas 70 ocorrências deste crime, ficando em quinto lugar do país no ranking negativo.

Na Bahia, assim como Minas Gerais, Mato Grosso, Rio de Janeiro e São Paulo, há uma regional com atividade de fiscalização permanentes. Nos outros estados, isso é feito apenas após denúncias com o Grupo Especial de Fiscalização Móvel (GEFM), que realizou 46% do total das ações fiscais e foi responsável por resgatar 40% dos funcionários escravizados. Esse grupo encontrou exploração de trabalho análogo à escravidão em 11 das 15 unidades de Federação onde atuou.

O local onde mais pessoas foram resgatadas foi Minas Gerais, onde forma encontrados 351 trabalhadores ilegais. O Distrito Federal ficou em segundo lugar, com 78 trabalhadores em condição de escravidão e em terceiro o Pará com 76 resgatados. Goiás também ficou acima da Bahia, com 75 vítimas.

PERFIL

Em relação ao perfil social das pessoas resgatadas em 2020, dados do seguro-desemprego do trabalhador resgatado mostram que 89% eram homens. A maioria, cerca de  64% tinham entre 18 e 39 anos. Do total,  70% residiam nas regiões sudeste ou nordeste, mas quase metade deles, 44%, tinham nascido na região nordeste.

Em relação à cor da pele, 77% se autodeclararam negros ou pardos, 18% brancos e 5% indígenas. Quanto ao grau de instrução, 21% declararam possuir ensino médio completo, 20% haviam cursado do 6º ao 9º ano e outros 20% até o 5º ano. Do total, 8% dos trabalhadores resgatados em 2020 eram analfabetos.

Em 2020, foram resgatados de condição análoga à de escravo 41 migrantes. Desses, 15 eram paraguaios, 10 peruanos, 8 venezuelanos, 5 bolivianos, 2 chineses e uma filipina. As atividades econômicas onde houve maior constatação de mão-de-obra em condição análoga à de escravo em 2020, quanto ao número de resgatados, foi o cultivo de café, com 140 trabalhadores. Seguem a lista  a produção de carvão vegetal (107), o comércio varejista (91), o cultivo de cebola (65) e a montagem industrial (63).

Prevaleceram as ocorrências de trabalho escravo no meio rural, representando aproximadamente 78% do total. O trabalho escravo urbano teve 211 vítimas em atividades econômicas, dentre elas comércio varejista de produtos não especificados (78), montagem industrial (63), construção civil (38). No meio urbano foram resgatadas três vítimas de trabalho escravo doméstico.

INDENIZAÇÃO

Os auditores-fiscais da Inspeção do Trabalho realizaram 266 fiscalizações pelo país. Mesmo com a pandemia, o número foi similar ao de 2019, quando foram realizadas 280 fiscalizações de combate ao trabalho escravo. No total, desde 1995, são mais de 55 mil trabalhadores e trabalhadoras resgatadas dessa condição em operações.

No que diz respeito à reparação de danos dos trabalhadores, nas 100 ações fiscais cujas relações de trabalho estavam caracterizadas pela a existência de trabalho análogo ao de escravo, que representam 37% do total de fiscalizações, foi recebido pelos trabalhadores resgatados um total de R$ 3.063.596,48 de verbas salariais e rescisórias. Também foi promovida a formalização de 1.267 contratos de trabalho após a notificação dos Auditores-Fiscais do Trabalho durante as operações de combate ao trabalho escravo.

Os dados oficiais das ações de combate ao trabalho análogo ao de escravo no Brasil estão disponíveis no Radar do Trabalho Escravo da SIT. Denúncias de trabalho escravo podem ser feitas de forma remota e sigilosa no Sistema Ipê, sistema lançado em 2020 pela Subsecretaria de Inspeção do Trabalho (SIT) em parceria com a Organização Internacional do Trabalho (OIT).

Leia a matéria original em AratuOn

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