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Comentarista esportivo Orlando Duarte morre aos 88 anos vítima de Covid-19

Foto: José Patricio/Estadão Conteúdo

O comentarista esportivo Orlando Duarte morreu na manhã desta terça-feira (15), aos 88 anos, vítima da Covid-19. Ele, que ficou três semanas internado para o tratamento em São Paulo, também lutava contra o Mal de Alzheimer desde 2018.

O jornalista estava internado na unidade do Hospital Sancta Maggiore do Paraíso, Zona Sul da capital, para tratamento da infecção pelo coronavírus e de dois aneurismas.

De acordo com a assessoria de imprensa da Prevent Senior, proprietária da rede de hospitais, “o jornalista faleceu na manhã desta terça-feira no Hospital Sancta Maggiore, após lutar contra a Covid-19 e outras enfermidades.”

Na segunda-feira (14), a esposa do jornalista, Conceição Duarte, homenageou Orlando, que foi seu companheiro por mais de 40 anos, com uma foto que o retratava emocionado durante a cobertura das Olimpíadas.

“A foto que vocês tanto conhecem e que eu, Conceição Duarte, mais gosto… expressa sua vibração em muitos dos momentos no esporte que ele viveu intensamente!”, escreveu ela.

Orlando Duarte deixa a mulher, Conceição, seis filhos e seis netos.

‘Eclético’

O jornalista nasceu em Rancharia, no interior de São Paulo, começou a carreira no jornal O Tempo, passou pela Gazeta Esportiva, rádios Jovem Pan e Trianon, e na TV teve passagem pela Globo, Cultura, SBT, Record e Band.

Ficou conhecido como o “Eclético” e “pai da memória esportiva do Brasil”, atuando na cobertura de 14 Copas do Mundo e 10 Jogos Olímpicos como repórter, locutor e cronista.

Foi também autor de mais de 30 livros sobre esportes, entre eles a biografia “Pelé: o Supercampeão”.

Leia a matéria original em G1

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Acusado de organizar show clandestino de Belo diz que evento foi autorizado por traficantes


Apontado pela polícia como responsável por organizar o show clandestino do cantor Belo, na última quinta-feira, 18, no Parque União, no Complexo da Maré, Zona Norte do Rio de Janeiro, Célio Caetano confirmou que o evento aconteceu com a permissão de integrantes do tráfico de drogas da comunidade.

Chefiado por Jorge Luiz Moura Barbosa, o Alvarenga, foragido da Justiça desde 2006, o Complexo da Maré foi escolhido como local para sediar o show que culminou na prisão do cantor e de Célio. Ambos já foram liberados após habeas corpus deferido pelo Tribunal de Justiça do Rio.

De acordo com o acusado, em depoimento concedido na Delegacia de Combate às Drogas (DCOD), e divulgado pelo Extra Online, ele foi contratado por um DJ para fornecer uma equipe de som por R$ 5,5 mil. Segundo a defesa do artista, Belo foi contratado por R$ 65 mil para cantar no local.

Mesmo confirmando que o show teve o aval das organizações criminosas que comandam o tráfico de drogas na comunidade, Célio declarou que não teve contato direto com nenhum traficante. O suspeito teve bens apreendidos e contas bloqueadas durante as investigações do caso.

Leia a matéria original em A Tarde

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Desembargador autoriza soltura do cantor Belo, preso nesta quarta-feira


O pedido de habeas corpus do cantor Belo foi aceito no início da madrugada de hoje (18) pelo desembargador Milton Fernandes de Souza. O alvará de soltura ainda será expedido.

O artista, cujo nome real é Marcelo Pires Vieira, foi preso preventivamente ontem (17) pela Delegacia de Combate às Drogas, da Polícia Civil do Rio de Janeiro, por fazer um show no Complexo da Maré, na Zona Norte da capital, furando os protocolos de restrições da pandemia da Covid-19. O evento aconteceu no último sábado (13), dentro de um colégio público.

Como o show foi realizado em uma escola estadual e não teve autorização das autoridades de Saúde, a polícia também investiga a invasão ao colégio. Outras três pessoas tiveram mandados de prisão preventiva decretados na operação: dois sócios da produtora, Célio Caetano e Henrique Marques (Rick), e o chefe do tráfico de drogas no Parque União, Jorge Luiz Moura Barbosa (Alvarenga) – que não chegou a ser detido. (Metro1)

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Advogado diz que cantor do Molejo vai processar dançarino que o acusou de estupro e condena live com palavrões


O vocalista do Molejo, Anderson Leonardo, planeja processar o cantor e dançarino Maicon Douglas Pinto de Nascimento Adão, o MC Maylon, de 21 anos, que o acusa de estupro. A informação foi dada, nesta última segunda-feira (8/2), à revista “Quem” pelo advogado Ivo Peralta, que defende o pagodeiro. Segundo ele, o artista e seu grupo merecem uma indenização, já que vêm tendo prejuízios por conta da “mentira”.

“Estamos buscando esclarecer junto às autoridades policiais todas as provas e depoimentos necessários para mostrar que não houve crime de estupro. Em seguida, pretendemos adotar medidas cabíveis para que a suposta vítima venha a indenizar Anderson pelos danos causados. O rapaz precisará responder tanto civil quanto criminalmente por calúnia e difamação. Vamos adotar medidas judiciais pela informação inverídica”, disse Peralta em matéria publicada pelo jornal Extra. 

Em depoimento à Polícia Civil, que investiga o caso, Anderson confirmou, na última sexta-feira (5/2), que fez sexo com Maylon, mas, segundo ele, “foi tudo consensual”. À “Quem”, Peralta afirmou que a acusação de estupro vem fazendo o cantor e o Molejo perderem trabalhos:

“Ele está tendo prejuízos excessivos com contratantes, que estão cancelando shows. Isso tem interferido no ganha-pão de cada um que trabalha com o grupo Molejo. São mais de 30 famílias que dependem dos shows e estão sendo prejudicadas por causa de uma mentira. Nós estamos produzindo um dossiê, que vai ser peticionado com datas, fotos e muitas provas que mostram a inverdade do rapaz. No dia 12 de dezembro (de 2020), por exemplo, a suposta vítima estava com a irmã do Anderson em uma festa, se divertindo, menos de 24 horas depois do suposto estupro, como se nada tivesse acontecido. Ou seja, é uma história muito fantasiosa”, destacou o advogado. 

Ivo Peralta disse ainda que Anderson vai se retratar pelas declarações que deu durante uma live horas após prestar depoimento — o cantor usou palavrões para descrever como fez sexo com Maylon. “Acredito que ele estava sob estresse, ficou muito nervoso depois do depoimento na delegacia, entrou em um estado de autodefesa e acabou falando muita besteira. Vamos buscar uma retratação junto ao público e à toda a comunidade LGBTQIA+”.

Leia a matéria original em AratuOn

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