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Saúde

Após Índia negar envio imediato de doses da vacina de Oxford, governo federal requisita Coronavac


O Ministério da Saúde enviou hoje (15) um ofício ao Instituto Butantan, responsável pela produção da vacina Coronavac em São Paulo, requisitando a entrega imediata de 6 milhões de doses do imunizante contra a Covid-19. 

“Solicitamos os bons préstimos para disponibilizar a entrega imediata das 6 milhões de doses importadas e que foram objeto do pedido de autorização de uso emergencial perante a Anvisa. Ressaltamos a urgência na imediata entrega do quantitativo contratado e acima mencionado, tendo em vista que este Ministério precisa fazer o devido loteamento para iniciar a logística de distribuição para todos os estados da federação de maneira simultânea e equitativa, conforme cronograma previsto no Plano Nacional de Operacionalização da vacinação contra a Covid-19, tão logo seja concedido a autorização pela agência reguladora, cuja decisão está prevista para domingo”, diz a nota assinada pelo diretor do Departamento de Logística em Saúde, Roberto Ferreira Dias

Até o momento, a maior aposta do governo Bolsonaro para começar a vacinação na próxima semana eram as doses do imunizante de Oxford/AstraZeneca, que seria importado de um laboratório indiano.

O avião que buscaria 2 milhões de doses hoje com retorno previsto para domingo (17), no entanto, não obteve autorização da Índia para decolar. Em entrevista à rede Bandeirantes, Bolsonaro admitiu que a operação seria atrasada.  Fonte: Metro1

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Saúde

Pessoas com obesidade devem reforçar cuidados para a proteção contra a Covid-19, alerta endocrinologista

Foto: ilustrativa/Pixabay

Nesta quarta-feira, 4 de março, Dia Mundial da Obesidade, a endocrinologista do Núcleo de Obesidade do Centro de Diabetes e Endocrinologia da Bahia (Cedeba), Thaisa Trujilho, analisou o risco da Covid-19 nas pessoas obesas, que fazem parte do grupo de risco do novo coronavírus.

“Os pacientes com obesidade têm apresentado maior gravidade do quadro de Covid-19. Desta forma, neste momento, é importante reforçar, principalmente nestes pacientes, os cuidados na prevenção da doença”, comentou.

A médica sinalizou que houve aumento dos casos de obesidade, nos últimos anos, levando a uma verdadeira pandemia no Brasil e no mundo. Porém, em 2020, a pandemia do novo coronavírus se sobrepôs à primeira.

“As consequências da obesidade, que incluem comprometimento respiratório, desregulação da função imunológica com inflamação crônica e resposta inflamatória exacerbada, estão entre os mecanismos propostos para o aumento da gravidade da Covid-19. Assim, esses pacientes apresentam risco aumentado de hospitalização, necessidade de cuidados intensivos e morte, e devem ter os cuidados redobrados na prevenção da doença”, alertou a endocrinologista.

CONFINAMENTO

Como as pessoas estão ficando mais em casa, exercitando-se menos, isso dificulta o tratamento da obesidade. “Os pacientes têm se queixado muito de aumento da ansiedade com dificuldade de manter uma alimentação balanceada. O confinamento e o isolamento social têm dificultado a prática regular de atividade física. Muitos pacientes infelizmente estão suspendendo o tratamento farmacológico e se queixando de reganho de peso e piora das comorbidades. Diante disto, tem sido fundamental a assistência prestada pela equipe multidisciplinar durante a pandemia”, disse Thaisa.

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Saúde

OMS bate o martelo: hidroxicloroquina não é eficaz no tratamento preventivo da Covid-19

Foto: Diego Vara

A Organização Mundial da Saúde (OMS) publicou uma diretriz reiterando que a hidroxicloroquina não seja usada como tratamento preventivo da Covid-19. O documento foi divulgado nesta segunda-feira (1°), na revista científica “The BMJ”, e a recomendação é feita por um painel de especialistas internacionais do Grupo de Desenvolvimento de Diretrizes (GDG) da OMS.

O assunto vem sendo tratado pela OMS desde julho do ano passado, afirmando que não há eficácia comprovada do medicamento contra a coronavírus. Porém, com a publicação da diretriz, a conclusão passa a ser uma orientação oficial para os países e profissionais da área de saúde.

A recomendação é baseada em seis estudos clínicos com evidências de alto nível, que somaram mais de 6 mil participantes e confirmaram que a hidroxicloroquina não é eficaz na prevenção da doença.

A OMS pediu, ainda, que as pesquisas com o medicamento como prescrição para a Covid-19 não sejam prioridade. O painel avalia que é importante concentrar esforços financeiros em outros remédios com mais chance de combater o Sars-CoV-2.

Usado como tratamento para a malária, o medicamento chegou a ser recomendado, no Brasil, pelo presidente Jair Bolsonaro e outros governantes como um dos componentes do ‘Kit Covid’, voltado ao suposto “tratamento precoce” da doença.

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Saúde

Ministério da Saúde pretende distribuir 2,7 milhões de doses da CoronaVac no começo de março


O Ministério da Saúde tem previsão de receber, até amanhã (28), mais 2,7 milhões de doses da CoronaVac, do Instituto Butantan. Com isso, a expectativa é de que o envio das vacinas contra a Covid-19 aos estados e ao Distrito Federal, seja realizado já na primeira semana de março.

Segundo informado pela assessoria nesta sexta-feira (26), depois de verificada a quantidade de doses e a previsão de entrega, o Programa Nacional de Imunizações (PNI) iniciará o planejamento e a logística de distribuição de forma proporcional e igualitária às 27 unidades da Federação. As informações são da Agência Brasil.

Além de mais doses do Instituto Butantan, novos lotes da vacina AstraZeneca/Oxford estarão disponíveis ao PNI em março. O Ministério espera receber 12,9 milhões de doses produzidas na Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) e 4 milhões importadas da Índia. Também para março, o Brasil negocia o recebimento da primeira leva de vacinas do consórcio Covax Facility, somando 2,6 milhões de doses da AstraZeneca.

O Ministério da Saúde assinou ainda contrato com o laboratório Precisa Medicamentos/Bharat Biotech para compra de 20 milhões de unidades, que serão entregues à pasta até maio. Fonte: Metro1

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