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Saúde

Sesab não vai divulgar número de doses destinadas aos municípios


Por uma questão de segurança, a Secretaria da Saúde da Bahia (Sesab) não vai divulgar o número de doses da vacina contra a Covid-19 enviadas a cada um dos municípios baianos. O primeiro lote de imunizantes recebido pelo estado será de 376.600 doses.  A Sesab informou apenas que Salvador ficará com 45 mil doses.

Nesta fase serão vacinados profissionais de saúde que atuam na linha de frente do combate à Covid-19 e em unidades de saúde de urgência e emergência, idosos que vivem em instituições de longa permanência e indígenas.

Após a chegada na sede do Grupamento Aéreo da Polícia Militar da Bahia (Graer) será iniciado o processo de separação e distribuição para os 417 municípios baianos.

As cidades previstas para receber aeronaves com doses da vacina ainda na noite desta segunda-feira (18) são Barreiras, Guanambi, Ilhéus, Irecê, Vitória da Conquista e Paulo Afonso. Essas são chamas de cidades-polo e receberão os imunizantes que também atenderão a outros municípios. As vacinas direcionadas a Juazeiro chegarão através do aeroporto de Petrolina (PE). E em Lençóis chegarão as doses com vacinas direcionadas a Seabra, Porto Seguro e Teixeira de Freitas.

Metade das vacinas que correspondem à segunda dose, prevista para ocorrer no prazo de um mês, serão armazenadas no Central Estadual de Armazenamento e Distribuição de Imunobiológicos (Ceadi). Ficarão no local mais de 188 mil doses da Coronavac. (Bahia Notícias)

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Saúde

Pessoas com obesidade devem reforçar cuidados para a proteção contra a Covid-19, alerta endocrinologista

Foto: ilustrativa/Pixabay

Nesta quarta-feira, 4 de março, Dia Mundial da Obesidade, a endocrinologista do Núcleo de Obesidade do Centro de Diabetes e Endocrinologia da Bahia (Cedeba), Thaisa Trujilho, analisou o risco da Covid-19 nas pessoas obesas, que fazem parte do grupo de risco do novo coronavírus.

“Os pacientes com obesidade têm apresentado maior gravidade do quadro de Covid-19. Desta forma, neste momento, é importante reforçar, principalmente nestes pacientes, os cuidados na prevenção da doença”, comentou.

A médica sinalizou que houve aumento dos casos de obesidade, nos últimos anos, levando a uma verdadeira pandemia no Brasil e no mundo. Porém, em 2020, a pandemia do novo coronavírus se sobrepôs à primeira.

“As consequências da obesidade, que incluem comprometimento respiratório, desregulação da função imunológica com inflamação crônica e resposta inflamatória exacerbada, estão entre os mecanismos propostos para o aumento da gravidade da Covid-19. Assim, esses pacientes apresentam risco aumentado de hospitalização, necessidade de cuidados intensivos e morte, e devem ter os cuidados redobrados na prevenção da doença”, alertou a endocrinologista.

CONFINAMENTO

Como as pessoas estão ficando mais em casa, exercitando-se menos, isso dificulta o tratamento da obesidade. “Os pacientes têm se queixado muito de aumento da ansiedade com dificuldade de manter uma alimentação balanceada. O confinamento e o isolamento social têm dificultado a prática regular de atividade física. Muitos pacientes infelizmente estão suspendendo o tratamento farmacológico e se queixando de reganho de peso e piora das comorbidades. Diante disto, tem sido fundamental a assistência prestada pela equipe multidisciplinar durante a pandemia”, disse Thaisa.

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Saúde

OMS bate o martelo: hidroxicloroquina não é eficaz no tratamento preventivo da Covid-19

Foto: Diego Vara

A Organização Mundial da Saúde (OMS) publicou uma diretriz reiterando que a hidroxicloroquina não seja usada como tratamento preventivo da Covid-19. O documento foi divulgado nesta segunda-feira (1°), na revista científica “The BMJ”, e a recomendação é feita por um painel de especialistas internacionais do Grupo de Desenvolvimento de Diretrizes (GDG) da OMS.

O assunto vem sendo tratado pela OMS desde julho do ano passado, afirmando que não há eficácia comprovada do medicamento contra a coronavírus. Porém, com a publicação da diretriz, a conclusão passa a ser uma orientação oficial para os países e profissionais da área de saúde.

A recomendação é baseada em seis estudos clínicos com evidências de alto nível, que somaram mais de 6 mil participantes e confirmaram que a hidroxicloroquina não é eficaz na prevenção da doença.

A OMS pediu, ainda, que as pesquisas com o medicamento como prescrição para a Covid-19 não sejam prioridade. O painel avalia que é importante concentrar esforços financeiros em outros remédios com mais chance de combater o Sars-CoV-2.

Usado como tratamento para a malária, o medicamento chegou a ser recomendado, no Brasil, pelo presidente Jair Bolsonaro e outros governantes como um dos componentes do ‘Kit Covid’, voltado ao suposto “tratamento precoce” da doença.

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Saúde

Ministério da Saúde pretende distribuir 2,7 milhões de doses da CoronaVac no começo de março


O Ministério da Saúde tem previsão de receber, até amanhã (28), mais 2,7 milhões de doses da CoronaVac, do Instituto Butantan. Com isso, a expectativa é de que o envio das vacinas contra a Covid-19 aos estados e ao Distrito Federal, seja realizado já na primeira semana de março.

Segundo informado pela assessoria nesta sexta-feira (26), depois de verificada a quantidade de doses e a previsão de entrega, o Programa Nacional de Imunizações (PNI) iniciará o planejamento e a logística de distribuição de forma proporcional e igualitária às 27 unidades da Federação. As informações são da Agência Brasil.

Além de mais doses do Instituto Butantan, novos lotes da vacina AstraZeneca/Oxford estarão disponíveis ao PNI em março. O Ministério espera receber 12,9 milhões de doses produzidas na Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) e 4 milhões importadas da Índia. Também para março, o Brasil negocia o recebimento da primeira leva de vacinas do consórcio Covax Facility, somando 2,6 milhões de doses da AstraZeneca.

O Ministério da Saúde assinou ainda contrato com o laboratório Precisa Medicamentos/Bharat Biotech para compra de 20 milhões de unidades, que serão entregues à pasta até maio. Fonte: Metro1

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