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Saúde

Coronavírus: mutações do Brasil, Reino Unido e África do Sul representam ‘alto risco’, alerta UE

Foto : Peter Ilicciev/Fiocruz

O Centro de Prevenção e Controle de Doenças Europeu (ECDC), ligado à União Europeia (UE), anunciou hoje (21) que as mutações do coronavírus encontradas no Brasil, Reino Unido e na África do Sul representam um “alto risco” para a Europa em razão de sua maior transmissibilidade.

“Baseado nas novas informações, o risco associado à introdução e à transmissão comunitária destas variantes preocupantes foi alterado para alto/muito alto”, disse o ECDC em um comunicado.

A mutação brasileira, chamada E484, foi identificada no Rio de Janeiro e em variantes em Manaus, como a identificada em japoneses que estiveram no Amazonas. Ela altera o RDB, o ponto da proteína S em que o Sars-CoV-2 se liga às células humanas.

Leia a matéria original em Metro1

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Saúde

OMS bate o martelo: hidroxicloroquina não é eficaz no tratamento preventivo da Covid-19

Foto: Diego Vara

A Organização Mundial da Saúde (OMS) publicou uma diretriz reiterando que a hidroxicloroquina não seja usada como tratamento preventivo da Covid-19. O documento foi divulgado nesta segunda-feira (1°), na revista científica “The BMJ”, e a recomendação é feita por um painel de especialistas internacionais do Grupo de Desenvolvimento de Diretrizes (GDG) da OMS.

O assunto vem sendo tratado pela OMS desde julho do ano passado, afirmando que não há eficácia comprovada do medicamento contra a coronavírus. Porém, com a publicação da diretriz, a conclusão passa a ser uma orientação oficial para os países e profissionais da área de saúde.

A recomendação é baseada em seis estudos clínicos com evidências de alto nível, que somaram mais de 6 mil participantes e confirmaram que a hidroxicloroquina não é eficaz na prevenção da doença.

A OMS pediu, ainda, que as pesquisas com o medicamento como prescrição para a Covid-19 não sejam prioridade. O painel avalia que é importante concentrar esforços financeiros em outros remédios com mais chance de combater o Sars-CoV-2.

Usado como tratamento para a malária, o medicamento chegou a ser recomendado, no Brasil, pelo presidente Jair Bolsonaro e outros governantes como um dos componentes do ‘Kit Covid’, voltado ao suposto “tratamento precoce” da doença.

Leia a matéria original em AratuOn

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Saúde

Ministério da Saúde pretende distribuir 2,7 milhões de doses da CoronaVac no começo de março


O Ministério da Saúde tem previsão de receber, até amanhã (28), mais 2,7 milhões de doses da CoronaVac, do Instituto Butantan. Com isso, a expectativa é de que o envio das vacinas contra a Covid-19 aos estados e ao Distrito Federal, seja realizado já na primeira semana de março.

Segundo informado pela assessoria nesta sexta-feira (26), depois de verificada a quantidade de doses e a previsão de entrega, o Programa Nacional de Imunizações (PNI) iniciará o planejamento e a logística de distribuição de forma proporcional e igualitária às 27 unidades da Federação. As informações são da Agência Brasil.

Além de mais doses do Instituto Butantan, novos lotes da vacina AstraZeneca/Oxford estarão disponíveis ao PNI em março. O Ministério espera receber 12,9 milhões de doses produzidas na Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) e 4 milhões importadas da Índia. Também para março, o Brasil negocia o recebimento da primeira leva de vacinas do consórcio Covax Facility, somando 2,6 milhões de doses da AstraZeneca.

O Ministério da Saúde assinou ainda contrato com o laboratório Precisa Medicamentos/Bharat Biotech para compra de 20 milhões de unidades, que serão entregues à pasta até maio. Fonte: Metro1

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Saúde

Dose única da vacina Johnson tem eficácia de 72%, diz estudo


Um documento publicado pela Agência de Alimentos e Medicamentos (FDA) dos Estados Unidos na manhã de hoje (24) afirma que a vacina produzida pela Johnson&Johnson, oferece alta proteção contra os casos graves e mortes por Covid-19, inclusive contra a variante sul-africana, além de reduzir a transmissão do vírus nos vacinados. Todos os efeitos apontados pelo estudo são alcançados com administrada em dose única do imunizante.

Segunda a FDA, a eficácia da vacina chega a 72% nos Estados Unidos. Já contra a variante sul-africana a eficácia chegou a 64% A eficácia contra a variante sul-africana foi sete pontos superior aos dados anteriores divulgados pela Johnson. Em relação às formas graves da Covid-19, a vacina mostrou 86% de eficácia nos Estados Unidos e 82% contra as formas severas da variante na África do Sul. Fonte: Metro1

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