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Campanha de Trump pagou US$ 2,7 mi a organizadores de manifestação que levou à invasão do Capitólio

Foto: Saul Loebe

A campanha do ex-presidente americano Donald Trump pagou mais de US$ 2,7 milhões (cerca de R$ 14 milhões) a indivíduos e empresas que organizaram a manifestação de 6 de janeiro que culminou na invasão do Capitólio.

A informação foi divulgada pela organização Center for Responsive Politics (CRP). 

Os pagamentos, feitos durante a campanha de reeleição de Trump, constam nos documentos da Comissão Eleitoral Federal, que os monitorou até o dia 23 de novembro. A solicitação para fazer a manifestação, que aconteceu em propriedade federal, foi feita um dia após essa data. 

O protesto, que depois levou à invasão do Capitólio, foi organizado pela organização Women for America First. Foi neste evento que Trump encorajou seus apoiadores a impedir que o Congresso ratificasse a vitória de Joe Biden na eleição presidencial.

Leia a matéria original em Metro1

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Tempestade de neve atinge os EUA; mais de 20 morrem e milhões estão sem eletricidade


Pelo menos 23 pessoas morreram e milhões sofrem as consequências de uma tempestade de neve devastadora em vários estados da América. No Texas, milhões de pessoas continuam sem eletricidade nesta quarta-feira (17). Isso significa que, diante das baixas temperaturas registradas, passaram a noite sob frio rigoroso. 

O governador do Texas pediu providências aos responsáveis pelo fornecimento de energia. O frio registrado nestes dias deve durar pelo menos até o próximo fim de semana. Lina Hidalgo, do condado de Harris, escreveu no Twitter que “há a possibilidade de que as falhas de energia aconteçam além do tempo dessa tempestade”.

Mais de 4 milhões de pessoas estavam ontem à noite sem energia, incluindo 1,4 milhão da região metropolitana de Houston. De acordo com a Reuters, também um quarto das casas em Dallas estava às escuras. O presidente dos Estados Unidos (EUA), Joe Biden, disse que o governo federal garantiu aos governadores dos estados afetados pela tempestade que eles terão toda a ajuda de emergência necessária.

Outro problema provocado pelo mau tempo e a consequente falta de eletricidade é que o movimento de vacinação contra a covid-19 foi, suspensa em algumas regiões devido à falta de condições. (AratuOn)

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Mundo

Presidente dos EUA garante vacina para todos norte-americanos até julho deste ano


Presidente dos Estados Unidos, Joe Biden prometeu garantir até julho desde ano vacina contra a Covid-19 para todos os norte-americanos.

“Vamos ter mais de 600 milhões de doses, o suficiente para vacinar todos os americanos”, disse o democrata durante sua participação no evento da emissora CNN nos EUA.

Ele ressaltou que havia apenas 50 milhões de doses disponíveis quando tomou posse, em 20 de janeiro. Para aumentar a produção, segundo ele, implementou a Lei de Produção de Defesa “para que produtores tenham mais equipamentos”.

Outro desafio para vacinar a população apontado por Biden era a falta de profissionais que aplicassem o imunizante, o que gerou uma ordem executiva presidencial para que enfermeiros e médicos aposentados voltassem à ativa. As informações são da Folha de S.Paulo.

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Cinco anos após pior surto, Guiné declara novo surto de ebola no país


A Guiné declarou neste domingo (14) que vive por um novo surto de ebola, cerca de cinco anos após o pior surto da doença no mundo. Três mortes e quatro casos da doença foram registrados no sudoeste do país.

“Diante desta situação e de acordo com os regulamentos internacionais de saúde, o governo da Guiné declara uma epidemia de ebola”, declarou em comunicado o ministro da Saúde da Guiné, Remy Lamah.

De acordo com informações da Agência Brasil e da Reuters, os sete pacientes apresentaram sintomas como diarreia, vômitos e sangramentos, depois de participarem de um velório na subprefeitura de Goueke. Os demais que não foram diagnosticados com a doença foram isolados em centros de tratamento.

A pessoa cujo corpo foi velado em 1º de fevereiro era uma enfermeira em um centro de saúde local e morreu depois de contrair uma doença. Não foi especificado se ela morreu de ebola.

O surto de ebola foi registrado na África Ocidental entre 2013 e 2016. A doença matou cerca de 11,3 mil pessoas. A maior parte dos casos foi identificada na Guiné, na Libéria e em Sierra Leoa.

Leia a matéria original em Bahia.Ba

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