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Saúde

Brasil conseguiria vacinar 60 milhões por mês; só falta a vacina, diz fundador da Anvisa


O médico sanitarista Gonzalo Vecina Neto, professor da Faculdade de Saúde Pública da Universidade de São Paulo (USP), e fundador da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) afirmou que se o Brasil tivesse negociado e comprado mais doses antecipadamente, seria possível concluir a vacinação de toda a população brasileira com mais de 18 anos até o meio do ano.

Segundo Vencina,  o SUS tem condições de administrar 3,04 milhões de vacinas contra a Covid-19 por dia, o que somaria mais de 60 milhões de vacinados por mês, considerando 20 dias úteis. Como, segundo a Pesquisa Nacional de Saúde (PNS) 2019, existem 159,1 milhões de brasileiros com mais de 18 anos, seria possível concluir as duas doses em meados de julho. Fonte: Metro1

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Saúde

Ministério da Saúde pretende distribuir 2,7 milhões de doses da CoronaVac no começo de março


O Ministério da Saúde tem previsão de receber, até amanhã (28), mais 2,7 milhões de doses da CoronaVac, do Instituto Butantan. Com isso, a expectativa é de que o envio das vacinas contra a Covid-19 aos estados e ao Distrito Federal, seja realizado já na primeira semana de março.

Segundo informado pela assessoria nesta sexta-feira (26), depois de verificada a quantidade de doses e a previsão de entrega, o Programa Nacional de Imunizações (PNI) iniciará o planejamento e a logística de distribuição de forma proporcional e igualitária às 27 unidades da Federação. As informações são da Agência Brasil.

Além de mais doses do Instituto Butantan, novos lotes da vacina AstraZeneca/Oxford estarão disponíveis ao PNI em março. O Ministério espera receber 12,9 milhões de doses produzidas na Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) e 4 milhões importadas da Índia. Também para março, o Brasil negocia o recebimento da primeira leva de vacinas do consórcio Covax Facility, somando 2,6 milhões de doses da AstraZeneca.

O Ministério da Saúde assinou ainda contrato com o laboratório Precisa Medicamentos/Bharat Biotech para compra de 20 milhões de unidades, que serão entregues à pasta até maio. Fonte: Metro1

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Saúde

Dose única da vacina Johnson tem eficácia de 72%, diz estudo


Um documento publicado pela Agência de Alimentos e Medicamentos (FDA) dos Estados Unidos na manhã de hoje (24) afirma que a vacina produzida pela Johnson&Johnson, oferece alta proteção contra os casos graves e mortes por Covid-19, inclusive contra a variante sul-africana, além de reduzir a transmissão do vírus nos vacinados. Todos os efeitos apontados pelo estudo são alcançados com administrada em dose única do imunizante.

Segunda a FDA, a eficácia da vacina chega a 72% nos Estados Unidos. Já contra a variante sul-africana a eficácia chegou a 64% A eficácia contra a variante sul-africana foi sete pontos superior aos dados anteriores divulgados pela Johnson. Em relação às formas graves da Covid-19, a vacina mostrou 86% de eficácia nos Estados Unidos e 82% contra as formas severas da variante na África do Sul. Fonte: Metro1

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Bahia

Lacen identifica variante peruana de Sars Cov 2 em circulação na Bahia


Mais uma cepa foi sequenciada e identificada pelo  laboratório Central de Saúde Pública Professor Gonçalo Moniz (Lacen) .Trata-se da linhagem peruana C.14, que foi introduzida no estado a partir de um viajante que aportou em Salvador de navio, em fevereiro.

Desde que começou a realizar o sequenciamento genético do vírus Sars Cov 2, responsável pela infecção pandêmica que já fez mais de onze mil vítimas fatais na Bahia, o Lacen já identificou 13 diferentes linhagens do vírus em cerca de 1 ano, provavelmente vinculadas a múltiplos eventos de importações ocorridas simultaneamente e que justificam o alto número de infecções registradas no estado.

Os estudos indicam que o número de linhagens circulantes mudou com o tempo desde a identificação da linhagem B.1.1.162, a primeira confirmada por testes de sequenciamento genético em fevereiro de 2020, marcando a introdução primária de casos importados da Europa.

Em janeiro 2021 foram também detectadas no estado as novas variantes do SARS-CoV2 recentemente identificadas no Brasil, sendo elas a variante P.1 e P.2 isoladas pela primeira vez no Norte e no Sudeste do país.

“Os estudos foram realizados em genomas completos do Sars Cov 2 de 112 amostras de diversas regiões geográficas da Bahia, provenientes de indivíduos com sintomas clínicos característicos, como dificuldade de respirar, muito cansaço, SRAG e pneumonia”, explica Arabela Leal, diretora do Lacen.

Arabela reforça o que os epidemiologistas e infectologistas já vêm alertando em todo o mundo: a mobilidade humana representa um fator crucial para a dispersão do SARS-CoV-2 e das novas variantes. “Enquanto não houver vacina para todos, distanciamento social e medida de restrições ainda continuam sendo essenciais para a minimização da circulação deste patógeno no Brasil”, conclui. Fonte: Bahia Notícias

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