Connect with us

Saúde

Ministério da Saúde pretende distribuir 2,7 milhões de doses da CoronaVac no começo de março

O Ministério da Saúde tem previsão de receber, até amanhã (28), mais 2,7 milhões de doses da CoronaVac, do Instituto Butantan. Com isso, a expectativa é de que o envio das vacinas contra a Covid-19 aos estados e ao Distrito Federal, seja realizado já na primeira semana de março.

Segundo informado pela assessoria nesta sexta-feira (26), depois de verificada a quantidade de doses e a previsão de entrega, o Programa Nacional de Imunizações (PNI) iniciará o planejamento e a logística de distribuição de forma proporcional e igualitária às 27 unidades da Federação. As informações são da Agência Brasil.

Além de mais doses do Instituto Butantan, novos lotes da vacina AstraZeneca/Oxford estarão disponíveis ao PNI em março. O Ministério espera receber 12,9 milhões de doses produzidas na Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) e 4 milhões importadas da Índia. Também para março, o Brasil negocia o recebimento da primeira leva de vacinas do consórcio Covax Facility, somando 2,6 milhões de doses da AstraZeneca.

O Ministério da Saúde assinou ainda contrato com o laboratório Precisa Medicamentos/Bharat Biotech para compra de 20 milhões de unidades, que serão entregues à pasta até maio. Fonte: Metro1

Advertisement
Click to comment

Leave a Reply

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Saúde

Sem ivermectina e cloroquina, Anvisa autoriza uso de coquetel de remédios para combater covid-19

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) autorizou nesta terça-feira (20) o uso emergencial de um medicamento contra a Covid-19. O coquetel contém a combinação de casirivimabe e imdevimabe (Regn-CoV2), dois remédios experimentais desenvolvidos pela farmacêutica Roche. A aplicação é intravenosa, com uso restrito a hospitais e venda proibida ao público em geral. O medicamento é indicado para a fase inicial da doença.

Casirivimabe e imdevimabe são dois anticorpos monoclonais que bloqueiam a entrada do vírus na célula. O tratamento é indicado para adultos e pacientes pediátricos (com 12 anos ou mais que pesem no mínimo 40 kg) que não necessitam de suplementação de oxigênio, e é contra-indicado para prevenção da Covid-19. Este é o segundo medicamento aprovado pela agência. O primeiro foi o remdesivir. (Metro1)

Continue Reading

Saúde

Quem teve trombose após vacina da AstraZeneca receberá 2ª dose de outro imunizante

As pessoas que foram vacinadas com o imunizante da AstraZeneca em parceria com a Universidade de Oxford e desenvolveram trombose serão imunizados na segunda dose com a vacina de outro laboratório. A informação foi divulgada nesta sexta-feira (16) pelo Ministério da Saúde.

No informe técnico, a pasta explicou que a complementação da segunda dose será feita por uma vacina “que não tenha plataforma de vetor viral”. O ministério também orientou aos profissionais de saúde que “fiquem atentos a sinais e sintomas de trombose ou tromboembolismo”.

Thank you for watching

Segundo o e-SUS, em cada 100 mil doses aplicadas da vacina Oxford/AstraZeneca, 0,89 casos apresentaram trombose. Por causa do baixo número, a pasta classificou o evento como “raro” e frisou que o risco-benefício da vacina ainda é positivo, e também “não há comprovação de associação causal com a vacinação”. (bahia.ba)

Continue Reading

Saúde

Ministério da Saúde pede que gravidez seja evitada até o fim da pandemia, se possível

O secretário de Atenção Primária à Saúde do Ministério da Saúde, Raphael Parente, pediu, nesta sexta-feira (16), que as mulheres adiem a gravidez até que haja uma melhora da pandemia, caso seja possível.

Segundo Parente, a cautela é justificada pelo fato de que a gravidez, por definição, favorece as tromboses (formação de coágulos no sangue). A Covid-19 também favorece essa condição, o que pode tornar a doença ainda mais perigosa na gravidez.

“Caso possível, postergar um pouco a gravidez, para um melhor momento, em que você possa ter a sua gravidez de forma mais tranquila. A gente sabe que na época do zika, durante um, dois anos, se teve uma diminuição das gravidezes no Brasil, e depois aumentou. É normal. É óbvio que a gente não pode falar isso para alguém que tem 42, 43 anos, mas para uma mulher jovem, que pode escolher um pouco ali o seu momento de gravidez, o mais indicado agora é você esperar um pouquinho até a situação ficar um pouco mais calma”, disse o secretário, que é médico e tem doutorado em ginecologia.

No ano passado, o Centro de Controle de Doenças dos Estados Unidos (CDC, na sigla em inglês) já havia alertado para o risco de maior gravidade da Covid-19 em gestantes.

Leia a matéria original em Metro1

Continue Reading

Siga-nos no Instagram:

Facebook

Mais Lidas