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Saúde

Pessoas com obesidade devem reforçar cuidados para a proteção contra a Covid-19, alerta endocrinologista

Foto: ilustrativa/Pixabay

Nesta quarta-feira, 4 de março, Dia Mundial da Obesidade, a endocrinologista do Núcleo de Obesidade do Centro de Diabetes e Endocrinologia da Bahia (Cedeba), Thaisa Trujilho, analisou o risco da Covid-19 nas pessoas obesas, que fazem parte do grupo de risco do novo coronavírus.

“Os pacientes com obesidade têm apresentado maior gravidade do quadro de Covid-19. Desta forma, neste momento, é importante reforçar, principalmente nestes pacientes, os cuidados na prevenção da doença”, comentou.

A médica sinalizou que houve aumento dos casos de obesidade, nos últimos anos, levando a uma verdadeira pandemia no Brasil e no mundo. Porém, em 2020, a pandemia do novo coronavírus se sobrepôs à primeira.

“As consequências da obesidade, que incluem comprometimento respiratório, desregulação da função imunológica com inflamação crônica e resposta inflamatória exacerbada, estão entre os mecanismos propostos para o aumento da gravidade da Covid-19. Assim, esses pacientes apresentam risco aumentado de hospitalização, necessidade de cuidados intensivos e morte, e devem ter os cuidados redobrados na prevenção da doença”, alertou a endocrinologista.

CONFINAMENTO

Como as pessoas estão ficando mais em casa, exercitando-se menos, isso dificulta o tratamento da obesidade. “Os pacientes têm se queixado muito de aumento da ansiedade com dificuldade de manter uma alimentação balanceada. O confinamento e o isolamento social têm dificultado a prática regular de atividade física. Muitos pacientes infelizmente estão suspendendo o tratamento farmacológico e se queixando de reganho de peso e piora das comorbidades. Diante disto, tem sido fundamental a assistência prestada pela equipe multidisciplinar durante a pandemia”, disse Thaisa.

Leia a matéria original em AratuOn

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Saúde

Sem ivermectina e cloroquina, Anvisa autoriza uso de coquetel de remédios para combater covid-19

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) autorizou nesta terça-feira (20) o uso emergencial de um medicamento contra a Covid-19. O coquetel contém a combinação de casirivimabe e imdevimabe (Regn-CoV2), dois remédios experimentais desenvolvidos pela farmacêutica Roche. A aplicação é intravenosa, com uso restrito a hospitais e venda proibida ao público em geral. O medicamento é indicado para a fase inicial da doença.

Casirivimabe e imdevimabe são dois anticorpos monoclonais que bloqueiam a entrada do vírus na célula. O tratamento é indicado para adultos e pacientes pediátricos (com 12 anos ou mais que pesem no mínimo 40 kg) que não necessitam de suplementação de oxigênio, e é contra-indicado para prevenção da Covid-19. Este é o segundo medicamento aprovado pela agência. O primeiro foi o remdesivir. (Metro1)

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Saúde

Quem teve trombose após vacina da AstraZeneca receberá 2ª dose de outro imunizante

As pessoas que foram vacinadas com o imunizante da AstraZeneca em parceria com a Universidade de Oxford e desenvolveram trombose serão imunizados na segunda dose com a vacina de outro laboratório. A informação foi divulgada nesta sexta-feira (16) pelo Ministério da Saúde.

No informe técnico, a pasta explicou que a complementação da segunda dose será feita por uma vacina “que não tenha plataforma de vetor viral”. O ministério também orientou aos profissionais de saúde que “fiquem atentos a sinais e sintomas de trombose ou tromboembolismo”.

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Segundo o e-SUS, em cada 100 mil doses aplicadas da vacina Oxford/AstraZeneca, 0,89 casos apresentaram trombose. Por causa do baixo número, a pasta classificou o evento como “raro” e frisou que o risco-benefício da vacina ainda é positivo, e também “não há comprovação de associação causal com a vacinação”. (bahia.ba)

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Saúde

Ministério da Saúde pede que gravidez seja evitada até o fim da pandemia, se possível

O secretário de Atenção Primária à Saúde do Ministério da Saúde, Raphael Parente, pediu, nesta sexta-feira (16), que as mulheres adiem a gravidez até que haja uma melhora da pandemia, caso seja possível.

Segundo Parente, a cautela é justificada pelo fato de que a gravidez, por definição, favorece as tromboses (formação de coágulos no sangue). A Covid-19 também favorece essa condição, o que pode tornar a doença ainda mais perigosa na gravidez.

“Caso possível, postergar um pouco a gravidez, para um melhor momento, em que você possa ter a sua gravidez de forma mais tranquila. A gente sabe que na época do zika, durante um, dois anos, se teve uma diminuição das gravidezes no Brasil, e depois aumentou. É normal. É óbvio que a gente não pode falar isso para alguém que tem 42, 43 anos, mas para uma mulher jovem, que pode escolher um pouco ali o seu momento de gravidez, o mais indicado agora é você esperar um pouquinho até a situação ficar um pouco mais calma”, disse o secretário, que é médico e tem doutorado em ginecologia.

No ano passado, o Centro de Controle de Doenças dos Estados Unidos (CDC, na sigla em inglês) já havia alertado para o risco de maior gravidade da Covid-19 em gestantes.

Leia a matéria original em Metro1

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