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Tecnologia

LG anuncia fim da fabricação de celulares

Foto: Divulgação

A LG anunciou nesta segunda-feira (5) que vai deixar de vez a fabricação de celulares. A empresa já vinha dando sinais de que abandonaria o ramo dede o ano passado, segundo a coluna Radar da Veja. A gigante sul-coreana alegou sucessivos prejuízos na área.

“Desde o segundo semestre de 2015, o nosso negócio global de celulares tem sofrido uma perda operacional por 23 trimestres consecutivos, resultando em um acumulado de aproximadamente 4,1 bilhões de dólares (US) [em perdas] até o final de 2020”, informou a LG em nota.

De acordo com o G1, a fábrica da multinacional em Taubaté, no interior de São Paulo, pode ser afetada pela decisão. Ela é a única da companhia no país voltada para a produção de smartphones. A unidade, que também produz monitores, tem cerca de 1 mil funcionários. Desse total, 400 estão alocados na área celulares.

Leia a matéria original em Bahia.ba .

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Tecnologia

WhatsApp é multado em 225 milhões de euros por uso de dados pessoais

O aplicativo de mensagens WhatsApp foi multado em 225 milhões de euros, equivalente a R$ 1,37 trilhão, nesta quinta-feira (2), pela autoridade digital irlandesa após investigação solicitada pelo comitê europeu de proteção de dados sobre as mudanças no uso de informações pessoais.

Segundo informações da AFP, a punição é a maior já imposta pela agência reguladora da Irlanda e a segunda maior de um regulador digital na Europa, atrás apenas da multa de 746 milhões de euros imposta ao grupo Amazon em julho, por violação das normas sobre a informação privada dos usuários.

Iniciada em dezembro de 2018 pela comissão irlandesa de proteção de dados, a investigação procurava determinar se o mensageiro “cumpriu suas obrigações de transparência” ao informar os usuários sobre como seus dados seriam usados.

Ainda de acordo com as informações, entre as obrigações estariam relatar como as informações são compartilhadas entre WhatsApp e outras empresas do grupo Facebook.

Neste caso, o regulador irlandês tem jurisdição, já que o Facebook tem sua sede europeia no país.

“O WhatsApp tem o compromisso de fornecer um serviço seguro e privado. Trabalhamos para garantir que as informações que fornecemos sejam transparentes e completas e continuaremos fazendo isso”, disse um porta-voz do WhatsApp em um comunicado. Fonte: Bahia Notícias

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Economia

Xiaomi entra no setor de fabricação de veículos elétricos

A fabricante de smartphones e produtos eletrônicos Xiaomi é mais uma empresa chinesa a entrar no ramo de produção de veículos elétricos.

“A empresa Xiaomi Auto foi registrada oficialmente em 1º de setembro”, anunciou o diretor executivo do grupo, Lei Jun.

A empresa terá um capital de 10 bilhões de dólares, informou.

Como demonstração da importância que o grupo dará a esta nova atividade, Lei Jun contratou em julho 500 engenheiros no país.

Até o momento não foram divulgadas datas para a comercialização dos carros.

Os veículos de nova energia (híbridos, elétricos, com bateria de combustível e célula de combustível) estão no auge na China, um país na vanguarda neste campo graças, sobretudo, a uma população ultraconectada e a uma política de incentivos por parte das autoridades.

As montadoras nacionais e estrangeiras competem para capitar uma parte deste mercado.

A Xiaomi não é a primeira empresa chinesa a entrar no setor. Vários grupos, como XPeng e Li Auto, que entrou na Bolsa no ano passado nos Estados Unidos, também anunciaram projetos no setor.

A Xiaomi, segunda maior produtora mundial de smartphones, também produz tablets, smartwatches, fones de ouvido, patinetes, entre outros. (AFP)

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Tecnologia

Compartilhar ‘print’ de conversas no WhatsApp sem autorização pode gerar indenização

A 3ª Turma do Superior Tribunal de Justiça (STJ) decidiu que terceiros só podem ter acesso às mensagens trocadas no WhatsApp mediante consentimento dos participantes ou autorização judicial. Compartilhar a captura de tela de uma conversa sem autorização pode gerar indenização.

De acordo com o jornal ‘O Globo’, com esse entendimento, a Turma negou provimento a um recurso especial ajuizado por um homem que divulgou mensagens de um grupo do qual participava no WhatsApp, sem a autorização dos outros usuários.

O autor das capturas de tela e outros integrantes do grupo faziam parte da diretoria de um clube de futebol, e a divulgação das conversas gerou uma crise interna. Por conta do vazamento, ele foi condenado pelas instâncias ordinárias a pagar indenização de R$ 5 mil a um dos ofendidos.

De acordo com a relatora da ação, ministra Nancy Andrighi, a simples gravação da conversa por um dos interlocutores sem a ciência do outro não representa afronta ao ordenamento jurídico. A divulgação, no entanto, é um problema, avalia a ministra. Isso porque as conversas pelo WhatsApp são resguardadas pelo sigilo das comunicações.

Exceção

O voto da relatora ainda prevê uma exceção à regra: a ilicitude poderá ser descaracterizada quando a divulgação das mensagens for feita no exercício da autodefesa: quando tiver como objetivo resguardar um direito próprio do receptor. Não foi o que aconteceu no caso julgado. Fonte: Bahia.ba

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