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Violência

Jovem é assassinado com requintes de crueldade em Porto Seguro

O corpo de um homem, identificado como Fagner Silveira, foi encontrado num matagal no distrito de Vera Cruz, em Porto Seguro, na manhã deste sábado (10).

Além de ter sido morto, o rapaz teve os olhos arrancados. Morador de Eunápolis, ele tinha saído de casa na noite de ontem e não voltou.

Faguinho como era conhecido, era casado e deixa duas filhas. Ele trabalhava em uma empresa terceirizada da Coelba, onde tinha muitos amigos.

A Polícia Civil está investigando o caso, mas ainda não há informações sobre os autores. (Fonte: Blog do Sena)

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Violência

Operação da polícia no Rio de Janeiro deixa 25 mortos; entre eles um policial civil

Subiu para 25 o número de mortes confirmadas durante uma operação da Polícia Civil do Rio de Janeiro contra o tráfico de drogas no Jacarezinho, na Zona Norte da capital, nesta quinta-feira (6). De acordo com a corporação, entre os mortos estão o policial civil André Frias, baleado na cabeça, e 24 suspeitos. 

Ainda segundo a polícia, dois passageiros do metrô foram baleados dentro de um vagão da linha 2, na altura da estação Triagem. Um morador da comunidade foi atingido no pé, dentro de casa, mas passa bem. Outros dois policiais civis também se feriram.

Vídeos compartilhados nas redes sociais mostram pessoas feridas e o som de rajadas e explosões de bombas na favela. (G1)

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Violência

Jovem tem cortes e hematomas no rosto após ser agredida na BA e família denuncia amigo: ‘Que não fique impune’, diz irmã

Uma jovem de 22 anos, identificada como Vanessa Moura Alves, teve hematomas e cortes no rosto após sofrer uma agressão na noite de domingo (25) em Barra da Estiva, a cerca de 486 Km de Salvador.

A irmã da vítima disse ao G1 que o suspeito pela agressão é um amigo da família e aparentava estar sob efeito de álcool e agitado. O caso foi registrado na delegacia do município. Nesta terça-feira (27), o suspeito ainda não havia sido encontrado pela polícia.

Por causa da agressão, Vanessa foi encaminhada para o Hospital Susy Zanfretta, em Barra da Estiva. Além dos hematomas, ela precisou levar 20 pontos na região da testa. O nariz da vítima sofreu grave hemorragia. Ela teve alta na tarde de segunda-feira (26).

De acordo com Andressa Moura Alves, irmã da vítima, Vanessa chegou na casa do suspeito, em que estava acontecendo uma confraternização. Ao chegar no local, a vítima começou a ser agredida.

“Ele já chegou chutando ela [Vanessa]. Ela pediu a ele para parar, que estava sentindo dor. Ele puxou o cabelo dela e começou a xingar ela. Ela [Vanessa] deu um tapa na cara dele. Então, ele foi dentro da casa e voltou, e quando voltou, ele pegou uma mesa de plástico com toda força e jogou nela. Ela caiu e não conseguiu levantar, ficou desacordada”, relata Andressa, irmã da vítima.

Ainda segundo Andressa, o suspeito pelo crime é um amigo próximo da família e que costumava frequentar a casa da vítima há alguns anos. Ela conta que não entende ele ter agredido Vanessa.

“Ele era um amigo, vivia dentro da nossa casa, desde muitos anos. Tinha amizade com a gente, ninguém sabe explicar o motivo, porque ele fez isso. Ela chegou, falou com todo mundo, quando ele [suspeito] viu ela, já chegou agredindo”, conta.

Vanessa Moura Alves, de 22 anos, sofreu corte na região do rosto.  — Foto: Arquivo Pessoal

Vanessa Moura Alves, de 22 anos, sofreu corte na região do rosto. — Foto: Arquivo Pessoal

Durante a agressão, Vanessa tentou se defender e deu um tapa no rosto do suspeito. Por conta disso, o suspeito chegou a ameaçar a vítima, como relata a irmã.

“Depois que ela deu um tapa nele, ele voltou e disse que ela iria se arrepender de ter ter dado o tapa, que não iria ficar de graça”, disse.

Ainda segundo Andressa, o suspeito fugiu do local após as outras pessoas que estavam na confraternização prestarem atendimento a Vanessa, que estava desacordada. Ainda não há informações sobre o paradeiro do suspeito. O caso foi registrado na delegacia de Barra da Estiva.

“A gente espera que a justiça seja feita, que ele pague por isso, e que não fique impune”, conclui Andressa.

Leia a matéria original em G1

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Violência

De férias na Bahia, capoeirista que vivia na França é morto em assalto na Ilha de Itaparica

O sonho era voltar às águas tranquilas da Praia de Barra Grande, em Vera Cruz, um dos municípios na Ilha de Itaparica, onde construía uma casa mesmo morando a 7.866 quilômetros de distância. Esse era o plano do capoeirista André Conceição Azevedo, 45 anos, que vivia na França. Lá, ele ganhava a vida como trabalhador da construção civil. Aqui, de férias para ver os parentes, ele perdeu a vida com um tiro no peito durante um assalto na ilha.

O crime aconteceu no dia 11 deste mês, três dias antes de André retornar à cidade francesa de Bordeaux. “Isso é muito doloroso. Ele saiu de lá para morrer aqui. Ele era uma pessoa maravilhosa, cheia de sonhos. O que ele mais queria era voltar à Barra Grande, tanto que estava construindo uma casa. Foi para a Europa para trabalhar, constituir uma família e quando vem de férias para ver os parentes, acontece uma tragédia dessas”, declarou um primo de André na manhã dessa terça-feira (20).

A Polícia Civil disse que André, na companhia de uma mulher, foi a uma casa negociar com um homem a prestação de um serviço. Logo depois, ainda durante a conversa, dois homens entraram no local e renderam os três levando-os para o banheiro. “Ao entrar no cômodo, André reagiu à investida, batendo a porta, e foi baleado. A dupla de criminosos levou uma TV e os três celulares das vítimas. Os investigadores da 24ª Delegacia (Vera Cruz) apuram a autoria do crime”, diz nota da PC. Até o momento, ninguém foi preso.

Assalto
André era capoeirista, pedreiro e pescador na Bahia, mas em 2016 foi para Londres, na Inglaterra, e depois passou a viver em Bordeaux, onde trabalhava como pedreiro numa empresa que constrói casas. Tinha uma modesta casa e um carro do ano. No entanto, nas horas vagas, se juntava com outros brasileiros em rodas de capoeira para difundir a cultura baiana.

Segundo parentes de André, ele chegou à Bahia em dezembro do ano passado para passar as férias com a mãe, os irmãos e sobrinhos em Barra Grande. O capoeirista voltaria em meados de março para a França, mas por conta da pandemia, só encontrou voo para a Europa no dia 14 abril. Enquanto a viagem não chegava, André construía a casa dele em Barra Grande, onde pretendia viver com a mulher, a educadora francesa Fabienne Bluteau, 40, e o filho de três anos e meio.

No dia 11, André bebia com amigos num bar na Rua Caminho das Árvores, também conhecida como Rua do Lá no Bar, quando decidiu ir à casa de um mestre-de-obras para contratá-lo para continuar a obra da casa em Barra Grande, pois embarcaria para a França três dias depois. Uma amiga decidiu levá-lo à casa do mestre-de-obras.

“Eles foram para acertar o serviço e voltar para o bar. Foi tudo muito rápido. Uns 20 minutos depois que chegaram, os caras invadiram a casa”, contou o primo.
De acordo com ele, dois homens desceram de um carro e pularam o muro da casa e anunciaram o assalto. “Mandou todo mundo deitar no chão e começaram a revirar tudo. Depois pegaram os celulares e colocou todos eles no banheiro”, contou o primo. Ele disse ainda que, por conta própria, o capoeirista tentou fechar a porta, momento em que um dos bandidos não gostou da atitude e disparou. “O tiro atravessou a porta e atingiu o peito dele”, lamentou o primo. O corpo de André foi enterrado no cemitério de Barra Grande.

Justiça
André tinha comprado o terreno em Barra Grande há 20 anos e há 10 anos deu início à construção do seu sonho. “Ele foi para Europa para trabalhar para garantir uma tranquilidade no final de vida. Foi lá com esse propósito. Daí ele casou, teve filho, mas não desistiu de sonhar, tanto que não parou a obra”, disse o primo. A família de André quer justiça. “ É só o que queremos. A morte dele está sendo muito difícil para todos nós”, disse ele.

Por meio de troca de mensagens por aplicativo, o CORREIO conseguiu falar com a mulher de André, Fabienne. “Era para retornar no final de março, só que o bilhete foi cancelado. Então falou de ficar um pouco mais para seguir trabalhando na casa que estava construindo pra gente na ilha. Ele queria ficar aqui, na França, e voltar para o Brasil quando o nosso filho ficasse maior. Quero justiça!”, disse ela. 

Leia a matéria original em Correio

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