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Política

TCU absolve ex-presidente Dilma Rousseff no caso da refinaria de Pasadena

Os ministros do Tribunal de Contas da Unidão (TCU) absolveram, por unanimidade, a ex-presidente Dilma Rousseff (PT) no processo que analisa a compra da refinaria de Pasadena pela Petrobras, em 2006. Na época, Dilma ocupava os cargos de ministra de Minas e Energia e presidente do Conselho de Administração da estatal. O entendimento foi de que o Conselho de Administração da Petrobras não teve responsabilidade no caso. Para o ministro do TCU, e relator do caso, Vital do Rêgo, os membros do Conselho não agiram “com dolo nem má-fé”.

O relator ainda ponderou não haver evidências nos autos de que todos os envolvidos soubessem da existência do esquema. Foram condenados o ex-presidente da Petrobras, José Sérgio Gabrielli, e os ex-diretores Paulo Roberto Costa e Nestor Cerveró por prejuízos da Petrobras após a compra da refinaria. Eles foram condenados a pagar multa de R$ 110 milhões e oito anos de inabilitação para exercer cargos públicos.

Cerveró, individualmente, ainda deverá pagar mais uma multa, no valor de R$ 67,8 mil. A compra da refinaria de Pasadena pela Petrobras, em 2006, foi alvo de investigação por suposto superfaturamento e evasão de divisas na Operação Lava Jato. Na época, a estatal pagou US$ 360 milhões por 50% da empresa. 

Leia a matéria original em A Tarde

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Política

“Tudo indica que ele não me quer como vice. Mas também não vou morrer por causa disso”, diz Mourão sobre Bolsonaro

Foto:Fábio Rodrigues/ Agência Brasil

O vice-presidente da República, general Hamilton Mourão (PRTB), disse acreditar que o presidente Jair Bolsonaro (sem partido) não pretende tê-lo como candidato a vice nas eleições de 2022.

“Tudo indica que ele não me quer como vice. Mas também não vou morrer por causa disso”, afirmou Mourão na manhã desta segunda-feira (10/5) ao participar do UOL Entrevista, conduzido pela jornalista Fabíola Cidral, e pelos colunistas Carla Araújo e Josias de Souza.

Perguntado sobre uma eventual candidatura ao Senado, Mourão desconversou. “Por enquanto acompanho o presidente Bolsonaro, porque fui eleito para ser vice-presidente dele até 31 de dezembro do ano que vem. Eu continuo a ser general da reserva, a minha rede lá do posto 6 está pronta, me aguardando. A vida continua”, disse.

O militar também não soube responder se Bolsonaro, que hoje não está filiado a nenhuma sigla, pretende ingressar no seu partido, o PRTB. Para se candidatar à reeleição, Bolsonaro deve estar filiado a um partido até março de 2022.

IMPEACHMENT 

Segundo Mourão, é “muito difícil” que a CPI da Covid leve a um eventual processo de impeachment de Bolsonaro. Isso porque, na avaliação dele, o presidente “não cometeu crime de responsabilidade”.

“São questões de interpretações sempre. Não existe uma pressão popular para isso. Você pode dizer que o presidente perdeu popularidade em determinados segmentos da sociedade, mas em outros ele continua com a popularidade dele. Além disso, ele possui uma base consistente dentro do Congresso”, disse o vice-presidente.

MEDIDAS RESTRITIVAS

Por fim, ainda na entrevista, Mourão afirmou que o decreto o qual o presidente Jair Bolsonaro (sem partido) ameaça adotar para barrar as medidas restritivas de estados e municípios contra a Covid-19 não existe.

“Ouvi uns comentários que o decreto não existe. O que eu sempre digo é que, no caso do presidente Bolsonaro, a gente deve prestar mais atenção aos atos do que às palavras. O presidente tem uma retórica que é mais exaltada e termina por levar a interpretações, quando, na realidade, aqueles fatos jamais irão acontecer”, concluiu.

Leia a matéria original em AratuOn

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Política

Bolsonaro faz passeio de moto em homenagem ao Dia das Mães

O presidente Jair Bolsonaro realizou um passeio de moto de aproximadamente 1 hora em homenagem ao Dia das Mães na manhã deste domingo (9) passando pelas ruas de Brasília.

Ele foi acompanhado por centenas de motociclistas, inclusive o deputado Hélio Lopes (PSL-RJ), que postou em suas redes sociais o trajeto percorrido pelo presidente e pelos demais motociclistas.

O passeio foi anunciado por Bolsonato durante sua live de quinta-feira (6). Na ocasião, o presidente falou que esperava cerca que 1 mil motociclistas o acompanhassem no passeio em homenagem ao Dia das Mães. (Fonte: Agência Brasil)

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Política

Ministro contraria Bolsonaro e defende autonomia de estados e municípios de impor medidas restritivas

O ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, – o quarto a assumir a pasta desde o início da pandemia – reconheceu nesta quinta-feira (6) que estados e municípios tenham autonomia para decidirem sobre a adoção de medidas restritivas de circulação, incluindo o lockdown, para evitar a disseminação de Covid-19.

A fala contrapõe o posicionamento do presidente Jair Bolsonaro, que sugeriu que a imunização de rebanho era a melhor forma de lidar com a pandemia.

Queiroga, que em diversos momentos assegurou que as políticas defendidas pela Saúde são baseadas em evidências científicas e na busca de soluções “não farmacológicas”, resistiu a responder à pergunta do senador Tasso Jeressati (PSDB-CE). “Essa questão já foi disciplinada pelo STF”, ponderou.

Mas o tucano foi persistente e repetiu a pergunta.

“Claro que eu concordo”, admitiu o ministro.

“Estamos assistindo uma queda de números de casos em estados e municípios, flexibilizando todas as ações. Precisamos vacinar a população e investir em medidas não farmacológicas de maneira efetiva […] é preciso ter harmonia em relação a essa política para sair deste cenário”, completou.

Leia a matéria original em BNews

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