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Política

Até março, Governo não havia repassado nenhuma verba para estados e municípios combaterem a Covid-19 em 2021

Um relatório do Tribunal de Contas da União (TCU), que será analisado pela CPI da Covid, apontou que o Governo Federal não havia repassado nenhuma verba para estados e municípios neste ano, até o mês de março, para o combate à pandemia.

O documento constata que o governo Bolsonaro não separou nenhum dinheiro para atenuar os efeitos da nova e maior onda de infecção do novo coronavírus em 2021.

De acordo com o TCU, “não constam dotações para as despesas de combate à pandemia” na lei orçamentária de 2021 preparada pelo governo. As informações são do UOL.

Para o Ministério da Saúde, o orçamento destinado foi de R$ 20,05 bilhões, só que somente para as despesas com a vacinação dos brasileiros, o valor estimado é de R$ 19,9 milhões. Ou seja, só restaria R$ 150 mil para todo o resto dos gastos com a saúde.

“O Ministério da Saúde dispõe de R$ 20,05 bilhões para aplicação direta [em 2021], porém, R$ 19,9 bilhões estão reservados para despesas relativas à vacinação da população […] Tal situação mostra-se preocupante, ainda mais nesse cenário de recrudescimento da contaminação e mortalidade”, relata o documento.

Com um atraso histórico, o Orçamento 2021 foi aprovado pelo Congresso somente no fim de março.

Nesta segunda-feira (19), um projeto que libera R$ 9 bi extras para a União neste ano para o pagamento de despesas obrigatórias, dá margem para que o presidente Jair Bolsonaro sancione a lei do Orçamento 2021, cujo prazo se encerra nesta quinta-feira (22).

Leia a matéria original em BNews

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Política

Ex-assessor de Cunha e Geddel é nomeado para trabalhar no Ministério da Saúde

Foto: Marcelo Camargo / Agência Brasil

Ligado ao MDB, Carlos Henrique Menezes Sobral foi nomeado nesta terça-feira (11) como assessor especial do ministro da Saúde, Marcelo Queiroga. Segundo a coluna de Lauro Jardim, do jornal O Globo, Sobral foi assessor de Eduardo Cunha, quando o deputado cassado, e agora libertado, exercia a presidência da Câmara. Foi também chefe de gabinete de Geddel Vieira Lima, quando o ainda preso ex-deputado foi ministro de Michel Temer.

Já no governo Bolsonaro, trabalhou com Osmar Terra enquanto o grande especialista do bolsonarismo em Covid era ministro da Cidadania. Agora, vai trabalhar ao lado do ministro da Saúde.

Leia a matéria original em Bahia.Ba

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Política

“Tudo indica que ele não me quer como vice. Mas também não vou morrer por causa disso”, diz Mourão sobre Bolsonaro

Foto:Fábio Rodrigues/ Agência Brasil

O vice-presidente da República, general Hamilton Mourão (PRTB), disse acreditar que o presidente Jair Bolsonaro (sem partido) não pretende tê-lo como candidato a vice nas eleições de 2022.

“Tudo indica que ele não me quer como vice. Mas também não vou morrer por causa disso”, afirmou Mourão na manhã desta segunda-feira (10/5) ao participar do UOL Entrevista, conduzido pela jornalista Fabíola Cidral, e pelos colunistas Carla Araújo e Josias de Souza.

Perguntado sobre uma eventual candidatura ao Senado, Mourão desconversou. “Por enquanto acompanho o presidente Bolsonaro, porque fui eleito para ser vice-presidente dele até 31 de dezembro do ano que vem. Eu continuo a ser general da reserva, a minha rede lá do posto 6 está pronta, me aguardando. A vida continua”, disse.

O militar também não soube responder se Bolsonaro, que hoje não está filiado a nenhuma sigla, pretende ingressar no seu partido, o PRTB. Para se candidatar à reeleição, Bolsonaro deve estar filiado a um partido até março de 2022.

IMPEACHMENT 

Segundo Mourão, é “muito difícil” que a CPI da Covid leve a um eventual processo de impeachment de Bolsonaro. Isso porque, na avaliação dele, o presidente “não cometeu crime de responsabilidade”.

“São questões de interpretações sempre. Não existe uma pressão popular para isso. Você pode dizer que o presidente perdeu popularidade em determinados segmentos da sociedade, mas em outros ele continua com a popularidade dele. Além disso, ele possui uma base consistente dentro do Congresso”, disse o vice-presidente.

MEDIDAS RESTRITIVAS

Por fim, ainda na entrevista, Mourão afirmou que o decreto o qual o presidente Jair Bolsonaro (sem partido) ameaça adotar para barrar as medidas restritivas de estados e municípios contra a Covid-19 não existe.

“Ouvi uns comentários que o decreto não existe. O que eu sempre digo é que, no caso do presidente Bolsonaro, a gente deve prestar mais atenção aos atos do que às palavras. O presidente tem uma retórica que é mais exaltada e termina por levar a interpretações, quando, na realidade, aqueles fatos jamais irão acontecer”, concluiu.

Leia a matéria original em AratuOn

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Política

Bolsonaro faz passeio de moto em homenagem ao Dia das Mães

O presidente Jair Bolsonaro realizou um passeio de moto de aproximadamente 1 hora em homenagem ao Dia das Mães na manhã deste domingo (9) passando pelas ruas de Brasília.

Ele foi acompanhado por centenas de motociclistas, inclusive o deputado Hélio Lopes (PSL-RJ), que postou em suas redes sociais o trajeto percorrido pelo presidente e pelos demais motociclistas.

O passeio foi anunciado por Bolsonato durante sua live de quinta-feira (6). Na ocasião, o presidente falou que esperava cerca que 1 mil motociclistas o acompanhassem no passeio em homenagem ao Dia das Mães. (Fonte: Agência Brasil)

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