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Política

Prefeito de SP, Bruno Covas anuncia que irá se licenciar do cargo para tratar câncer

Foto: Afonso Braga/Rede Câmara SP

O prefeito de São Paulo, Bruno Covas (PSDB), anunciou, na noite deste domingo (2), que irá se licenciar do cargo por um período de 30 dias para focar no tratamento do câncer no sistema digestivo que enfrenta. 

“Nesse momento, com muita força e foco que preciso colocar na minha saúde, fica incompatível o exercício responsável de minhas funções como Prefeito de São Paulo, por isso, vou solicitar à Câmara de Vereadores uma licença do cargo pelo período de 30 dias, para me dedicar integralmente à minha recuperação”, informou o gestor.

Durante o período de licenciamento, o vice-prefeito da cidade, Ricardo Nunes (MDB), deve assumir a gestão da capital, após autorização da Câmara Municipal de São Paulo.

Leia a matéria original em Metro1

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Política

“Tudo indica que ele não me quer como vice. Mas também não vou morrer por causa disso”, diz Mourão sobre Bolsonaro

Foto:Fábio Rodrigues/ Agência Brasil

O vice-presidente da República, general Hamilton Mourão (PRTB), disse acreditar que o presidente Jair Bolsonaro (sem partido) não pretende tê-lo como candidato a vice nas eleições de 2022.

“Tudo indica que ele não me quer como vice. Mas também não vou morrer por causa disso”, afirmou Mourão na manhã desta segunda-feira (10/5) ao participar do UOL Entrevista, conduzido pela jornalista Fabíola Cidral, e pelos colunistas Carla Araújo e Josias de Souza.

Perguntado sobre uma eventual candidatura ao Senado, Mourão desconversou. “Por enquanto acompanho o presidente Bolsonaro, porque fui eleito para ser vice-presidente dele até 31 de dezembro do ano que vem. Eu continuo a ser general da reserva, a minha rede lá do posto 6 está pronta, me aguardando. A vida continua”, disse.

O militar também não soube responder se Bolsonaro, que hoje não está filiado a nenhuma sigla, pretende ingressar no seu partido, o PRTB. Para se candidatar à reeleição, Bolsonaro deve estar filiado a um partido até março de 2022.

IMPEACHMENT 

Segundo Mourão, é “muito difícil” que a CPI da Covid leve a um eventual processo de impeachment de Bolsonaro. Isso porque, na avaliação dele, o presidente “não cometeu crime de responsabilidade”.

“São questões de interpretações sempre. Não existe uma pressão popular para isso. Você pode dizer que o presidente perdeu popularidade em determinados segmentos da sociedade, mas em outros ele continua com a popularidade dele. Além disso, ele possui uma base consistente dentro do Congresso”, disse o vice-presidente.

MEDIDAS RESTRITIVAS

Por fim, ainda na entrevista, Mourão afirmou que o decreto o qual o presidente Jair Bolsonaro (sem partido) ameaça adotar para barrar as medidas restritivas de estados e municípios contra a Covid-19 não existe.

“Ouvi uns comentários que o decreto não existe. O que eu sempre digo é que, no caso do presidente Bolsonaro, a gente deve prestar mais atenção aos atos do que às palavras. O presidente tem uma retórica que é mais exaltada e termina por levar a interpretações, quando, na realidade, aqueles fatos jamais irão acontecer”, concluiu.

Leia a matéria original em AratuOn

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Política

Bolsonaro faz passeio de moto em homenagem ao Dia das Mães

O presidente Jair Bolsonaro realizou um passeio de moto de aproximadamente 1 hora em homenagem ao Dia das Mães na manhã deste domingo (9) passando pelas ruas de Brasília.

Ele foi acompanhado por centenas de motociclistas, inclusive o deputado Hélio Lopes (PSL-RJ), que postou em suas redes sociais o trajeto percorrido pelo presidente e pelos demais motociclistas.

O passeio foi anunciado por Bolsonato durante sua live de quinta-feira (6). Na ocasião, o presidente falou que esperava cerca que 1 mil motociclistas o acompanhassem no passeio em homenagem ao Dia das Mães. (Fonte: Agência Brasil)

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Política

Ministro contraria Bolsonaro e defende autonomia de estados e municípios de impor medidas restritivas

O ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, – o quarto a assumir a pasta desde o início da pandemia – reconheceu nesta quinta-feira (6) que estados e municípios tenham autonomia para decidirem sobre a adoção de medidas restritivas de circulação, incluindo o lockdown, para evitar a disseminação de Covid-19.

A fala contrapõe o posicionamento do presidente Jair Bolsonaro, que sugeriu que a imunização de rebanho era a melhor forma de lidar com a pandemia.

Queiroga, que em diversos momentos assegurou que as políticas defendidas pela Saúde são baseadas em evidências científicas e na busca de soluções “não farmacológicas”, resistiu a responder à pergunta do senador Tasso Jeressati (PSDB-CE). “Essa questão já foi disciplinada pelo STF”, ponderou.

Mas o tucano foi persistente e repetiu a pergunta.

“Claro que eu concordo”, admitiu o ministro.

“Estamos assistindo uma queda de números de casos em estados e municípios, flexibilizando todas as ações. Precisamos vacinar a população e investir em medidas não farmacológicas de maneira efetiva […] é preciso ter harmonia em relação a essa política para sair deste cenário”, completou.

Leia a matéria original em BNews

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