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Tecnologia

Instagram lança ‘Verificação de Segurança’ para proteção de contas

O Instagram anunciou, nesta terça-feira (13), o recurso “Verificação de Segurança”, para auxiliar usuários a manterem suas contas seguras contra possíveis invasões. A novidade traz orientações sobre como verificar a atividade de login, analisar as informações do perfil, confirmar as contas com as quais compartilha informações de acesso e atualizar dados para a recuperação da conta. O recurso está disponível, inicialmente, apenas para quem já sofreu alguma tentativa de ataque.

O recurso revisa os dados do usuário, como senha, e-mail, celular de recuperação, dados de login e informações do perfil, e avisa caso haja algo muito desatualizado ou que indique a possibilidade de invasão da conta. Na sequência, o usuário tem a opção de editar os dados e atualizá-los para reduzir chances de ataque.

Aproveitando o lançamento da Verificação de Segurança, o Instagram fez uma publicação em seu blog com orientações sobre medidas suplementares que podem ser adotadas pelos usuários como a autenticação de dois fatores e manter atualizados e-mail e telefone vinculados à conta, para facilitar a recuperação em caso de invasões.

Instagram lança verificação de segurança para perfis da rede social — Foto: Divulgação/Instagram
Instagram lança verificação de segurança para perfis da rede social — Foto: Divulgação/Instagram

Além disso, o Instagram ressaltou a necessidade de cuidados para evitar cair em golpes de falsas mensagens enviadas pelo aplicativo no Direct, lembrando que as comunicações oficiais feitas pelo Instagram com seus usuários pela aba “Segurança”, na opção “E-mails do Instagram”.

De acordo com a rede social, uma outra forma de proteger a conta de ataque é denunciando conteúdos e contas que pareçam suspeitos e, a partir de agora, os usuários poderão com mais transparência para acompanhar o status das denúncias feitas na plataforma ou, ainda, para situar o usuário sobre violações cometidas em suas publicações excluídas por denúncia. (G1)

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Tecnologia

WhatsApp é multado em 225 milhões de euros por uso de dados pessoais

O aplicativo de mensagens WhatsApp foi multado em 225 milhões de euros, equivalente a R$ 1,37 trilhão, nesta quinta-feira (2), pela autoridade digital irlandesa após investigação solicitada pelo comitê europeu de proteção de dados sobre as mudanças no uso de informações pessoais.

Segundo informações da AFP, a punição é a maior já imposta pela agência reguladora da Irlanda e a segunda maior de um regulador digital na Europa, atrás apenas da multa de 746 milhões de euros imposta ao grupo Amazon em julho, por violação das normas sobre a informação privada dos usuários.

Iniciada em dezembro de 2018 pela comissão irlandesa de proteção de dados, a investigação procurava determinar se o mensageiro “cumpriu suas obrigações de transparência” ao informar os usuários sobre como seus dados seriam usados.

Ainda de acordo com as informações, entre as obrigações estariam relatar como as informações são compartilhadas entre WhatsApp e outras empresas do grupo Facebook.

Neste caso, o regulador irlandês tem jurisdição, já que o Facebook tem sua sede europeia no país.

“O WhatsApp tem o compromisso de fornecer um serviço seguro e privado. Trabalhamos para garantir que as informações que fornecemos sejam transparentes e completas e continuaremos fazendo isso”, disse um porta-voz do WhatsApp em um comunicado. Fonte: Bahia Notícias

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Economia

Xiaomi entra no setor de fabricação de veículos elétricos

A fabricante de smartphones e produtos eletrônicos Xiaomi é mais uma empresa chinesa a entrar no ramo de produção de veículos elétricos.

“A empresa Xiaomi Auto foi registrada oficialmente em 1º de setembro”, anunciou o diretor executivo do grupo, Lei Jun.

A empresa terá um capital de 10 bilhões de dólares, informou.

Como demonstração da importância que o grupo dará a esta nova atividade, Lei Jun contratou em julho 500 engenheiros no país.

Até o momento não foram divulgadas datas para a comercialização dos carros.

Os veículos de nova energia (híbridos, elétricos, com bateria de combustível e célula de combustível) estão no auge na China, um país na vanguarda neste campo graças, sobretudo, a uma população ultraconectada e a uma política de incentivos por parte das autoridades.

As montadoras nacionais e estrangeiras competem para capitar uma parte deste mercado.

A Xiaomi não é a primeira empresa chinesa a entrar no setor. Vários grupos, como XPeng e Li Auto, que entrou na Bolsa no ano passado nos Estados Unidos, também anunciaram projetos no setor.

A Xiaomi, segunda maior produtora mundial de smartphones, também produz tablets, smartwatches, fones de ouvido, patinetes, entre outros. (AFP)

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Tecnologia

Compartilhar ‘print’ de conversas no WhatsApp sem autorização pode gerar indenização

A 3ª Turma do Superior Tribunal de Justiça (STJ) decidiu que terceiros só podem ter acesso às mensagens trocadas no WhatsApp mediante consentimento dos participantes ou autorização judicial. Compartilhar a captura de tela de uma conversa sem autorização pode gerar indenização.

De acordo com o jornal ‘O Globo’, com esse entendimento, a Turma negou provimento a um recurso especial ajuizado por um homem que divulgou mensagens de um grupo do qual participava no WhatsApp, sem a autorização dos outros usuários.

O autor das capturas de tela e outros integrantes do grupo faziam parte da diretoria de um clube de futebol, e a divulgação das conversas gerou uma crise interna. Por conta do vazamento, ele foi condenado pelas instâncias ordinárias a pagar indenização de R$ 5 mil a um dos ofendidos.

De acordo com a relatora da ação, ministra Nancy Andrighi, a simples gravação da conversa por um dos interlocutores sem a ciência do outro não representa afronta ao ordenamento jurídico. A divulgação, no entanto, é um problema, avalia a ministra. Isso porque as conversas pelo WhatsApp são resguardadas pelo sigilo das comunicações.

Exceção

O voto da relatora ainda prevê uma exceção à regra: a ilicitude poderá ser descaracterizada quando a divulgação das mensagens for feita no exercício da autodefesa: quando tiver como objetivo resguardar um direito próprio do receptor. Não foi o que aconteceu no caso julgado. Fonte: Bahia.ba

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